Preto no Branco

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Prefeito se reúne com diretor da Grupo Estácio e, em breve, Faculdade de Medicina de Juazeiro estará em pleno Funcionamento

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O prefeito Paulo Bomfim se reuniu com o diretor da Estácio, Paulo Faro, responsável pela implantação da Faculdade de Medicina de Juazeiro, e com o investidor local, Ailton Castro, onde foi solicitada demandas ao município, já que avaliadores do MEC virão em breve à cidade para última avaliação de credenciamento.

Toda a estrutura da Faculdade de Medicina está pronta para a realização de aulas, restando apenas o parecer final do Ministério. “Estamos na iminência de receber a visita do MEC à universidade. A gente tem algumas necessidades para fazer para que a faculdade funcione no início do ano que vem. Basicamente é coleta de lixo, transporte público e a questão da sinalização na BR. Fomos, como sempre muito bem recebidos e, aparentemente, não teremos nenhum problema com relação a estes pontos.  Sempre tivemos atendimento 100%, desde o início que viemos conversar, já na segunda fase do programa mais médicos, depois de definido que a Estácio foi a instituição que ganhou o edital para atuar aqui no município”, declarou Paulo Faro.

O diretor da instituição reforça que a ideia é transformar Juazeiro num pólo de formação em saúde. “Estamos muito satisfeitos de ter ganhado esta concessão aqui no município de juazeiro. E nós não só pretendemos implantar o curso de medicina. Na verdade o curso de medicina é o primeiro a ser autorizado, a intenção é abrir outros cursos na área de saúde e mais à frente na área de gestão”, conclui Paulo Faro.

Segundo o prefeito, o município vai cumprir o que foi acordado para que tudo saia dentro do planejado.  “Nós fomos viabilizar a vinda da Estácio para Juazeiro, ainda na gestão do ex-prefeito Isaac Carvalho, quando cadastrou Juazeiro no Mais Médicos para que recebesse um Curso de Medicina. Temos total interesse em fazer com que a Faculdade  esteja apta a funcionar e o nosso município também será uma cidade formadora de médicos”, declara Paulo Bomfim.

Ascom PMJ

Bispo Dom Carlos Alberto Breis receberá título de cidadão juazeirense

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Através da aprovação do Projeto de Resolução  Nº 024/2017 de autoria do vereador Alex Tanuri, o Bispo da Diocese de Juazeiro, Dom Carlos Alberto Breis Pereira receberá o título de cidadão juazeirense pela Casa Aprígio Duarte Filho (Câmara Municipal de Juazeiro). O projeto foi aprovado na sessão ordinária dessa terça-feira (7).

Dom Beto nasceu em São Francisco do Sul (SC), no dia 16 de setembro de 1965. Realizou a profissão religiosa no dia 31 de agosto de 1991, em Olinda (PE). Cursou Filosofia no Instituto Salesiano e Teologia, no Instituto Franciscano. É mestre em Teologia com especialização em Espiritualidade pela Pontifícia Universidade Antonianum de Roma. Foi ordenado presbítero em 20 de agosto de 1994, em Fortaleza (CE).

Na caminhada sacerdotal atuou em diferentes atividades. Foi mestre de frades professos temporários (1994 a 2002 e 2009 a 2011), secretário provincial para a formação e os estudos, delegado do Serviço para a Formação e os Estudos (Serfe) por dois mandatos. De 2012 a 2014, exerceu o cargo de vigário provincial. Foi presidente da Conferência dos Ministros Provinciais do Brasil (2015-2016) e atualmente é bispo da Diocese de Juazeiro.

Ainda será marcada a data da solenidade.

Ascom

Coletivo de policiais baianos progressistas lança manifesto: “Porque rejeitamos e somos contra Bolsonaro”

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O coletivo de Policiais Baianos Progressistas e Pela Democracia é um grupo informal de Policiais que se inspira e se associa às ideias do Movimento Policiais Antifascismo e no Agentes da Lei Contra a Proibição, e acredita numa política de segurança pública que tenha os direitos humanos e a dignidade da pessoa humana como fundamento. Escolhemos essa profissão para proteger as pessoas — nossas famílias, nossos vizinhos, os cidadãos e as cidadãs do nosso estado —, para cuidar dos outros, para acabar com o medo e não para provocá-lo, para garantir a paz social e não para fazer a guerra. Entendemos que não é abolindo ou desrespeitando os direitos humanos, como pedem alguns demagogos, que vamos reduzir a violência na sociedade; muito pelo contrário.

