Preto no Branco

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Sobradinho: Prefeito Luiz Vicente visita escolas municipais

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Durante esta semana, o Prefeito Luiz Vicente Berti visitou unidades de ensino da rede publica municipal. Ele foi pessoalmente entregar equipamentos eletrodomésticos, materiais escolares, e inspecionar os resultados das reformas e benfeitorias realizadas nas escolas.

As comunidades do Pré-Escolar Lulu e da Escola Municipal Maria Ribeiro receberam o prefeito, que estava acompanhado de seu vice Paulo Lima e da secretária de educação Ducilene Kestering, calorosamente e interagiram com o gestor.

Na Escola Municipal Maria Ribeiro, o prefeito inspecionou as instalações da nova cantina e dos bebedouros que foram recentemente entregues para a comunidade escolar e conferiu os Kits do Acerta Brasil, um material didático destinado ao aprimoramento do desempenho dos alunos em avaliações.

O Pré-Escolar Lulu, que também recebeu a atenção da gestão, teve os banheiros reformados, renovação dos pisos das salas de aula e da cantina, seguindo as orientações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Na unidade escolar, o prefeito visitou as instalações e conversou com a comunidade escolar.

“As reformas realizadas nos ambientes de cantinas escolares somam-se aos nossos esforços constantes, que visam melhorar a qualidade da merenda que atualmente é oferecida nas instituições de ensino do município para nossos estudantes. Durante os cinco dias da semana, é garantida uma merenda adequada feita em um ambiente higiênico e por mãos capazes”, declarou a secretária de educação Ducilene Kestering.

Além de inspecionar as reformas, o prefeito destacou que o objetivo da visita era ouvir as crianças e verificar de perto os investimentos realizados no desenvolvimento da educação pública no município.

“Trabalhamos diariamente para o desenvolvimento de Sobradinho, investimos em educação de qualidade, por isso viemos conferir o resultado do investimento de nossa gestão. Eu vim aqui provar e aprovar a merenda escolar planejada por uma profissional da nutrição, e executada pelas mãos das equipes de merendeiras que cuidam da alimentação dos nossos estudantes”, concluiu o prefeito Luiz Vicente.

Ascom PMS

17º Forró do Vaqueiro de Sobradinho: “Serão 4 dias de festa, com grandes shows, cultura e fé”, anuncia Prefeito Luiz Vicente Berti

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Novidade no Forró do Vaqueiro 20019. A Prefeitura de Sobradinho, promotora do evento, está investindo em um novo formato da festa, e agora serão quatro dias de evento.

A 17º Edição do Forró do Vaqueiro será aberta no dia 1 de agosto, quinta feira e vai até o domingo, 4, com uma programação cultural, religiosa e de grandes shows no Pátio de Eventos da cidade.

” Nossa gestão é feita de forma participativa e, ouvindo alguns segmentos da comunidade, como comerciantes, investidores da festa e o público, fomos convencidos a realizar quatro dias de Forró do Vaqueiro. A festa cresceu nos últimos anos, atraindo visitantes e isso movimenta nossa economia, gera renda para o município e promove o entretenimento para o povo de Sobradinho. Teremos uma programação cultural rica e shows de artistas de renome nacional, que juntamente com a prata da casa, farão uma grande festa”, anunciou o Prefeito Luiz Vicente Berti.

Programada para o período de 1 a 4 de agosto, a edição 2019 do Forró do Vaqueiro, quando sobradinho completou 30 anos de emancipação política, promete ser a maior e melhor dos últimos tempos.

Confira a programação de shows já confirmados:

Quinta, 1 de agosto: Xandy Aviões, Walisom, Paixão di Vaqueiro, Arreio e Sela

Sexta, 2: Chico Sena, Lenno, Tayrone e Página Virada

Sábado, 3: Ney Alves, Vitor Fernandes, Jonas Esticado e Laura Moral

Domingo, 4 Leandro do Gado, Brega e Vinho, Zeca Bota Bom, Saia Rodada e Sergio do Forró

” A programação também foi montada ouvindo os amantes da festa, que sugeriram alguns nomes de artistas para a grade de shows. Fizemos nosso planejamento e já contratamos atrações nacionais e regionais de peso e que estão no roteiro das grandes festas do nordeste, como Aviões, Tayrone, Saia Rodada, Lenno, Ney Alves, Jonas Esticado, entre outros, priorizando também nossa prata da casa. Vamos repetir o sucesso dos anos anteriores, realizando uma festa bonita, participativa, onde as pessoas brincam com toda segurança e animação”, revelou o prefeito.

