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Consumidora de Juazeiro critica atendimento da Coelba para realizar uma troca do padrão do medidor de energia elétrica; empresa se manifesta

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Ana França, moradora do bairro Santo Antônio, em Juazeiro, Norte da Bahia, em contato com a redação do PNB nesta terça-feira (4), reclamou da demora da Coelba para atender a um pedido de troca do padrão do medidor de energia.

Segundo Ana, há cerca de um mês seu marido fez a solicitação da troca do padrão a Companhia de Eletricidade, que estabeleceu um prazo para realizar o serviço, mas até o momento não fez a nova instalação. Já passou o prazo pedido pela empresa e agora, ao  entrar em contato com a Coelba, a família não consegue nenhum retorno.

“Meu marido trabalha com máquinas pesadas. Ele é torneiro mecânico e fez um pedido de troca de padrão de energia elétrica na Coelba, mas já vai fazer um mês que acabou o prazo que eles pediram e até agora nada de ligar esse padrão. Meu marido sempre pagou suas contas e não está pedindo nada a ninguém, só quer o que é de direito. Até hoje a Coelba não nos deu nenhuma satisfação. Será que vou ter que ir a justiça?” questionou a moradora.

Nós encaminhamos a reclamação da moradora para a Neoenergia Coelba, e a empresa informou que “está verificando a situação para tomar as medidas cabíveis”.

Redação PNB 

Apresentação de espetáculos sacros começam nesta quarta-feira em Juazeiro

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A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte), vai iniciar, nesta quarta-feira (05), a programação de espetáculos sacros no município. As apresentações integram as celebrações da Semana Santa e vão acontecer na área urbana e na zona rural com incentivo financeiro da Gestão Municipal.

Ao todo, cinco espetáculos serão apresentados em seis localidades do município. “Esses trabalhos são, sobretudo, uma demonstração de fé, mas também de valorização das nossas tradições e dos nossos artistas. Nós teremos a oportunidade de ver encenado o calvário de Cristo e refletir sobre nossa fé, o real sentido da Semana Santa, da Páscoa, morte e ressurreição de Jesus e tudo encenado por artistas da terra”, disse o secretário de Cultura, Turismo e Esportes, Sérgio Fernandes.

Os espetáculos irão reunir teatro, música, dança e religiosidade no seu sentido mais amplo, levando ao público os momentos finais da vida de Jesus Cristo.

 Confira a programação:

 Paixão de Cristo

Quando: 5 e 6 de abril, 19h30

Local: Associação de Moradores do Bairro Dom José Rodrigues

 

Jesus de Nazaré

Quando: 6 e 7 de abril, 20h

Local: Distrito de Itamotinga

 

Via Sacra Paixão de Cristo

Quando: 7 de abril, 19:30h

Local: Campo de Futebol do Distrito de Maniçoba

 

Vida, Morte e Ressurreição de Jesus

Quando: 7 de abril, 19h30

Local: Praça Monsenhor Nestor, Alagadiço

 

Paixão de Cristo, o Espetáculo da Fé

Quando: 8 de abril, 19h

Local: Baraúna das Cabaças (Itamotinga)

Ascom Sedes

Capacidade de geração de energia eólica deve bater recorde neste ano

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Usina de Energia Eólica (UEE) em Icaraí, no Ceará (CE)

O Brasil registra, até fevereiro deste ano, 890 parques eólicos instalados em 12 estados brasileiros. Eles somam 25,04 gigawatts (GW) de capacidade instalada em operação comercial, que beneficiam 108,7 milhões de habitantes.

Desse total, 85% estão na Região Nordeste. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), até 2028 o Brasil terá 44,78 GW de capacidade instalada desse tipo de energia, cuja participação na matriz nacional atinge, atualmente, 13,2%. A eólica já responde hoje por 20% da geração de energia que o país precisa.