Num contexto de profunda crise social, econômica, política, moral e educacional, o aumento da violência, em suas diversas formas, é perfeitamente compreensível que as pessoas queiram um governante forte e capaz de mudar isso. E esses anseios populares têm servido como desculpa para discursos que clamam por mais violência para enfrentar a violência, mais armas para enfrentar os tiros, menos direitos para proteger os direitos ameaçados pela criminalidade, penas mais duras que chegam tarde e não mudam nada, mais guerra para reduzir os danos de uma guerra que não deu certo. Respostas contraditórias, sem dúvida ineficazes, comprovadamente ruins em todos os países que as adotaram, porém, sedutoras, porque recorrem ao medo e ao desespero das maiorias para vender uma receita mágica, simplista, mas que não deu certo em lugar nenhum.

Diante desse quadro, não poderia haver alguém pior que Bolsonaro para resolvê-lo.  Ele demonstra total despreparo teórico e prático pra enfrentar essa crise e governar um país tão grande, diverso e complexo como Brasil. Não tem formação e nem experiência de gestão pública. Não entende nada de Economia. É totalmente ignorante sobre Relações Internacionais e Política Internacional. Desconhece os problemas do país e, assim, também desconhece as soluções. Consequentemente não tem qualquer projeto de governo e de políticas públicas para saúde, educação, moradia, mobilidade urbana, geração de emprego e renda, e assistência social.

O pior é que é mais que isso. Bolsonaro surgiu no cenário político nacional bradando contra a corrupção e em defesa da ordem. Contudo, ironicamente sua carreira política se iniciou a partir de atos de desordem, indisciplina e deslealdade perante o Exército Brasileiro. Após dar uma entrevista e escrever um artigo para a revista Veja, reclamando dos salários dos militares, foi punido administrativamente, e, por isso, planejou colocar bombas numa adutora da Companhia de Águas do Rio de Janeiro e na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, a fim de provocar uma desestabilidade política e a queda do Ministro do Exército.

Quanto à corrupção, apesar do discurso moralista e da autodeclaração de homem honesto, não explicou o aumento do patrimônio incompatível com os vencimentos.  Além de ter recebido dinheiro da Friboi em sua campanha eleitoral e de fazer parte da “Lista de Furnas”.  Seu silêncio em relação às acusações contra Temer, Aécio e outras figuras do PMDB, PSDB e DEMO chama bastante atenção sobre sua hipocrisia no que tange ao assunto.

Após a conspiração terrorista de 1987 denunciada pela revista Veja, acima citada, deixou o Exército e no ano seguinte elegeu-se vereador pelo município do Rio de Janeiro, onde se especializou em defender mamatas. De lá para cá, elegeu-se e reelegeu-se diversas vezes deputado federal, empanturrando-se nas benevolentes tetas do Estado, ganhando como legislador, mas sem quase nunca legislar. Ao longo desses quase 30 anos como parlamentar, só apenas duas vezes ele conseguiu convencer seus colegas de que o que estava propondo merecia se tornar lei. Sua atuação parlamentar se resumiu a ser um advogado de causa própria. Os projetos de lei que apresentou diziam respeito a questões corporativas, que visavam aumentar os benefícios de sua própria classe profissional, a dos membros das Força Armadas. A exemplo de um projeto de lei que, caso fosse aprovado, obrigaria o Estado a pagar parte das mensalidades escolares de filhos dos militares federais (incluindo os filhos dos militares da reserva, como ele).

Se por um lado, sempre se mostrou desinteressado, incompetente e ineficaz em apresentar propostas que viessem a impactar positivamente a vida dos trabalhadores e trabalhadoras, por outro, se mostrou bastante alinhado ao governo corrupto e golpista de Michel Temer. Tendo votado a favor da extinção de direitos trabalhistas. Inclusive, declarou em uma palestra (?) nos EUA que o brasileiro tem que decidir entre ter trabalho (precarizado, claro) ou ter direitos trabalhistas. Pois, como se percebe, não passa pela cabeça dele a possibilidade de o empresário diminuir um pouco os altos lucros e o trabalhador ter direitos e emprego. Tendo ainda votado na Lei que amplia a terceirização e precarização do trabalho. Além de ter também votado a favor da chamada “PEC do Fim do Mundo”, a Emenda Constitucional nº 95 que congela gastos em saúde, educação, segurança, assistência social e os investimentos públicos por 20 anos.