O Prefeito Luiz Vicente Berti também chamou atenção para o domingo, ponto alto do Forró do Vaqueiro, quando acontece o Café da Manhã dos Vaqueiros, Desfile, Missa dos Vaqueiros e o Forró da Espora.

“O domingo do Forró do Vaqueiro é um espetáculo cultural! A cidade se prepara para receber os vaqueiros de toda região e Sobradinho se transforma num polo da cultura nordestina, reverenciando os heróis sertanejos, que aproveitam cada minuto da festa, com muito orgulho e animação. A Missa do Vaqueiro é uma cerimônia carregada de fé e emoção, é quando os protagonistas da festa celebram e se confraternizam. Convidamos todo o Vale do São Francisco e cidades circunvizinhas para participarem desta grande festa de homenagem aos nossos vaqueiros nordestinos”, concluiu Luiz Vicente.

Ascom PMS

 

 

“Rendam-se! João Gilberto é universal e transcende”, por Sibelle Fonseca

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(foto: reprodução/internet)

Eu já nasci sabendo que na minha cidade existia um gênio, João Gilberto. A Bossa Nova, conheci bem depois. Antes, conheci Dona Patu, sua mãe e vizinha da minha melhor amiga, Patrícia Lane, filha de Dona Gessy e seu Amadeus. Fui algumas vezes a casa daquela senhora de cabelo branquinho e muito amável, que gostava de sentar na porta. Estudei no Instituto Imaculada Conceição, de “tia Vivinha”, irmã de João Gilberto e frequentava a Boutique infantil “Rosa Amarela”, da cunhada de João, e seu irmão vivia lá.

Eu tinha uns dez anos quando D. Patu morreu e guardo uma cena deste dia. Fiquei atrás das árvores da praça da catedral, assistido ao caixão da boa velhinha sair da igreja. Eu estava lá por ela, e também para ver o gênio, mesmo que de longe. E o vi, segurando uma das alças do caixão. Lembro que meu coração bateu forte e eu nem sabia o porque mesmo.

Lá pra meus 14 anos, fiquei doida por música e conheci a Bossa Nova. Aprendi algumas canções. Adorava cantar “Lobo Bobo” e, claro, “Chega de Saudade”.

Mas foi com Edésio Santos, meu mentor e parceiro musical, que cheguei mais perto de João Gilberto. Edésio falava muito em João e eu adorava ouvir as histórias dos dois. Edésio não gostava nada quando diziam que ele tinha sido professor de violão de João, e, ético como sempre, fazia questão de esclarecer ” Não tem nada disso. A gente aprendeu junto”, retrucava, meu amigo, meu pai preto, meu ídolo.

Edésio tinha um relógio com agenda, daqueles bem modernos pra época. Foi um presente de João. Nos nossos ensaios, que sempre terminavam numas “farrinhas” bacanas, ele me pedia para olhar o número de João na agenda e ligar. Ele queria falar com João e queria que eu falasse com João, realizando-me um sonho. Fiz isso várias vezes e nunca conseguimos um contato. Eu via a decepção no rosto de meu amigo, que além da saudade do seu parceiro, queria me honrar, com este contato telefônico.

