Ops! Incentivo ao álcool e a erotização de adolescentes? Cena flagrada em festa de colégio, em Juazeiro

 

Um vídeo, que está circulando em uma página do facebook, chamou a atenção da redação do Portal Preto No Branco. Uma banda de pagode baiano de Juazeiro-BA, formada por jovens da região, divulgou imagens de um show que foi realizado dentro do Colégio Estadual Rui Barbosa na última terça-feira (8), para um público formado por alunos adolescentes.

Até então, uma atividade normal se levarmos em consideração que eventos culturais são comuns e necessários nas escolas. Só que não neste evento do Rui Barbosa!

O vídeo evidencia meninas, provavelmente alunas do Colégio, dançando uma música que além de incentivar o consumo de bebidas alcoólicas, proibidas para adolescentes, ainda desvaloriza a mulher, que é convidada pela música a “girar o bumbum depois de alcoolizada”… “O bumbum gira depois da tequila. Oh liga o som do carro aê, que hoje eu vou mandar descer. Eu já estou vendo várias novinhas descendo (sic)”.

As imagens expõem os adolescentes. As imagens expõem as meninas. O colégio deveria oferecer um contra ponto a esta música midiática que faz apologia às drogas (sim, o álcool é uma droga), a exploração da mulher como objeto de consumo, o culto a “novinha”, que reforça a erotização precoce.

Não podemos afirmar onde estavam os educadores no momento da festa. Acreditamos que, como responsáveis pelos alunos, estavam presentes e assistindo a um ato de “deseducação” inertes, sem ao menos, discutirem aquele conteúdo com os adolescentes. Não seria papel da escola fiscalizar os eventos e conteúdos produzidos dentro das instituições?

Vale lembrar que no município de Juazeiro há um projeto de lei que garante que o poder público municipal não pode contratar bandas que desvalorizem mulheres nas suas músicas. Desde junho passado, os grupos musicais contratados pela prefeitura precisam assinar um contrato se comprometendo a não cantar músicas deste tipo, podendo ser multada em 50% no valor do cachê. E no estado da Bahia, essa lei já está em vigor.

Projetos e eventos que estimulem a criatividade dos alunos e valorizem os movimentos culturais devem sim ser cada vez mais produzidos dentro e fora do âmbito escolar. O que não pode acontecer é o incentivo da produção e propagação de conteúdos que reforçam o machismo já tão presente e perverso na nossa sociedade.

Com a palavra, a direção do Colégio Rui Barbosa.

Da Redação por Yonara Santos

 

28 Comentários

  1. Estão semm assunto é? Nunca foram em uma festa de Colégio não? Todos os colégios de Juazeiro que fazem festa,sempre tem meninas dançando em cima do palco e pode apostar que tem musicas bem pior que essa!

  2. Quero aqui fica minha indignação com certo tipos de reportagem que só prestam para denegrir imagens. Pq o Pretonobranco não divulga o que o Colégio Rui Barbosa está proporcionando de bom para o alunos e sociedade?? Quer dizer que isso é escondido, foi realizado pelo colégio Rui Barbosa doação de alimentos para o Sanatório UE hoje se encontra em uma situação difícil. Será que isso o Pretonobranco não tem valor para a sociedade ? Foram tantas e outra coisas que o Colégio Rui Barbosa vem realizado em benefício da comunidade. Fica a Dica Sibele Fonseca.

  3. Dona sibelle essa sua reportagem que você acha em dizer q está certa está errada não foi nada desse jeito q aconteceu foi simplesmente uma comemoração por causa do nosso esforço da gincana e nós do colégio rui Barbosa demos espaço a uma banda local tocar e já como previsto eles vão cantar músicas locais, então o jeito q as meninas estavam dançando são problema delas isso não tem nada haver com o colégio vocês tem q aprender q o corpo é delas elas fazem o q quiserem pensamentos machistas e opressor contra umas meninas q dança da forma q querem a gestão do colégio sabe q não foi isso q aconteceu todos nós sabemos o q aconteceu nos amamos a festa, ficamos felizes e sabemos q nossa escola é justa conosco eu mesmo como aluno amo meu colégio do jeito q ele é então né estamos a luta pra tirar essas postagens falsas pq vc não publica o que fizemos arrecadamos alimentos para o sanatório daqui de Juazeiro veja aí moça repense antes de publicar vllw

    • Dona Sibelle, O mundo seria bem melhor se as pessoas criticassem,julgassem,fofocassem e cuidassem menos da vida alheia,assim sobraria mais tempo para elas ajudarem e praticarem o Amor ao Próximo!Porque a Fé sem obras é morta!
      Antes de julgar se olhe no espelho. Só tenha cuidado para não se cortar com os cacos! Sabia que sair falando coisas que não tem prova é Calúnia.

