Trabalhadores protestam contra as taxas cobradas no Mercado do Produtor de Juazeiro-BA

 

Na madrugada desta terça-feira (25), trabalhadores que atuam no Mercado do Produtor de Juazeiro-BA realizaram uma manifestação em frente a entrada principal do entreposto comercial. Com os carrinhos, usados por eles para carregar mercadoria, eles impediram a entrada de veículos e ambulantes no Ceasa.

De acordo com informações apuradas pelo Preto No Branco, os trabalhadores protestaram contra as taxas cobradas pela Autarquia Municipal de Abastecimento. Além disso, eles também reclamam da exigência para o uso de placas nos carrinhos utilizados por eles.

“São muitas exigências. Eles já cobram taxas abusivas e ainda querem que pagamos para emplacar os carrinhos. O que eles querem é impedir o nosso trabalho. Dependendo disso aqui”, declarou um profissional.

Ainda de acordo com as informações, o protesto acabou por volta das 5h30, após intervenção policial.

O PNB está em contato com a AMA para obter mais informações sobre o ato.

Outras reclamações

No último dia 08 de maio, o Portal Preto No Branco relatou a história do casal Felisberto Carvalho, 46 anos, e Tatiane Bezerra, 36 anos, que há três anos comercializavam marmitas de cuscuz no interior do Mercado do Produtor de Juazeiro-BA. Apesar desta ser a única fonte de renda dos dois, de acordo com eles, há três meses a diretoria da central de abastecimento, começou a proibir os ambulantes de comercializar refeições preparadas fora do estabelecimento.

Com a decisão, o casal passou a vender as marmitas próximo a entrada do Mercado do Produtor. Mas ainda assim, vem enfrentando resistência por parte da administração. “Proibiram que o pessoal entre com as marmitas no mercado. O pessoal da administração obriga que os guardas proíbam que entremos no espaço para entregar as marmitas aos nosso clientes, e até mesmo proibiu que os clientes entrem com mais de uma marmita”, relatou Felisberto.

(Veja a matéria completa aqui)

No dia 21 de maio, nossa equipe esteve no Ceasa e ouviu diversas reclamações sobre a falta de espaço e organização no entreposto. Os trabalhadores também reclamaram das taxas cobradas.

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Da Redação

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