Há pouco mais de 21 anos, quando Edésio se foi, eu ajudei no funeral e peguei com Dona Lalinha, sua esposa, o relógio presente de João. Busquei o número na agenda e arrisquei uma ligação, sem nenhuma esperança de ser atendida. Mesmo assim, o coração triste faltava sair pela boca. E se ele atendesse? Em fração de minutos ensaiei o texto da notícia que eu queria dar a João, honrando o relógio com agenda de meu amigo Edésio, que tinha o número do papa da Bossa Nova. E num é que, já quase para cair a chamada, ele atende com aquela voz mansa que me estremeceu até o fio de cabelo. – Alô?, disse João. Eu me apressei: – Aqui é Sibelle, amiga de Edésio, estou ligando para dizer que ele acabou de partir (acho muito feio dizer morreu ou faleceu). Ouvi um silêncio sepulcral, mas esperei na linha. E ele, docemente perguntou meu nome. Eu disse outra vez: – Aqui é Sibelle, amiga de Edésio, estou ligando para dizer que ele acabou de partir. Mais silêncio, até que ouvi dele: “Ô, meu amigo partiu. Vou pedir a minha irmã para levar a coroa mais bonita que puder para ele. Transmita os meus sentimentos a família”. Me agradeceu, gentilmente, me deixando sem fala.

Sibelle e Edésio (violão) (foto: arquivo)

Não demorou muito para que sua irmã, Maria Olívia, a minha Tia Vivinha, entrasse com a coroa mais bonita que pudesse levar.

Eu já atuava em jornalismo nesta época e fui anti-ética, confesso. Edésio há de me perdoar. Roubei o número de João. Anotei o número de João na minha agenda, porque aprendi que um bom jornalista é aquele que tem uma agenda rica. Quem sabe um dia eu precisasse?

Anos depois, num dia 15 de julho, aniversário de Juazeiro, repórter e apresentadora da TV regional, pensei numa matéria com filhos ilustres homenageando sua terra natal. João encabeçava a lista e eu tinha o contato dele. Pensei: “Ligo ou não ligo? E se ele me der um “fora”. Dizem que ele não gosta de Juazeiro. Que é um chato, um grosseiro maniado e doido. Ele vai me tratar mal”.

Deixei-me guiar pelo tal faro jornalístico e liguei, morta de medo, mas liguei. Coragem é fazer, mesmo com medo. E num é que, já quase para cair a chamada, ele atende com aquela voz mansa que me estremeceu até o fio de cabelo. – Alô?, disse João. Eu me apressei: – Aqui é Sibelle, amiga de Edésio, jornalista da TV aqui, e estou ligando para te pedir um depoimento sobre Juazeiro, que está aniversariando. Algo curto, simples (eu queria economizá-lo)”.

Ouvi um silêncio sepulcral, mas esperei na linha. E ele, docemente, se desculpou e disse que não tinha muito o que dizer, porque estava longe há muito tempo. A justificativa, encorajou-me a insistir – “Só uma falinha rápida, João? Dizendo do seu orgulho de ser juazeirense”. Ao que ele me respondeu, docemente: ” Agora, eu não quero falar. Outra hora, quem sabe?” Entendi, agradeci, e nos despedimos.

Nunca mais recorri a minha agenda que tinha o número da casa de João, um privilégio que eu ostentava.

Hoje, quando é ele que parte, lendo algumas manifestações ao seu respeito, quis contar essa história real e com testemunhas. Uma forma, claro, de me sentir importante porque falei com um gênio, por duas vezes. Mas sobretudo para defendê-lo dos imbecis que viveram e vivem, até agora, com sua morte, julgando-o, e até menosprezando a sua obra, de reconhecimento universal, espalhando asneiras sobre ele.

Calem-se! Respeitem os superiores! João Gilberto sempre foi elevado! Um gênio não enterra umbigo, não tem pátria, nem terra natal. Rendam-se! João Gilberto é universal e transcende. Ouçam vocês ou não, gostem vocês ou não, a obra de João Gilberto, o Papa da Bossa Nova, que levou o nome de Juazeiro para o mundo, está eternizada.

Disse o poeta Luiz Galvão: “Joazinho viveu e morreu como quis, sendo ele mesmo, em tempo integral”. João é gênio, astro, gente, som, poesia, intensidade, alma e luz.

Viver em tempo integral sendo o que se é , é para os altos! João é gênio, astro, gente, som, poesia, intensidade, alma e luz. Guardem-se nas suas pequenezes, ou me digam: E vocês? Digam aí quem são vocês?