Também se mostrou bastante eficiente em ser um político boquirroto. Especializou-se no discurso de ódio. Sempre proferindo coisas que ninguém julgava possíveis de serem proferidas em público. Atacando mulheres, gays, negros, refugiados, sobretudo quando pobres. Chegou a dizer que Quilombolas “não deveriam procriar”, que os refugiados sírios e haitianos eram escórias, que mulheres deveriam receber salários menores, que preferia ver um filho morto a se declarar gay e que a ditadura militar matou pouco. Enfim, passou três décadas agredindo militantes de esquerda, ativistas de direitos humanos, gays, mulheres, negros. Além de fazer apologia à tortura, ao estupro e ao assassinato. Desta forma, ganhou notoriedade não pelo que produziu como parlamentar – praticamente nada –, mas pelo discurso de ódio contra as minorias.

Como vemos, tudo o que ele tem a oferecer é mais violência, medo e ódio. É mais rancor, mais frustração, mais retaliação, mais tiro, mais sangue. Mais morte, mais homicídios. Tudo isso para compensar o desemprego, a precarização do trabalho, a precariedade dos serviços públicos de saúde, educação e assistência social, a falta de moradia, a desigualdade socioeconômica. Isso que ele está prometendo e tem a oferecer para o povo brasileiro é o inferno para nós policiais honestos e bons servidores, que acabamos sendo vítimas de assassinatos, muitos desses gerados por essa lógica belicista e de culto ao ódio (o Brasil é também campeão mundial em mortes de policiais). Tudo isso é o contrário do que precisamos.

Enfim, por todo o exposto e por defendermos a construção de uma sociedade livre, justa e solidária; que possa garantir o desenvolvimento nacional, a erradicação da pobreza e da marginalização, a redução das desigualdades sociais e regionais, e que promova o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, orientação sexual e quaisquer outras formas de discriminação, é que rejeitamos a candidatura do deputado Jair Bolsonaro à presidência da República.

Cap PM George de Matos Santos- Corregedoria

Cap PM Rogério de Oliveira Barbosa- 6ª CIPM

Cap PM Ricardo Penalva da Silva- 62ª CIPM

Cap PM André Francisco Campos- CPRC/ Atlântico

Cap PM Claudemir Cardoso Mota- Corregedoria

SubTen PM Misael de Souza Santos- CBMBA

Sub Ten Nelia de Souza Amorim Gomes – Corregedoria

1° Sgt PM Paulo César de Oliveira- RR

Cb PM Alexsandro dos Santos Moreira- 27ª CIPM

Cb PM Laércio Neres Brito- 56ª CIPM

Cb PM Angelo Márcio Santos da Silva-

6ªCIPM

Cb PM Gustavo Souza- CBMBA

Cb PM Carla Maia- 56ª CIPM

Sd PM Ricardo de Matos Santos- 97ª CIPM

Sd PM Gilmar Carvalho Figueiredo- 4° BPM

Sd PM Ewerton Santana Monteiro- EsqpMont/Fsa

Sd PM Diego Roberto de Almeida Adorno- 6ª CIPM

Sd PM Jean Carlos Ferreira Dourado- 38ª CIPM

Sd PM Luís de Oliveira Ferreira Júnior- 51ª CIPM

Sd PM Gabriel Matos- Departamento de Comunicação Social

Fórum

“Espero que a Polícia Civil identifique esses criminosos”, diz professor da Uneb ao prestar queixa por ameaça de “Bolsonaristas”

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No último domingo (5), o professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e Doutor em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Josemar Pinzoh, publicizou em sua página do facebook que recebeu várias mensagens intimidadoras e ameaças através do WhatsApp. As mensagens partiram de dois usuários do aplicativo que se diziam seguidores do militar e deputado federal Jair Bolsonaro, que vem se lançando à presidência da república. Jair Bolsonaro tem ocupado alguns espaços da mídia com discursos de ódio e apologia ao racismo, homofobia e misoginia.

