Miliciano morto na Bahia seria dono de equipe que participava de vaquejada na Bahia

 

A Polícia Civil da Bahia vai rastrear gastos e investimentos feitos pelo miliciano e ex- capitão do Bope, Adriano Magalhães da Nóbrega, durante sua passagem pelo estado baiano e Sergipe. As informações foram divulgadas, nesta quinta-feira (13), pelo jornal O Globo. Segundo a reportagem, Adriano seria inclusive dono de uma equipe que participava de vaquejadas nos dois estados.

O Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco-Bahia) já confirmou a estadia de Adriano em pelo menos duas cidades baianas: o município de Mata de São João (onde fica Costa do Sauípe) e Esplanada.

Investigações da Polícia Civil da Bahia indicam que o milicano Adriano de Nóbrega pode ser dono de uma equipe que participada de vaquejadas na Bahia e em Sergipe. O Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco-Bahia) já confirmou a estadia de Adriano em pelo menos duas cidades baianas: o município de Mata de São João (onde fica Costa do Sauípe) e Esplanada.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o objetivo da investigação é apurar se houve algum tipo de investimento, compra ou transação feita por Adriano, ou por alguém ligado a ele, que caracterize lavagem dinheiro ou algum outro ato ilícito. A polícia baiana confirmou que além do depoimento do fazendeiro Leandro Guimarães, também está ouvindo testemunhas do caso que teriam tido contato com Adriano na Costa do Sauípe e em Esplanada.

A SSP-BA informou também que o miliciano apontado como chefe do Escritório do Crime — organização que é investigada por uma série de assassinatos por encomenda, entre eles os da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes — foi baleado após reagir ao cerco de agentes e disparar com uma pistola Glock. A polícia diz ainda que ele foi socorrido e levado com vida até o hospital, onde morreu.

O imóvel onde Adriano localizado pela polícia pertence ao vereador do PSL Gilsinho da Dedé, de Esplanada. Segundo ele, a casa foi invadida pelo ex-capitão, a quem desconhecia. Adriano teria sido levado até lá pelo fazendeiro Leandro Guimarães, que disse à polícia ter sido obrigado pelo ex-capitão — na véspera da operação.

Leandro chegou a ser preso por conta de três armas encontradas na residência, mas a Justiça da Bahia concedeu sua liberdade provisória. Leandro Guimarães também disse à polícia que ele se apresentava como criador de cavalos.

 

Fonte Bahia Notícias

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