Sibelle Fonseca é radialista, juazeirense apaixonada, militante do jornalismo, pedagoga, feminista, conselheira da mulher, mãe de quatro filhos, cantora nas horas mais prazerosas, defensora dos direitos humanos e uma amante da vida e de gente.

“Olha lá o João Gilberto”! João Gilberto por Luisão Pereira  

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[Descansa em paz, meu mestre, gênio e vizinho.]

Segue algo que escrevi sobre ele uma vez:

Era o ano de 2000, eu estava no aeroporto do Galeão, com a Penélope (banda que toquei por oito anos) aguardando a hora de entrar num voo pra Porto Alegre, quando alguém da equipe falou:

– Olha lá o João Gilberto!

Não era novidade que eu sempre tive orgulho de falar da minha admiração e de alguma forma, “ligação”, já que o cara era da minha cidade e conhecido do meu irmão mais velho.

Ai, num tom de sacanagem, alguém disse:

– Não vai falar com o seu amigo não, Luisão?
Todos riram!

Foi ai que me dei conta que realmente era ele mesmo, João Gilberto, o mito em pessoa.

Deu um frio na barriga, ainda maior do que eu sempre sinto ao entrar num avião.

Lucy Vianna era nossa empresária na época. Ela era inglesa. Pra ela, quando eu falava que João Gilberto havia nascido na minha rua, três casas depois pra ser exato, e que eu o via por lá quando eu era criança. Equivaleria a ela contar o mesmo pra mim, tendo como personagem o Paul McCartney.
Eu também não acreditaria.

Ela também engrossou o coro dos que queriam me empurrar até o cara:

– Vai lá lulu!

Com um olho na brincadeira e outro no João Gilberto.

Ele estava na sala de embarque, a uns dez metros de nós, lendo uma revista, sentado na última fileira.

Haviam várias cadeiras vazias, perto dele só o violão ao lado dos pés e uma mulher com cara de vigilante da paz. Mas eu não podia deixar todos rirem da minha cara daquela forma, além do que, falar com João Gilberto não seria uma má ideia – poderia ser uma péssima! (claro que pensei isso também).

Mesmo assim, peguei um pouco da coragem e da tranquilidade que São Rivotril me dava em aeroportos e saí em direção ao cara.
Foram alguns dos passos mais longos da minha vida.

Durante o curto caminho, eu ia pensando: Cacete, tô fudido, que zorra é que vou falar?

Cheguei na frente dele e parei. Ele fez de conta que não me viu.

Então falei muito baixinho:

– Seu João!? Ei, seu João?

Ele desviou a revista do rosto, e me olhou franzindo a testa. Respirei fundo e insisti:

– Seu João, desculpa te incomodar. Sou Luis, de Juazeiro, irmão de Tatau, fui aluno de Vivinha (irmã dele que tinha uma escolinha na nossa rua). Só vim dar um oi…
Antes deu acabar meu texto decorado ao longo dos passos, João Gilberto largou a revista, emitiu um “hôoo..” acompanhando um sorriso. Levantou-se e me deu um abraço.

Daí passou a me fazer o monte de perguntas:

– Nossa, você é o mais novo? – Como vai o Dr Humberto? (meu pai)
– e sua mãe?
– Você esta indo pra Juazeiro? Seu irmão nunca mais me ligou…

E eu ali petrificado.
A única coisa que eu consegui falar, em resposta a mais perguntas dele, foi que – Sim! Eu morava no Rio.

Ele prontamente pegou uma caneta, um pedaço de papel, anotou um telefone e disse: – Me Ligue!

Todos da banda e equipe ficaram olhando sem acreditar.

Deu a chamada pro nosso embarque, me despedi dele e fui em direção aos meus parceiros.
Voltei ainda mais inflado do que normalmente. Lucy já estava ao celular com Herbert Vianna, (marido dela) contando o que acabava de testemunhar.

Flavão, nosso produtor, 100% carioca, falou com aquele sotacão: – Aê muleque, tirou onda mermão. O cara te conhece mermo! O que é isso ai em tua mão, um autografo?

– Não, o telefone dele!

Respondi, com o olhar de quem parecia não mais temer o voo, afinal eu já estava nas nuvens.