Em um dos áudios, uma voz ameaçava o professor de abordá-lo na faculdade  “Não vá mais pra faculdade fazer seus discursos não. A partir de hoje, você está proibido de fazer apologia a “pqp” de PT, se não a galera do bolsonarista vai te pegar na faculdade”, diz um homem que fala por um DDD 71.

O professor universitário, filiado ao Partido dos Trabalhadores, declarou que a ação foi uma tentativa de intimidação que vem sendo direcionada a “artistas, professores, invadindo exposições, criminalizando movimento sociais e expressões políticas e estéticas”.

Pinzoh disse ainda que as ameaças partiram de dois perfis, que podem ser fakes, mas divulgou os números e a foto de um deles. Um número é de Salvador, o 71 9304 3860 e o outro é de Petrolina, o 87 81646555.

Nossa redação entrou em contato com os perfis, mas não obtivemos respostas.

“Fiquemos atentos e não nos intimidemos! Se é assim que esse grupo quer chegar ao poder, já se pode imaginar como seria um país governado por esses trogloditas!”, desabafou Josemar Pinzoh.

Na manhã de hoje (8), Josemar Pinzoh prestou queixa por ameaça na delegacia de polícia de Juazeiro e pediu providências às autoridades policiais.

“Fui informado que aqui na delegacia de Juazeiro não tem um setor especializado em crimes pela internet, mas como tenho conhecimento que em Salvador existe uma delegacia especializada em crimes cibernéticos, espero que a polícia civil investigue e identifique esses criminosos que acham que internet é território sem lei. Afinal de contas, o trabalho de investigação da polícia judiciária deve também atender às demandas do interior do estado”, disse o professor.

Josemar Pinzoh também está encaminhando a denúncia à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia.

“Esses fakes não podem ficar impunes. Esse é o modus operandi dos canalhas. Chega de disseminar tanto ódio e intolerância. Sou professor há mais de 27 anos e jamais confundi minha prática em sala de aula com minha filiação partidária”, concluiu Pinzoh.

Da Redação por Sibelle Fonseca

Foto PNB

Radialista Geraldo Freire lança livro biográfico no Nobile Suites Hotel em Petrolina

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O radialista Geraldo Freire, que há mais de 30 anos é líder de audiência no Recife e região metropolitana, lança neste sábado (11) no hotel Nobile Suites (antigo Quality) em Petrolina-PE, o livro ‘O que eu disse e o que me disseram’. Durante o evento, que ocorre das 9h ao meio dia, o comunicador vai autografar a obra que conta parte significativa da sua história e ajuda a entender a trajetória recente da radiofonia pernambucana.

O livro, que tem prefácio de Xico Sá, depoimentos de Ivanildo Vila Nova, Moacir Franco e Jessier Quirino, contou com a ajuda do professor Eugênio Jerônimo e chega ao Vale do São Francisco depois de concorridos lançamentos em Recife e Caruaru. A obra levou 10 anos para ser concluída e relata histórias curiosas e interessantes envolvendo personagens, a exemplo de Miguel Arraes e Dom Helder. Tudo com muita irreverência que é a marca registrada deste cearense de Caririaçu que já contabiliza 40 anos de jornalismo, 25 destes na Rádio Jornal.

CLAS Comunicação & Marketing

Petistas apresentam projeto para impedir governo de vender estatais

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O deputado federal Afonso Florence (PT-BA) foi um dos autores de um Projeto de Decreto Legislativo (PDC) apresentado nesta terça-feira (7) para revogar os efeitos do Decreto 9.188, de 1º de novembro, que autoriza a venda das empresas estatais sem licitação.

O texto, também foi assinado pelos deputados Carlos Zarattini (PT-SP), Décio Lima (PT-SC), Wadih Damous (PT-RJ) e Henrique Fontana (PT-RS). “Entramos com a representação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar mais este crime deste governo golpista”, afirmou Florence.

O petista baiano avalia que a administração do presidente Michel Temer (PMDB) quer entregar as estatais para o setor privado. “Vai destruir a capacidade do Estado brasileiro atender a população. Vamos lutar para derrubar mais esta medida impopular do governo Temer”, completou.

