Petrolina: Sintomas da mulher que morreu no HU, eram da gripe NH1N1, diz instituição

 

A morte de uma mulher, identificada como Nadjilla Francilene Lopes Furtado, de 38 anos, na madrugada desta quinta-feira (06), em Petrolina, chama atenção para um possível caso da Gripe H1N1, na região.

De acordo com as informações, a assistente social estava internada há 14 dias no Hospital Universitário de Petrolina. Após o óbito, familiares optaram por realizar um exame particular no corpo de Nadjilla, que teria comprovado a causa da morte como sendo a Gripe H1N1.

O caso ainda não foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), mas em nota, o HU afirmou que o perfil da paciente era compatível com os sintomas do H1N1. A instituição também informou que “um laudo conclusivo ainda será emitido para confirmar a causa do óbito”.

A vítima era natural Marizópolis, região de Sousa, no Sertão da Paraíba.  O corpo de Nadjilla está sendo velado no centro catequético da Paróquia Santa Luzia, localizada na Cohab Massangano e o sepultamento será realizado nessa sexta-feira (07), na Paraíba.

 

Veja a nota do HU

O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco – HU-Univasf/EBSERH informa que no dia 28 de maio recebeu paciente com quadro clínico compatível ao perfil sintomático de infecção pelo vírus influenza A-H1N1. Sendo assim, foram realizados os exames necessários visando confirmação da suspeita de contágio. Os resultados serão disponibilizados diretamente aos órgãos de vigilância epidemiológica municipal e estadual, com data prevista para o dia 16 de junho. A partir do laudo conclusivo, as secretarias municipal e estadual de saúde poderão tomar as providências cabíveis caso haja confirmação de infecção por vírus A-H1N1.

Outro caso

Em fevereiro deste ano, um homem de aproximadamente 50 anos, residente em Petrolina, foi o primeiro a morrer por gripe neste ano em Pernambuco. O dado foi divulgado Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).

A vítima morreu por influenza A não subtipada, ou seja, o exame laboratorial não detectou se o homem teve H1N1 ou H3N2.

Vacinação

De acordo com a coordenadora de imunização da Prefeitura de Petrolina, Mariana Araújo, as doses  da vacina que restaram após a campanha de imunização não estão sendo disponibilizadas para a população em geral. A vacinação continua apenas para o grupo prioritário e crianças que necessitam da segunda dose, ao contrário do que está acontecendo em outras cidades.

Ainda de acordo com ela, o Ministério da Saúde enviou ao município apenas doses especificamente para a campanha,  que encerrou na última sexta-feira (31), e que Petrolina não recebeu novas doses.

O Ministério da Saúde recomendou não abrir a vacinação para o público em geral se o estoque estiver baixo.

 

Da Redação

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