  4. Sou de uma geração que “já nasceu dançando É o Tchan”. O pagode baiano sempre foi um ritmo presente nas minhas diversões. A diferença é que hoje eu tenho consciência sobre o quanto as letras de algumas (muitas) músicas degradam a figura feminina. E esse não é um problema exclusivo da música que nasce nas periferias da Bahia. Muitos outros ritmos fazem o mesmo e são aplaudidos. É preciso debater sobre o assunto e a escola deve ser um instrumento na construção desse pensamento crítico. Precisamos entender que é possível escrever, cantar e dançar músicas sem reforçar o machismo já tão presente e cruel na nossa sociedade. E já existem músicas do pagode baiano que fogem dessa degradação feminina. Acredito que estamos avançando aos poucos. O município e o estado já começaram a se movimentar e agora esperamos que as instituições de ensino também sigam por esse caminho. Queremos e podemos dançar sim! Mas não queremos ser tratadas como objeto de consumo.

  5. Machista ta o seu pensamento fia.

  6. Pra Galera ai, que tava difamado o colégio, só digo uma coisa,faz melhor, vai lá tira do seu e dar a quem precisa, em vez de vim criticar, aquela festa foi merecida do nosso sufoco com orgulho de tentar ajudar o próximo, tiramos do nosso tempo pra ir lá pedi alimentos nas ruas, sol quente .pra tentar ajudar o proximo, ir atrás de doadores de sangue etc enfim fizemos com orgulho, a melhor gincana sim* Rui Barbosa o Melhor E nosso diretor o melhor também

  7. Gente, eu acho que nao ouve por parte do Blog Preto No Branco nenhuma tentativa de DENEGRIR a imagem da escola, apenas eles fizeram uma referencia devido a festa ter acontecido no recinto da referida. O que voces alunos fizeram pela comunidade, otimo, estao de parabens, que iniciativa linda, mas se voces tambem tivessem tido o discernimento de ler a reportagem, nao so ler, e ENTENDER que foi o que poucos fizeram, estariam agora todos com um so pensamento, independente de recinto Escola, Praça, Orla, Clubes o que pregamos aqui é pela moral e a nao desvalorizacao das nossas Mulheres, Companheiras, Namoradas, Esposas, Filhas e assim por diante. Parabens ao Blog por essa insistente luta e Parabens aos alunos da CERB por tudo que foi feito com a realizacao da Gincana Cultural!

  8. Professor observador

    Bela iniciativa do Colégio, mas que precisa acompanhar melhor o tipo de música que está sendo executadas no ambiente escolar, principalmente quando a música é depreciativa e vulgar. Basta essas porcarias nas festas dos clubes e nos paredões, que nos obriga a ouvi-las.
    Parabéns o PB, por trazer essa pauta, que revela inclusive a omissão de alguns gestores da educação. Não que seja o caso do gestor (a) do CERB

  9. É tudo mentira ai nessa porra, cade a prova que tinha bebida lá no colégio, porra só sabem falar mal.
    Cadê que falam dos alimentos que foi arrecadado e doados, a doação de sangue que foi feito, 3 (três) anos seguidos que o Colégio Rui Barbosa faz isso.
    Agora, só por causa de um vídeo, onde umas meninas estavam dançando, se divertindo, depois de uma gincana, rola essa confusão. Velho, vão procurar o que fazer !! É isso que eu tenho a falar, obrigado !

  10. Infelizmente questões importantes como a de genero sao relegadas ao esquecimento e ao descaso de muitos dos educadores, falo de um modo mais amplo, e enquanto isso esse tipo de cultura tem ocupado cada vez mais espaço nas nossas escolas.Lamento pelo ocorrido no Colegio Rui Barbosa.Tive a oportunidade de colaborar como juri em algumas edições dos Projetos Estruturantes que tem como foco a Produção artistica dos Estudantes.Mas aproveito o alarde para chamar a chincha muitos educadores que se ausentam das atividades de acompanhamento do Projeto para que de fato acompanhem o trabalho dos estudantes, porque isso que aconteceu aí é resultado das vagas referencias que eles têm e nesse sentido os senhores e senhoras que so assinam o ponto tem grande responsabilidade.