No ano passado, o setor bateu recorde de 4 GW instalados e, para este ano, a presidente executiva da Abeeólica, Elbia Gannoum, espera atingir novo recorde, superando esse número. “Encerrando 2023, estaremos com 29 GW de capacidade instalada. Essa é a nossa previsão em termos de potência, e isso é superior a R$ 28 bilhões, porque cada gigawatt de eólica instalada é da ordem de R$ 7 bilhões”, disse Elbia à Agência Brasil.

Outro levantamento feito pela entidade mostra o desenvolvimento econômico-social gerado pela energia eólica. No Nordeste, por exemplo, o Produto Interno Bruto (PIB) das cidades onde os parques eólicos chegaram cresceu 21%, e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) cresceu também 20% “por causa da chegada dos parques”. Outro dado significativo é que a cada real investido em energia eólica são devolvidos R$ 2,9 para a economia.

Ranking

O Brasil ocupa desde 2021 a sexta posição no ranking mundial em capacidade instalada de energia eólica. Segundo Elbia, agora fica mais desafiador para o país ultrapassar essa marca e se aproximar dos dois primeiros colocados, que são a China e os Estados Unidos. Ela considera difícil alcançar a China, por exemplo, que “cresce quase o Brasil por ano em investimento em energia”.

De 2011 a 2020, foram feitos investimentos no setor eólico de US$ 35,8 bilhões. Esses recursos movimentaram na economia brasileira em R$ 321 bilhões, dos quais R$ 110,5 bilhões foram investimentos diretos na construção de parques eólicos. Segundo a Abeeólica, para cada megawatt instalado, são criados 10,7 empregos. No período de 2011 a 2020, foram gerados quase 190 mil empregos no setor.

Dos 890 parques instalados no país, 130 projetos tiveram financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde 2005, totalizando 18.654 MW. Os financiamentos concedidos pelo banco alcançaram R$ 52,170 bilhões, informou a instituição. Foram investidos pelas empresas no período R$ 94,4 bilhões.

Eólicas offshore

A presidente da Abeeólica informou que, em relação à instalação de parques eólicos offshore (no mar), está sendo preparada estrutura regulatória no Brasil que permita a realização de estudos e projetos. “Depois desse aparato regulatório, a gente vai ter leilão de cessão e, após isso, vamos começar a fazer, efetivamente, os projetos. Para este ano, pretendemos ter a regulação toda terminada para fazer os primeiros leilões de cessão do uso do mar. É parecido com o setor de petróleo, onde há leilões de áreas”, explicou.

Ela explicou que, ao contrário de usinas eólicas onshore (em terra), que têm características de vento com destaque na Região Nordeste, nos parques offshore, a presença desse tipo de vento ocorre em todo o litoral brasileiro. O fator determinante é a infraestrutura, porque usinas offshore dependem muito de porto e indústria, principalmente. “São portos maiores que vão abrigar a fabricação das pás, das torres e das naceles eólicas”. As naceles são compartimentos instalados no alto das torres que abrigam todo o mecanismo do gerador.

Estudo divulgado em janeiro deste ano pela Abeeólica identificou o Complexo do Pecém, no Ceará; o Porto do Açu, no estado do Rio de Janeiro; e o Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, como os principais do país para infraestrutura dos parques offshore.

Casa dos Ventos

Nessa segunda-feira (3), o BNDES anunciou a aprovação de financiamento, no valor de R$ 907 milhões, para a empresa Casa dos Ventos implantar quatro parques eólicos no Rio Grande do Norte (Ventos de Santa Luzia 11, 12 e 13 e Ventos de Santo Antônio 1). Com capacidade instalada total de 202,5 MW, os empreendimentos formarão o Complexo Eólico Umari, localizado nos municípios de Monte das Gameleiras, São José do Campestre e Serra de São Bento. O financiamento do BNDES corresponde a 69% do investimento total previsto de R$ 1,315 bilhão.