BN

Bancários fazem paralisação na sexta em adesão ao Dia Nacional de Mobilização

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Em adesão ao Dia Nacional de Mobilização, na próxima sexta-feira (10), o Sindicato dos Bancários da Bahia anunciou que a categoria vai paralisar as agências pelo menos até às 12h. O ato é organizado pela Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUT-BA), demais centrais e movimentos sociais cuja intenção é intensificar as mobilizações e greves que acontecerão em todo o país para barrar a reforma trabalhista do presidente Michel Temer (PMDB). Os bancários confirmaram participação em assembleia, na noite desta segunda-feira (6).

A mobilização acontece um dia antes de entrar em vigor a nova legislação trabalhista, que alterou mais de 100 pontos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Haverá protestos também contra a proposta de reforma da Previdência que o governo tenta aprovar no Congresso.

“Há a necessidade de uma resposta à altura que possibilite reverter o quadro de retirada de direitos da maioria da população. No dia 10, os bancários, juntamente com outras categorias, irão participar com paralisações, manifestações e retardamento de abertura das agências para convocar a população para enfrentar as maldades do governo Temer, especialmente os ataques que atingem em cheio a população mais pobre. O momento exige mobilização. Essa é a palavra de ordem. O trabalhador tem de se levantar”, pontua Augusto Vasconcelos, presidente do sindicato dos bancários na Bahia.

Os ajustes para a programação Dia Nacional de Mobilização serão discutidos por centrais sindicais e o movimento popular durante encontro nesta quarta-feira (8), na sede do Sindicato dos Bancários da Bahia, às 17h.

MBL acusa Frota de “sequestrar” nome e ganha batalha judicial

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O ator Alexandre Frota, que já chamou o MBL (Movimento Brasil Livre) de “movimento das bichinhas livres”, terá de se abster de usar a marca MBL. Isso porque Frota –um dos expoentes da nova direita brasileira– reivindicava a paternidade do nome “Associação Movimento Brasil Livre”, por meio de um registro dessa logomarca no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Intelectual).

Uma decisão judicial de caráter liminar, publicada nesta terça-feira (7) pela 17ª Vara Cível de Brasília, determinou que Frota e a Associação Movimento Brasil Livre “se abstenham de utilizar a marca ‘MBL – MOVIMENTO BRASIL LIVRE’ ou de se identificarem como seus detentores, sob pena de multa de R$ 1.000 a cada utilização indevida”. Eles também terão que retirar do ar o site www.movimentobrasillivre.com.br, no prazo de cinco dias, ou precisarão pagar R$ 1.000 por cada dia em que descumprirem a ordem judicial. Até a noite desta terça, o domínio ainda estava on-line.

Nele, Frota é apontado como vice-presidente do novo movimento, criado em 2014 por “um grupo de amigos composto por Alessandro Gusmão, Daniel Araújo, Marcelo Tavares, Lúcia França, Paulo Gusmão, Vinícius Aquino e cerca de 40 outras pessoas descontentes com o rumo político-econômico que o Brasil trilhava”.

A liminar reflete “a tentativa patética de sequestrar o nome do movimento”, disse à Folha o líder do MBL original, Kim Kataguiri. “É como se eu criasse a Associação Coca-Cola e entrasse no INPI exigindo que a marca fosse minha.”

Criado na esteira dos protestos de 2013 contra a então presidente Dilma Rousseff (PT), o MBL mais famoso tentou registrar o nome duas vezes (sem sucesso) em 2015 e uma terceira vez em junho, com decisão ainda em suspenso. O grupo homônimo fez a mesma demanda ao INPI, três meses depois, solicitação também em andamento.

RINGUE

Frota já desferiu várias bofetadas na turma de Kataguiri, a quem apelidou de “filhote de Jaspion”. Disparou no Twitter sobre outros dois integrantes do MBL:
1) Renan Santos “tá precisando tomar uma pirocada bem dada pra parar de mentir”;
2) Já Pedro Ferreira seria “o primeiro na fila com cara de santo conservador, mas fora dali enfia o microfone na bunda do amigo”. Além da atividade política, Pedro é da banda de funk alternativo Bonde do Rolê, famosa por músicas como “Solta o Frango”.

“Triste saber que existem pessoas na direita que acham que criar intrigas diretas é mais importante do que lutar contra um adversário maior e comum”, disse Kataguiri. Procurado pela Folha, Frota não respondeu.

Em sua sentença contrária ao ator e seu grupo, a juíza Marcia Regina Araújo Lima afirma que “a proteção conferida à marca tem por objetivo evitar a concorrência desleal, a possibilidade de confusão ou dúvida nos consumidores, ou locupletamento com o esforço e trabalho alheios”.