 

Luisão Pereira, músico juazeirense 

“Viveu e morreu como quis, sendo ele mesmo, em tempo integral”, João Gilberto por Luiz Galvão

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Joaozinho, meu querido amigo de infância, um mestre, um iogue, viveu e morreu como quis, sendo ele mesmo em tempo integral, hoje se fala em alguém com energia tóxica , ele aplicava em seu cotidiano, havia pessoa que ele só falava por telefone, outras permitia ir até a porta do quarto, só os verdadeiros permitia a entrada, tive esse privilégio, momento intensos , poéticos e filosóficos.

Lia muito, tinha conhecimento de filosofia , gostava de futebol , vascaíno com eu, e arte em geral, tínhamos uma sintonia incrível ensinou-me coisas como : A nossa mãe é a representação da Virgem Maria.

Nossa sintonia telepática comprovada em vários momentos ligando na madruga e me perguntando se precisa de algo, num dia em que estava com a luz elétrica cortada,vida de poeta é dura, tinha dois anos que não nos falávamos, semana passada me ligou, lembro de nossas conversas: “não esqueça do menino e desse sorriso lindo, dinheiro só presta para comprar coisas”.

O grande final foi lindo, convidou sua amada Maria Do Céu, seu casamento mais duradouro, para jantar se fez bonito no momento definitivo, fechou os olhos e voou, estou vendo agora o momento de silêncio no Maracanã, com olhos embaçado em verde, azul e amarelo, vamos assistir esse jogo junto Jonny, Brasilllll.

https://www.facebook.com/luiz.galvao.7/videos/10212096756172939/

Por Luiz Galvão

Prefeitura de Sobradinho amplia e realiza mais uma etapa do Programa do Leite

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A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social de Sobradinho realizou mais uma entrega do leite para as famílias cadastradas no “Programa do Leite”, no CRAS, antiga sede do CEBEC.

No ato de entrega, os beneficiários do programa também participaram de uma conversa com a Coordenadora do Cras Vanderléa Reis, que falou sobre os serviços que são ofertados pela Rede Municipal de Assistência Social, com foco no Programa o “Cras Vai Até Você”, além de terem os dados cadastrais atualizados.

Segundo o Secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Jailson Silva Souza, o Programa do Leite foi ampliado e passou por uma atualização cadastral.

“Passamos de quinhentos, para seiscentos cadastrados, beneficiando mais famílias das localidades da zona rural do município identificadas por nossas equipes volantes como público alvo do programa, famílias que precisam ser inseridas no programa. Disponibilizamos dois quilos de leite, equivalente a 10 pacotes de 250 gramas, por pessoa cadastrada,” informou o secretário.

O Programa do Leite, considerado o maior programa social do município de Sobradinho, foi criado pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social e tem como objetivo doar leite as crianças (com idade entre 6 meses a 3 anos de idade) e idosos oriundos de famílias de baixa renda, cadastrados nos programas assistenciais do município.

O Programa foi resgatado pela gestão do Prefeito Luiz Vicente Berti, depois de cerca de doze anos extinto. Um importante benefício que garante o desenvolvimento saudável de crianças e suplementa a alimentação dos idosos que, em razão da precariedade das condições econômicas, são privados de uma nutrição adequada.

“O Programa do Leite é um poderoso instrumento de combate à desnutrição infantil, promovido pela gestão municipal. Sobradinho se destaca na região por desenvolver o fortalecimento das políticas púbicas de Assistência Social, como também à proteção à primeira infância. É um programa pelo qual o Prefeito Luiz Vicente tem um grande carinho e investe, disponibilizando para a comunidade uma excelente equipe de colaboradores que trabalha todos os dias comprometida com o bem estar da população”, disse Vanderléa Reis.

Ascom PMS

Secretaria de Saúde de Sobradinho realiza Roda de Conversa sobre Infecções Sexualmente transmissíveis (ISTs) com público jovem

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A Secretaria de Saúde (SMS), através da Equipe de Saúde da Família da Quadra 3, na vila São Francisco, encerrou as atividades do primeiro semestre de 2019 reunindo jovens e adultos para debater sobre as Infecções Sexualmente transmissíveis (ISTs), um problema de saúde pública no mundo inteiro.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o número de jovens portadores de ISTs, vem crescendo na última década. Os especialistas do MS alertam principalmente para o crescimento da Sífilis, que por muitos anos foi ignorada, devido ao destaque dado a AIDS.