  11. Desde o mês passado que os alunos vinham se empenhando pra que a gincana pudesse acontecer. Foram dias no sol quente, batendo de porta em porta, rodando pela cidade toda pedindo ajuda as pessoas e conseguindo doadores de sangue. Teve também a correria nos dois dias de realização desse projeto, que inclusive uniu a TODOS os alunos em prol de um único objetivo: Fazer isso dar certo. E foi o que aconteceu. Todo mundo tava empenhado, se ajudando, dando o seu melhor, alguns se superando, mostrando o seu talento, e vocês fazem questão de publicar sobre as meninas que estavam dançando na festa, que por sinal foi mais que MERECIDA? Me poupe. Tanto a coordenação quanto a polícia militar estavam lá no local, pra garantir a segurança de todos e que nada de errado acontecesse, e inclusive o diretor estava a todo momento interrompendo a banda pra reclamar com quem tava bagunçando. Naquele momento a gente estava se divertindo, aproveitando algo que ganhamos por MERECIMENTO. Cada um curtiu de um jeito. Teve gente que ficou parado, e outros que literalmente RALARAM A RABA NO CHÃO. Mas ninguém pode fazer nem falar nada, pq a vida é deles, e naquele momento, especificamente, eles não estavam fazendo nada além de se divertindo. E em relação a música, é uma pena ter que ouvir aquilo, mas infelizmente é o que as pessoas gostam de ouvir, e se ninguém que estava lá na hora se incomodou, quem é você pra fazer isso? Essa tentativa de denegrir a imagem, tanto do diretor quanto do colégio, não deu certo. Esse tipo de evento, com circunstâncias até piores, acontecem em todos os colégios, então pq só postou quando foi no Rui Barbosa? Parabéns ao diretor, Rogério, que agiu da melhor maneira durante todo esse processo, colocando a festa pra começar durante a tarde, e proibindo a entrada de pessoas de fora. Se tem alguém errado nisso, foi quem estava chamando as meninas de puta, rapariga, etc. Isso sim é inaceitável. Respeito é bom e todo mundo gosta.

    OBS: Na próxima matéria fale sobre os mais de 100 doadores que levamos ao Hemoba, e sobre os mais de 1000 kg de alimentos doados ao Sanatório Nossa Senhora de Fátima.

  12. Vocês deveriam usar o blog para mostrar o que realmente interessa ou invés de tá difamando o nosso colégio. A festa que aconteceu foi merecida por todos os alunos ! O mal do ser humano é julgar sem ou menos procurar saber o que realmente aconteceu. No lugar desse post difamando o nosso colégio porque vocês num fizeram um post falando da importância de ajudar o próximo ? Porque num falou do esforço de todos para arrecadar alimentos e doares de sangue ? Aah isso ninguém reconhece ! Sabe porque ninguém reconhece algum de bom ? Porque se preocupam mais em julgar e falar mal do próximo do que reconhecer uma ação de bom coração. Diretor do nosso colégio está de parabéns por tudo que fez e faz pelo colégio! Ao invés de julgar, ajude o próximo.

  13. Perai né, é cada uma viu, criticar é fácil, ao invés de fazer esses comentários maldosos, porque não falar da boa ação que nós alunos e o colégio RUI BARBOSA vem fazendo, porque não falar sobre a arrecadação de alimentos que foram doados, porque não falar dos 100 doadores de sangue que conseguimos e que ajudará muitas pessoas, o Colégio RUI BARBOSA, o diretor e os alunos sempre solidários pensando no próximo, sempre com projetos que irá ajudar pessoas e mais pessoas, então faça um favor parem de falar do nosso colégio, e vão ajuda essa pessoa do seu lado, faça uma boa ação, ao invés de crítica o Colégio, e o diretor sempre responsável no que faz, e sempre colaborando nesses projetos de educação e solidariedade. ( bebidas alcoólicas nunca foi permitido), e a questão da dança, Colégio não tem nada haver, pois cada um faz do seu corpo o que quiser, isso não é motivo para denegrir o nosso RUI BARBOSA que so melhora a cada dia que se passa.

  14. Peraê! Peraê! Peraê! Se criticamos as músicas, é preconceito; Se critica a dança é machismo. Segundo “jargões” feministas: a mulher veste a roupa que quer e dança como quer. Li a “reportagem”, que me parece mais uma opinião de Yonara Santos, e vi o trecho do vídeo que exibe no mesmo texto e, me perdoem, como disseram em um comentário, muito “MACHISTA o texto”, preconceituoso quanto a cultura popular. Defendo uma cultura pautada em outra linha, como por exemplo: com mais poesia, sem letras que façam apologia a drogas, exploração da mulher, etc etc. Mas, essa crítica está parecendo mais sensacionalismo. Censurar o que o público A, B ou C escuta, e dança: não cabe a ninguém. Onde está a liberdade de expressão? Nós não temos o direito constitucional de ir e vir? E então!

