Apenas três em dez brasileiros querem a legalização da maconha

(foto: reprodução)

Brasileiros ainda são resistentes à legalização da maconha no Brasil, segundo estudo feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, entre os dias 10 e 14 de fevereiro. Questionados sobre a legalização ao uso da maconha, 64,6% disseram que são contrários, 30,7% afirmaram que são favoráveis e 4,7% não sabem ou não responderam.

Ainda segundo a pesquisa, o percentual quase não se altera quando a pergunta é sobre a legalização do plantio da maconha no Brasil: 65,8% disseram ser contra, 30% a favor e 4,2% não sabem ou não responderam.

Os mais resistentes à legalização do uso da maconha são os homens (66,1% contra 63,2% das mulheres). Já no recorte por idade, são os brasileiros com faixa etária entre 45 e 59 anos os mais resistentes (70,7% contrários). Por escolaridade, o percentual de contrários à legalização é maior entre os brasileiros com ensino fundamental completo (75,4%). Por região, a resistência é maior entre brasileiros que moram nas regiões Norte e Centro-Oeste, 75,4% contrários.

Já em relação à legalização do plantio da maconha, a restrição é maior entre homens (67,8%), com faixa etária entre 45 e 59 anos (72,8% contrários), com ensino fundamental completo (75,9%). Por região, a resistência é maior nas regiões Norte e Centro-Oeste, com 70,7% de entrevistados contrários.

O Instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.402 brasileiros em 208 municípios das 27 unidades da federação por meio de questionário online. O grau de confiança é de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente dois pontos percentuais para os resultados gerais. Nas análises por localidade a margem de erro chega a 5,5 pontos percentuais.

Bocão News

1 comentário

  • Cesar Ivanildo da Silva disse:

    Deviam ter perguntado o por quê de serem contra a legalização , que é a seguinte : no Brasil a maconha está associado a pobres , pretos , mulatos , brancos pobres , a favelas . Como se a classe média branca não tivesse entre seus membros pessoas que fumam maconha .

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