A ação da Secretaria de Saúde reforçou o alerta, principalmente entre os jovens, e contou com a participação do medico de saúde da família Franclen Rusvell e da enfermeira Maria Lucivania da Silva, que diariamente atendem esses jovens na UBS da quadra.

“Aproveitamos esse período de férias e festas para alertar a população jovem, atendida pela nossa UBS, para a questão da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. Repassamos informações sobre a vacina da HPV, que tem que ser tomada aos 9 anos pelas meninas e aos 11 anos por meninos; sobre a prevenção de DST’s como um todo, e sobre a segurança durante as relações sexuais”, destacou a enfermeira Maria Lucivania da Silva.

Atenta ao tema, a Secretária de Saúde Maysa Sanjuan falou da importância da açãoativas como essa que levam informações a população de Sobradinho.

“A nossa gestão busca uma coerência com as questões cotidianas da população de Sobradinho. Por orientação do Prefeito Luiz Vicente, fazemos uma gestão participativa e buscamos uma proximidade com nossos cidadãos, para podermos identificar de que forma podemos atendê-los de maneira mais eficiente. Esse atendimento não se resume apenas nas consultas clínicas, mas também se refere a levar informação e promover debates sobre saúde e qualidade de vida”, concluiu a secretária.

Ascom PMS

Bolsonaro é o segundo presidente que mais editou decretos desde a promulgação da Constituição, em 1988

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De acordo com o G1, Jair Bolsonaro é o segundo presidente que mais editou decretos desde a promulgação da Constituição, em 1988. Desde que assumiu a Presidência, em 1º de janeiro deste ano, o novo governo editou uma média de 1,3 decreto por dia: foram 237 determinações em seis meses de gestão, contando atos assinados por Jair Bolsonaro e pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que assumiu a Presidência em diversos momentos em razão de viagens do presidente.

Jair Bolsonaro fica atrás apenas de Fernando Collor, que assinou 351 determinações em seis meses. Depois deles, Lula foi o terceiro que mais assinou atos: em seu primeiro mandato, em 2003, o petista editou 208 decretos.

Veja abaixo:

Fernando Collor: 351 decretos (de março a setembro de 1990);
Jair Bolsonaro: 237 (do dia 1º de janeiro ao dia 30 de junho de 2019);
Luiz Inácio Lula da Silva: 208 (de janeiro a junho de 2003);
Fernando Henrique Cardoso: 184 (de janeiro a junho de 1995);
Itamar Franco: 126 (de outubro de 1992 a abril de 1993);
Michel Temer: 125 (de maio a novembro de 2016);
Dilma Rousseff: 89 (de janeiro a junho de 2011).
(O levantamento leva em consideração apenas os primeiros seis meses de governo nos primeiros mandatos de cada presidente. No segundo mandato, FHC editou 187 decretos no primeiro semestre; Lula editou 130; e Dilma, 90).

Os decretos presidenciais são atos administrativos do presidente da República que têm como função regulamentar leis que necessitam de regras mais claras e efetivas. Além disso, também podem ser editados para mexer em pontos da organização da administração pública, desde que não impliquem em aumento de despesa, nem na criação ou extinção de órgãos públicos.

Apesar de entrarem em vigor no momento da publicação, os decretos se diferem das medidas provisórias, que precisam de aprovação do Congresso para se transformarem definitivamente em lei.

Conforme o G1, com dificuldade de articulação com o Congresso, Bolsonaro tem recorrido aos decretos para implementar promessas de campanha, como a flexibilização da posse e do porte de armas, e acelerar mudanças que, em teoria, deveriam passar pelo crivo da Câmara e do Senado.

O número elevado de determinações no início da gestão têm gerado diversas críticas de parlamentares, que acusam Bolsonaro de querer governar via decreto e de tentar se sobrepor ao Congresso, regulamentando pontos cuja responsabilidade entendem ser de deputados e senadores.