Num ponto, ao menos, MBL e Frota estão unidos: ambos estão sendo processados por Caetano Veloso, após afirmarem que o cantor teria cometido pedofilia em sua relação com Paula Lavigne, hoje sua esposa.

O relacionamento do casal começou quando ela tinha 13 anos, e ele, 40, numa época em que a criminalização do sexo entre maiores e menores de 14 anos era discutida caso a caso, a cargo do juiz.

Folha press

Justiça absolve ex-companheiro acusado de violência doméstica e manda investigar denunciação caluniosa por parte da mulher

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No último dia 26 de outubro, o Portal Preto No Branco publicou uma denúncia que chegou ao Conselho Municipal dos Direitos Humanos, em Juazeiro (BA), através do engenheiro agrônomo César Gabriades, 50 anos, que acusava a ex-mulher de estar usando levianamente a Lei Maria da Penha, contra ele. Em dois anos de separação, a acusada acionou a Maria da Penha por três vezes, contra o ex-companheiro, que afirmou à nossa redação se tratar de denunciação caluniosa.

O motivo da perseguição, segundo César, é que a ex-mulher, com quem tem dois filhos, não se conforma com as condições da separação. “Ela exige uma pensão de 8 mil reais, o que está fora das minhas condições financeiras. Meu filho de 20 anos optou por morar comigo, devido os constantes conflitos com a mãe. Com ela, mora minha filha de 15 anos. 8 mil reais para custear uma adolescente de 15 anos, é no mínimo, um exagero sem tamanho e eu não disponho desta quantia”, declarou César.

Ele também informou que atualmente vem pagando uma pensão de 3 mil reais a ex-companheira.

À nossa reportagem César afirmou que “as informações que chegam à justiça, através dela, são equivocadas e lastreadas nos boletins de ocorrência das queixas forjadas que ela presta à polícia. Sendo eu, acusado de ser um agressor de mulher, já entro com um estigma forte e com um mundo contra mim, inclusive com as instâncias da sociedade em meu desfavor”, disse.

Ele chegou a dizer que publicizou o fato como um pedido de socorro, para que as leis também o alcançassem. “No último dia 20 de setembro, ela usou um policial militar, que hoje é seu namorado, para me prender arbitrariamente. Ele me abordou com uma arma em punho e chamou uma viatura da PM alegando que eu descumpria a medida.  Meu veículo foi conduzindo até a delegacia por um PM e depois que eu fui ouvido e liberado, não encontrei mais meu carro. Ela tinha evadido-se da delegacia com o veículo, que até hoje está de posse dela, mesmo os documentos estando comigo e sem que ela tenha habilitação”, afirmou.

A ex-mulher de César conseguiu uma medida protetiva, que segundo ele, foi com base em argumentações fantasiosas.

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Nesta terça- feira (7) César voltou a procurar a redação do PNB para informar que o Juízo da 1.a Vara da Justiça pela Paz em Casa determinou o arquivamento da medida protetiva, julgando-a improcedente por ausência de provas. Absolvendo o acusado da suposta prática de violência doméstica e familiar.

A Justiça também enviou para a Corregedoria da Polícia Militar partes do processo, recomendando apuração da conduta do policial militar, namorado da ex-companheira do acusado, e também requisitando abertura de inquérito policial para apurar o possível cometimento do delito de denunciação caluniosa por parte da mulher que acionou a Lei Maria da Penha. “Agora, mais do que nunca, acredito que a justiça tarda mais não falha. Por isso sempre me mantive sereno e confiante de que a verdade venceria. Espero ter paz com esta decisão e, que este caso tenha servido de lição para quem age de forma inescrupulosa, usando uma lei tão importante de forma leviana”, declarou César Gabriades.

Mas César reclama que está sem o veículo, seu instrumento de trabalho, há mais de 40 dias, desde que foi subtraído da delegacia.

Um pedido de reintegração de posse encaminhado à Justiça ainda não foi analisado pela juíza responsável pela ação.

Em tempo, informamos que o registro de ocorrência baseado em falsas denúncias é crime, com pena que pode variar de 2 a 8 anos de reclusão.

E que a Corregedoria da PM está apurando a conduta do policial envolvido.

Da Redação por Sibelle Fonseca