Editoriais

Sobre o Nego D’ água e a Mãe D’água? O Ministério Público de Pernambuco deve ter mais o que fazer

“A Mãe d’agua, o “Nêgo d’agua” e eu estamos intimados pelo respeitável Ministério Público do Estado de Pernambuco, no dia 29/07 a prestar depoimento no Procedimento Investigatório Criminal (sic). A queixa, baseada em elucubrações de fanáticos religiosos que o respeitável MP aceitou tem por finalidade a retirada das Obras de Arte do espaço público comum a todos: O Rio São Francisco!” Assim se manifestou, na sua página de uma rede social, o ...

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O silêncio na sala de estar-Por Álamo Pimentel

O silêncio age como dispositivo que orienta nossos gestos e ações. Quanto menor for o grupo, maiores serão os efeitos do silêncio da produção de fronteiras sociais. Nas sociedades do presente revela-se como um operador de engrenagens que além de fortalecer limites para a autogestão de pequenos grupos sociais, produz transposições da vida pública para a vida privada. Os debates que antes ocupavam as ruas e praças das cidades desaparecem ...

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Da televisão à internet e os interesses do mercado por Ivânia Freitas

“Vivemos um período de sincronização de todas as linguagens e de quase todas mídias que já foram inventadas pelo ser humano”. Essa frase de Lucia Santaella em seu livro – ‘Culturas e Artes do pós Humano: da cultura das mídias à cibercultura’ nos provoca a pensar que vivemos em um tempo ‘incomum’ e fantástico, onde as formas de comunicação mudaram, avançaram, saíram do lugar e modelaram a forma como nos ...

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Rap ecológico e consciente: o Rua 16 Rap-Ragga lança o seu primeiro EP “Manifesto”

Na famosa rua Tiradentes, também chamada rua 16, do Bairro Santo Antônio, em Juazeiro-BA, nasceu o ‘Rua 16 Rap-Ragga’, grupo de rap que leva o mesmo nome da rua em que os seus integrantes moram e se conheceram. O sonho de dois jovens de se tornarem Mc’s deu início à história do “Rua 16” quando, em 1999, Iangue e ‘Bafete’ compuseram a primeira música do grupo, “Na fé firmão”. Em ...

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40 anos de Raimundo Fagner- Por Carlos Castro

E um som novo vem lá do Norte. O ano é 1973, uma voz inconfundível acompanhada por instrumentos irreparáveis dão o tom de uma musicalidade diferente que passa a chamar a atenção dos ouvidos brasileiros. Já gravado por notáveis como Elis Regina, Wilson Simonal e Ivan Lins, era chegada a hora de dar vazão ao enorme talento com sua voz própria, estilo de cantar marcante, determinante do sucesso iminente. Agora ...

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XV de Julho por João Gilberto Guimarães Sobrinho

XV de Julho É que onde eu nasci passa um rio, correnteza de alegrias de tantas frutas e gentes no tabuleiro verdejantes águas movendo sorrisos e sonhos na sombra, de um frondoso Juazeiro guarida dos encontros de ribeirinhos e vaqueiros, ramos que se alastram nos contornos da história de pescadores e tropeiros. dorme ainda o Nego dágua na escultura sonhandoSaldanhas marinhos entre outras aventuras ao som de balsas e velhos ...

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Motivos para você sair de casa (semana de 14/07 a 20/07)

Veja a programação do Festival da Sanfona que acontece do dia 14 a 16 de julho clicando aqui. Programação completa do ‘Virada Cultural’ que comemora o aniversário de Juazeiro e acontece também nos dias 14 a 16 de julho Quinta-feira (14)  Xote, axé e baião no Cais do Porto com Xandão Quinta e Sexta Musical no Juá Garden Shopping Sexta-feira (15)  Programação especial do aniversário de Juazeiro no Juá Garden ...

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“Cantar é fácil, difícil é ficar calada!” – Mulheres se reúnem em encontro para discutir música e emancipação feminina.

Por Ananda Fonseca A junção de vários preconceitos vividos pela organizadora, Candyce Duarte, enquanto musicista, como também a percepção da falta de mulheres ocupando os espaços de instrumentistas nas bandas, fez surgir o  evento “Mulher e Música – Empoderamento e Emancipação” que aconteceu na Univasf. “Um encontro que deveria acontecer semanalmente”, sugeriu Lúcia Costa. Professora de música de Petrolina, dona de uma sabedoria e bom humor que exalam pelos poros, Lúcia ...

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Ofício de Fateira por Álamo Pimentel

  O trabalho humano transforma a natureza ao mesmo tempo em que transforma, produz e expande diferentes expressões da nossa humanidade. Na semana em que Juazeiro comemora os seus 138 anos de emancipação política, elegi o ofício das fateiras como símbolo da cidade que me ensinou a ver o mundo com um pé no Rio São Francisco e o outro na Caatinga. As fateiras constituem um grupo social cada vez ...

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“Não podemos mais tolerar o que dura” por Ivânia Freitas

A solidez dos fatos, dos atos, dos modos, das roupas, das músicas, dos gestos, dos afetos, das relações de trabalho, das organizações, das propostas, das indagações, das sensações, da palavra. Tudo que pode durar parece ser hoje descartável, evitado, temido. A opção tem sido pelo que Bauman chama de ‘liquidez’ dos tempos. O tempo onde tudo é rápido, não resiste mais do que poucos segundos, poucas horas, poucos dias, poucos ...

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