A estimativa é que a geração de energia resultante do projeto seja suficiente para atender em torno de 500 mil residências, evitando, por outro lado, a emissão de 522 mil toneladas de gás carbônico (CO²) por ano, o que equivale a cerca de 2,4 milhões de árvores plantadas. A previsão é que o complexo entre em operação comercial plena em agosto de 2024.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que diante do cenário atual de mudanças climáticas e catástrofe ambiental, o Brasil tem condição de liderar o processo mundial de transição energética para uma base limpa, renovável e sustentável, onde a energia eólica tem importante papel. “O apoio aos setores eólico e solar ajuda a ampliar a matriz energética limpa, que hoje é da ordem de 84% no Brasil, contribui para o desenvolvimento de uma indústria nacional de alta tecnologia e a geração de empregos. Energia limpa é uma prioridade do BNDES, um banco que quer ser cada vez mais verde e inclusivo”, afirmou.

Ele lembrou que as aprovações de financiamento do BNDES a usinas eólicas correspondem a 75% da capacidade instalada da fonte no país. No caso de solares, esse índice é de 38%.

Agência Brasil

Ligue 180 vai ter canal de atendimento no WhatsApp

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A partir desta terça-feira (4), o Ligue 180, serviço telefônico que orienta e encaminha denúncias de violência contra as mulheres, passa a atender por um canal no WhatsApp.

O atendimento será feito pela atendente virtual, chamada Pagu. Inicialmente, serão ofertadas várias opções de ajuda, mas a qualquer momento uma atendente da central pode ser acionada. A equipe da central é composta somente por mulheres desde março.

De acordo com o Ministério das Mulheres, o atendimento sobre violência contra mulheres era feito pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, por meio do Disque 100. Agora, com a separação dos serviços, o ministério poderá coletar dados acerca de violência contra a mulher por meio do WhatsApp, a serem usados na formulação de políticas públicas.

Para o lançamento do serviço, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, irá visitar nesta terça-feira a Central de Atendimento, ao lado da primeira-dama Janja Lula da Silva e o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida.

Serviço 

O Ligue 180 funciona, por telefone e WhatsApp, 24 horas, todos os dias da semana, de qualquer lugar do país.

Para adicionar o Ligue 180 no WhatsApp, basta enviar uma mensagem para o número (61) 9610-0180 ou pelo link.

Agência Brasil

AMMPLA informa sobre problema técnico no sistema de bilhetagem do transporte coletivo municipal

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A Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA) informa que ocorreu um problema técnico com as bilhetagens eletrônicas administradas pela empresa de tecnologia Transdata Smart, o que ocasionou falha no sistema do transporte coletivo de diversas cidades do Brasil nesta terça-feira (04), inclusive em Petrolina. Alguns usuários de ônibus, entraram em contato com a AMMPLA e relataram dificuldade ao registrar as passagens através a utilização do cartão SIM.  

A Autarquia já acionou a empresa concessionária de ônibus, que se comprometeu a resolver a situação o mais breve possível. Para que os usuários do cartão SIM não sejam prejudicados, foi acordado que aqueles que tiverem esse tipo de problema, poderão entrar nos ônibus através da porta traseira. Isso será válido enquanto a questão técnica não for solucionada. 

Ascom Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina

Militares gastaram verba da Covid com salgadinho e picanha ilegalmente, diz TCU

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O TCU (Tribunal de Contas da União) detectou que o Ministério da Defesa e as Forças Armadas gastaram irregularmente recursos destinados ao enfrentamento da pandemia da Covid-19. A informação consta em auditoria do tribunal votada na última quarta-feira (29).

A conclusão teve como base a análise de R$ 15,6 milhões de despesas executadas por Defesa e Forças Armadas com recursos enviados pelo Ministério da Saúde a título de ressarcimento ao apoio logístico prestado em ações na pandemia em 2020 e 2021.

Entre as irregularidades, o tribunal citou R$ 256 mil de gastos do Exército com salgados típicos para serem servidos em coquetel, sorvetes e refrigerantes. Foram usadas nesses casos verbas de ressarcimento da Covid.