    Há pouco tempo o Brasil quase todo cantou “Eu não preciso mais beber, E nem fumar maconha, Que a sua presença,me deu onda… meu “Pai” te ama” (Mc G15) Alguém censurou? Até em horário nobre numa TV a música tocou. Pergunto: Não seria, de certa forma, apologia a droga e a sexualidade? Já que a maioria das pessoas cantavam “Meu Pau te ama”. Onde estão as críticas midiáticas?

    Fazendo outra avaliação: em 2009, através de uma lei aprovada pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro o Funk foi considerado, e é, Patrimônio Cultural. No Funk existe dança sexy e letras semelhantes ao pagode baiano. Mas eu vou criticar? Ninguém é obrigado a escutar musica tal, ou estilo tal. Somos livres, Yonara Santos e Sibelle Fonseca. Vocês carregam o jornalismo no sangue e sabem o quanto o jornalismo foi censurado no passado. Censurar a dança?? A música?

    Pergunto: Alguém estava obrigando as jovens a dançarem? Alguém viu segurando no braço ou apontando uma arma dizendo “dance”?? Tenho certeza que não. Criticar a direção do Colégio?? (rs) Ai meu Deus!! Vão lá ver as dificuldades que o colégio e seus professores passam diariamente.

    Sim, de fato existem coisas que podem ser modificadas. Mas requer muito trabalho, tanto da comunidade, do poder público e da sociedade em geral. E acredito que não estaremos aqui para ver essa transformação quando acontecer.

    Enfim, já me alonguei bastante.

    Como tenho a liberdade de expressão, considero, para uma mulher, a crítica MACHISTA. As MULHERES dançam o que ela quiser. Tenho certeza que se fosse o contrário, um HOMEM criticando a dança das jovens, o mesmo estaria sendo escrachado por mulheres que se dizem feministas.

    Vejo que até as mulheres são machistas. Mas como diz a matéria: “Com a palavra, a direção do Colégio Rui Barbosa”.

  15. Bom ! Sou aluna do Rui Barbosa desde da 5 série e hoje estou no último ano , e não admito vê um absurdo desse que estão falando em relação ao colégio , o colégio mais velho que existe para a população que não tinha condição de estudar no Edson Ribeiro . Estava presente e sei o quanto o diretor Rogério se esforçou para que ficasse tudo perfeito pq ele sim batalha para que o Rui seja um colégio de respeito e de alunos exemplares . pois na direção dele voltou fannah , os projetos como doação de sangue junto com o Hemoba e arrecadações de alimentos para doar para o sanatório Senhora Maria de Fátima ele sim valoriza o Rui e que na gestão dele há organização pois tem lanche para os alunos que nem isso tinha e posso afirma sim que foi uma GINCANA de respeito , que não existiu se quer bebida alguma e se for por uma dança todo mundo dança ele só não iria quebrar as pernas de tudo mundo que estava lá , e a banda não era banda que não respeita a mulher , alguns componentes dessa banda faz parte do Rui , se formaram lá , existiu até pé de serra que foi ótimo , o mal é que as pessoas não sabe oq aconteceu e julgou pelo fato de uma menina ter dançado isso é revoltante . Sou e sempre fui Rui Barbosa

  16. Basta ler os comentários para constatar que a nossa juventude está relegada ao fracasso. Eles não se tocaram sobre o que está acontecendo. Mas também, ouvindo som de merda só vai produzir pensamento bosta . Se liguem, guris e gurias.

  17. Mário, você não leu a matéria parece. Não se trata de “mulheres “. Mas de crianças e adolescentes. Eu, hein! Deixa de demagogia

  18. Parabéns ao blog por abordar um assunto interessante. Sou pai e me preocupo com essas coisas. É não é caretice, não. É oferecer uma oiyta coisa. Ou os educadores não conseguem oferecer? Onde está o problema. Vocês deveriam era promover uma toda de debate com os alunos. Fica a sugestão.