Além das críticas, que já fizeram o presidente recuar – e depois editar novos textos – dos decretos que tratavam da posse e do porte de armas, algumas assinaturas de Bolsonaro também têm sido alvo de questionamentos na Câmara e no Supremo Tribunal Federal.

O STF, inclusive, suspendeu provisoriamente ato publicado por Bolsonaro que extinguiu conselhos, comissões, fóruns e outras denominações de colegiados da administração pública.

Durante o julgamento, o plenário se dividiu em duas posições: os que votaram para impedir o presidente de extinguir, por ato unilateral, qualquer conselho da administração pública federal, e os que entenderam que a proibição ficava restrita apenas aos conselhos mencionados em leis.

Armas
A maior polêmica, porém, diz respeito aos decretos sobre armas, uma das principais promessas de campanha de Bolsonaro.

Depois de Senado e Câmara apontarem diversos pontos inconstitucionais nos textos, sob argumento de que o presidente não poderia modificar pontos da lei por meio de decretos, o governo teve de recuar e revogar as primeiras versões dos atos.

Produtores do Vale do São Francisco já comemoram a retirada de impostos sobre exportações de frutas

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O acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia, nesta sexta-feira (28), criou a maior área de livre comércio do mundo. Juntos, os dois blocos movimentam U$ 17 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB). Reivindicação antiga dos produtores do Vale do São Francisco, a retirada de impostos sobre os produtos agrícolas permitirá, por exemplo, que a uva de mesa produzida na região entre na Europa com tarifa zero.

Os exportadores do São Francisco também terão maior acesso à União Europeia por meio de quotas – para açúcar e etanol –, além do reconhecimento de produtos brasileiros diferenciados, como o vinho.

Em Petrolina (PE), onde recebeu os detalhes das negociações, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais (SPR), Jailson Lira, destacou que o Vale vai se posicionar melhor no mercado internacional.

“Alguns países que concorrem conosco na mesma época de produção de frutas, como Estados Unidos, Chile, Peru e África do Sul, não têm a incidência de taxas da União Europeia. Então, esse acordo é histórico para nós porque coloca Petrolina e o Vale do São Francisco em pé de igualdade com esses competidores, uma vez que respondemos por 98% das exportações de uvas de mesa e 95% de mangas do país”, avalia o representante dos produtores do segmento que gera 100 mil empregos diretos e movimenta aproximadamente U$ 3,8 milhões.

Denominado como “Import Duty”, o imposto sobre importações da UE – que hoje varia entre 4% e 14% da fruta comercializada pela região do São Francisco – só será eliminado após aprovação do acordo por todos os parlamentos do bloco europeu. E, embora a previsão seja de que o processo leve dois anos, o setor agrícola do Vale já comemora.

Segundo Jailson Lira, as exportações brasileiras de frutas movimentam hoje U$ 800 milhões, dos quais 60% em acordos comerciais com o bloco europeu com destaque para os mercados da Inglaterra, Holanda, Alemanha, Irlanda e Dinamarca.

“Consideramos esse acordo um avanço significativo no nosso caixa para os próximos anos. Com a mudança iremos pagar menos impostos e diminuir os custos com a produção”, afirma ele.

De acordo com o Ministério da Economia e o Itamaraty, quando considerado os demais segmentos produtivos alcançados com o acordo para o Brasil, o saldo positivo é ainda maior, de U$ 125 bilhões em 15 anos.

A celebração do acordo elevou os ânimos dos fruticultores e do presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina, que ressaltou o esforço político de ministros, senadores e deputados.

“Estamos extremamente satisfeitos com essa possibilidade e somos gratos aos políticos que atuaram conosco, como o senador Fernando Bezerra Coelho; o deputado federal, Fernando Filho; o prefeito Miguel Coelho; que ainda recentemente trouxeram para a região o presidente da República e a ministra da Agricultura para uma conversa conosco, e essa [celebração do acordo] foi uma das solicitações mais firmes que fizemos”, conclui Lira.

Clas