Os auditores destacaram que, em razão de seu baixo valor nutritivo e sua finalidade habitual, os alimentos “muito provavelmente não teriam sido utilizadas para o reforço alimentar da tropa empregada na Operação Covid-19”.

Além disso, houve compra de 12 mil quilos de cortes nobres de carne bovina (filé mignon e picanha) por R$ 447 mil, feitas por apenas duas organizações militares.

O gasto, segundo o documento, representa 22% do total despendido por todas as unidades do Exército com carne bovina em geral, que foi de R$ 2 milhões adquiridos por 45 organizações militares.

A auditoria foi solicitada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara e executada pela secretaria-geral de Controle Externo e pela estrutura que cuida de Defesa Nacional e Segurança Pública do TCU.

O tribunal lembrou que uma normativa interna do Exército autoriza a compra de cortes bovinos nobres. Porém disse que a atuação da administração pública, além de observar o princípio da legalidade, deve atentar para os princípios da razoabilidade e do interesse público.

“Nesse sentido, entende-se que violou tais princípios a utilização de recursos tão caros à sociedade, oriundos de endividamentos da União que agravaram ainda mais a crise econômica e social vivenciada pelo Brasil, para a aquisição de artigos de luxo, quando disponíveis alternativas mais baratas e que igualmente cumpriam a finalidade pretendida”, diz o documento.

Os auditores também constataram que cerca de 50% das despesas com gastos alimentícios do Exército beneficiaram organizações que não possuíam tropa e que, por essa condição, não são habitualmente empregadas em ações de campo.

“Se confirmado, afastaria o argumento de maior gasto calórico por desgaste físico em operações militares para justificar as aquisições dos gêneros alimentícios questionados”, diz o TCU.

O TCU também identificou que organizações militares aplicaram recursos provenientes de crédito extraordinário para enfrentamento à pandemia em despesas de manutenção de bens imóveis que não preenchiam requisitos de imprevisibilidade e urgência.

Ao todo, foi gasto R$ 1,8 milhão com recursos da Covid para esses fins, excluindo os hospitais militares.

Foram feitas obras de reforma de grande vulto em várias unidades, como adaptação de instalações para construção de alojamentos e salas de instrução, e troca de pisos e telhado em unidades militares que se encontravam em uso.

Uma unidade apresentou o gasto de R$ 48 mil com a troca de persianas, sem que ficasse comprovado que era uma condição imprescindível para possibilitar a realização dos trabalhos de enfrentamento à pandemia.

O tribunal ressaltou que há ações orçamentárias específicas para essas finalidades, previstas no orçamento ordinário dos órgãos.

Por parte da Marinha, o TCU identificou que créditos ressarcidos pela Saúde foram utilizados para o funcionamento de estruturas que não seriam voltadas para a prestação de serviços de saúde.

Entre elas, despesas com fornecimento de sobressalentes de navios e embarcações, bem como manutenção de bens móveis de diversas naturezas.

O TCU ponderou ser inquestionável que as Forças Armadas prestaram apoio essencial e imprescindível na pandemia, sem o qual o número de vítimas poderia ser ainda mais expressivo.

Porém constatou a “ausência de integral comprovação físico/financeira da execução dos serviços objeto das descentralizações de recursos e ausência de discriminação dos bens e serviços contratados objeto dos pedidos de repasse financeiro, o que impossibilitou análise de sua compatibilidade com o apoio logístico realizado.”

“Verificou-se que tal risco foi comprovado, não sendo uma mera abstração teórica, em razão de o Ministério da Defesa ter detectado em planilhas de custo apresentadas pela Aeronáutica e pela Marinha a presença de despesas não correlacionadas com os apoios logísticos por elas prestados no contexto do apoio à crise sanitária da Região Norte e ao Programa Nacional de Imunização, respectivamente”, afirmou.

Por conta disso, os auditores disseram ser necessária a abertura de um novo processo para aprofundar as apurações.

A reportagem procurou as assessorias de imprensa da Defesa e das Forças Armadas para falar sobre o assunto. Apenas o centro de comunicação social do Exército respondeu.