  19. sem identificação

    deveria ver os absurdos das estruturas do colegio, fios expostos, aulas vagas, falta de pintura, lixo na entrada, salas sem lâmpadas onde a note temos dificuldade para ler o quadro

  20. Parabéns cibele Fonse pela sua visão ampla de valores a serem cultivadas pelos nossos jovens que são considerados como o futuro do nosso país. Sou mãe atenta,e não admito que Direção e professores achaem normal esse tipo de exibição.

  21. Estive presente na gincana e como mãe fiquei muito orgulhosa da participação dos meus filhos , porém não admito como normal o comportamento dos responsáveis pela escola.Até quando a escola vai ser conivente com essas apresentações para festejar uma vitória?

  22. Nosso país está passando por momento denigrente. Infelizmente os valores estão se perdendo ,uma vez que se acha normal adolescentes exibirem seu corpo dançando ao som de música com letras pejorativas que mancham a integridade .É inadmissível que se faça apologia a esse tipo de comportamento exibido pelos alunos , uma vez que o processo educativo deve ser pautado nos princípios de boa conduta , oferecendo aos educandos possibilidades de crescerem intelectualmente, acreditando que a juventude não permanece para sempre.Querer macular a imagem da jornalista Cibele Fonseca, respeitada em toda região, é o mesmo que acreditar na juventude como supérflua. Acho uma falta de respeito chamar a opinião da jornalista de fofoca , considerando que vivemos em uma sociedade de valores deturpados.

  23. Por Favor ! Vivemos Em Um Mundo Onde Ninguém Incentiva Ninguém A Fazer Nada. Isso é Só Mais Uma Forma De Atacar o Nosso Querido Colégio. Vou Dizer Uma Coisa Para Voocs , Façam Melhor. Parem De Querer Se Glória Com Essas Coisas. Isso é Muito Feio ! Infelizmente Tem Meninas Um pouco “Impulsivas” Mas Isso Nn Leva Ao Fato Que Nossa Escola tá Aliciando Os adolescente Ao Consumo de bebidas. Pelo Contrário. Esses Tipos de Coisa Nunca Entraram na Nossa Escola, Então Peço Que Por Favor Quem Nn Conhece a Minha Escola Nn Fale Mal Dela.

  24. Aluno sem identidade 2017

    Isso é Inadmissível,atacar o nosso querido Rui Barbosa,De uma forma tão cruel,quer dizer que ralamos muito no sol atrás de alimentos,e não podemos se quer dançar? Isso tenho certeza que é inveja e não ter um diretor com tanta responsabilidade,e saber reconhecer os esforços dos alunos.
    Tenho certeza que apologia não foi,sabe porque?Ninguem foi obrigado a dançar,a todo instante a gestão do colégio Tomava o microfone dos vocalistas,para orientar os alunos,tinha policiamento etc…..
    Conheço o pessoal da banda,são uma banda de respeito,Não usam drogas,não bebem se quer nenhuma bebida alcoólica.
    Por sinais são a melhor banda da Região,então Sr• Sibelle Fonseca não Tente mostrar esse lado Negativo do nosso CERB,mostre também O lado Dos mas de 100 doadores de Sangue,mostre Dos mas 1000 kg de alimentos arrecados e doados……
    Melhor Banda,Melhor Diretor,melhores alunos..
    Lembre – se o nosso Rui Barbosa, não é o que vocês Falam,não é o que vocês pensam….

  25. Bom dia, como Conselheira do CMDDM, Conselho de Defesa dos Direitos da Mulher em Juazeiro, acompanhei a reportagem do Pretonobranco e da preocupação do mesmo em alertar a sociedade de como as mulheres são vulgarizadas por grande maioria de letras das músicas veiculadas na mídia e nas festas em geral. O chamamento é por que são adolescentes que também estão garantidos sseus direitos no ECA e são mulheres que na sua grande maioria são vitimizadas e violentadas a todo instante pelo sistema capitalista, machista, racista e enquanto controle social e acompanhador do enfrentamento das diversas formas de violência. Acreditamos que a reflexão não perpasa pela ideia da gincana e do cunho social em ajudar a outras instituição ou pessoas e sim, de refletir sobre o fato em si enlucidado no combate a violência as mulheres e neste pinto as adolescentes que no seu afã não se dão conta da letra que está por trás da melodia. Fui professora substituta do Colégio Rui Barbosa, instituição reconhecida e respeitada que ao longo de sua existência tem formado pessoas para vida. O pretonobranco evid3ncia uma trajetória de enfrentamento a violência que mesmo combatendo diuturnamente, as mulheres sempre são as vítimas. Nenhum direito a menos.

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