“Trazer o corpo de Bia pra cá é um alívio pra mim”, diz Lucinha Mota, sobre transferência dos restos mortais da filha

Será hoje (6), às 16h30, a cerimônia de transferência dos restos mortais da menina Beatriz Angélica Mota, assassinada aos 7 anos, para o Memorial SAF, na cidade pernambucana.

Beatriz foi assassinada com 42 facadas, na noite de 10 de dezembro de 2015, durante uma festa de formatura no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina. A menina estudava na instituição de ensino das salesianas, onde seu pai também era professor.

Após 3 anos e 4 meses do crime brutal, a polícia não conseguiu desvendar o assassinato, que segue impune.

Durante este tempo o corpo da criança estava sepultado no cemitério da localidade de Lagoa da Pedra, interior de Juazeiro, onde residia com a família.

Lucinha Mota falou ao PNB sobre o significado deste momento para a família.

” É um momento muito difícil, de muita emoção, mas também muito especial, porque é uma homenagem a nossa Beatriz. Eu nunca fui ao Cemitério de Lagoa da Pedra, nunca tive coragem, mas por incrível que pareça, aqui no memorial eu participei de toda preparação do local onde ela vai ficar. É algo diferente, ela vai ficar em um jardim, tudo feito com muito esmero, como minha princesa merece. Trazer o corpo de Bia pra cá é um alívio para mim, vai ficar mais pertinho da gente. Essa é uma linda homenagem,” declarou Lucinha.

Sandro Romilton, pai da menina, reforçou o convite para a cerimônia de transferência.

“Conforme já havíamos anunciado, estaremos realizando a transferência dos restos mortais de Beatriz neste sábado (6). A exumação será feita no cemitério da Lagoa da Pedra, interior de Juazeiro-BA. Não haverá cortejo.  Aproveitamos para convidar a todos para esse momento de amor e solidariedade”, disse o pai.

Da Redação 

 

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