Policiais Civis da Bahia ameaçam paralisar atividades durante carnaval de Salvador e interior do Estado

(Imagem ilustrativa/internet)

 

Após a paralisação realizada na última sexta-feira (07), dia da abertura do Carnaval de Juazeiro 2020, os Policiais Civis da Bahia ameaçam cruzar os braços também durante o Carnaval de Salvador e de outras cidades do interior.

A nova manifestação será discutida durante Assembleia Extraordinária, que será realizada na próxima quarta-feira (19), às 9 horas, no Auditório da Faculdade Visconde de Cairu, Barris, em Salvador.

 

(divulgação SINDPOC)

 

Além da aprovação da PEC 159/2020, a categoria também protesta contra o descumprimento do Decreto 13.169, de 12 de agosto de 2011, que combinado com a Lei Orgânica da Polícia Civil, determina que as diárias pagas na escala extra do carnaval devem ser correspondentes ao nível superior. “as diárias pagas na escala extra do carnaval são equivalentes ao nível médio. É um absurdo um carnaval bilionário como o da Bahia penalizar dessa forma os trabalhadores. Em decorrência dessa falta de diálogo do Governo do Estado e a ausência de uma negociação em relação às pautas reivindicadas”, declarou em nota o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC), Eustácio Lopes.

Desta forma, na Assembleia Extraordinária também serão pautadas a adesão à escala extra do Carnaval 2020, informes sobre a PEC 159 e quais os caminhos até a sanção do projeto, avaliação da operação legalidade, que ocorre desde o dia 4 de fevereiro, além da solicitação da mesa de negociação com o Governo do Estado.

“Essa Assembleia será importante para avaliar a operação legalidade e mostrar à sociedade que os policiais civis atuam sem condições dignas de trabalho, estamos percorrendo todas as delegacias do Estado. Esse é o momento da pressão, da categoria se unir em torno das demandas que estão pendentes. Dentre elas, avaliar quais rumos tomar durante o carnaval de Salvador e do interior. Nós estamos passando por um momento muito grave e só depende do Governo para sentar e negociar com os servidores que lutam cotidianamente em defesa da sociedade”, aponta Lopes.

 

Da Redação

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