O órgão disse que pauta sua atuação pelo respeito à legalidade, lisura e transparência na gestão de bens e recursos públicos, bem como pela estreita colaboração com o Controle Externo de seus atos de gestão.

“Diante disso, a Força tem envidado todos os esforços para atender plenamente às demandas e às orientações recebidas do TCU e vem trabalhando, por meio de seu Sistema de Controle Interno, para promover a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos”, disse.

Folha de São Paulo

Lula deve vir à Bahia para lançar Lei Paulo Gustavo até final de abril; ideia é fazer evento em Salvador

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve desembarcar na Bahia até o final do mês. Lula deve vir ao estado para fazer o lançamento da Lei Paulo Gustavo, que faz incentivos para projetos vinculados à cultura. Sem confirmação da data, o evento pode ocorrer até o início de maio.

A vinda de Lula foi uma articulação do secretário de Cultura do Estado, Bruno Monteiro, e da ministra da Cultura Margareth Menezes. Ao Bahia Notícias, Monteiro indicou que a ideia é realizar um evento em Salvador, porém a data ainda não está confirmada.

A Lei Paulo Gustavo prevê o repasse de R$ 3,86 bilhões a estados, municípios e ao Distrito Federal para aplicação em ações emergenciais que visem a combater e mitigar os efeitos da pandemia da Covid-19 sobre o setor cultural. Em fevereiro deste ano, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) referendou a liminar que assegurou o repasse de recursos até o dia 31 de dezembro de 2023.

Recentemente, o governo federal indicou que um grupo de Trabalho do Ministério da Cultura (MinC) está produzindo documento técnico com a proposta de regulamentação, operacionalização e acompanhamento das transferências a municípios, estados e Distrito Federal dos recursos da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar 195/2022) terá mais 30 dias para atuar.

Bahia Notícia

Confira a cotação dos hortifrutigranjeiros comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta terça-feira

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O Mercado do Produtor de Juazeiro divulgou a cotação dos produtos comercializados no entreposto nesta terça-feira (04). Os valores apresentados são obtidos através de pesquisa diária no mercado, que funciona de segunda a sexta-feira (das 2h às 22h) e aos sábados (das 2h às 17h) e aos domingos a partir das 21h.

O consumidor que for à Ceasa ao longo do dia pode encontrar Batatinha por R$ 215,00 o saco com 50kg, Cebola Pera Cx 3 por R$ 65,00 o saco com 20kg, Feijão Verde por R$ 8,00 o litro, Tomate 1ª por R$ 77,50 a caixa com 26kg, Abacaxi por R$ 400,00 o cento, Acerola por R$ 60,00 a caixa com 20kg, Banana Pacovan 1ª por R$ 40,00 o cento e Coco Verde por R$ 110,00 o cento.

A cotação completa está disponível AQUI.

“Já estamos há cinco dias sem água”, reclama morador do centro de Petrolina; Compesa responde que retorno do fornecimento de água será hoje

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Alzyr Brasileiro, morador do Centro de Petrolina, em contato com a redação do PNB nesta segunda-feira (3), reclamou da falta de abastecimento de água, que segundo ele, já dura 5 dias.

“Reclamei na Compesa e eles disseram que seria resolvido até hoje, segunda-feira, mas já estamos há cinco dias sem água,” contou.

Em nota, a Compesa disse que “a interrupção no abastecimento do centro de Petrolina e do trecho da Orla (entre o Posto All Time e o Edifício Romanée), precisou ser estendida para o conserto de um vazamento, ocorrido na tarde do domingo (02), provocado por uma construtora que está realizando uma obra de interligação de uma rede de esgoto para um prédio que está sendo construído nas imediações do River Shopping. A máquina a serviço da construtora atingiu um trecho da tubulação da rede de abastecimento de água, sendo necessário, novamente, o fechamento dos registros, cujo abastecimento havia sido liberado após a conclusão dos reparos de uma tubulação na Avenida Souza Filho, na última sexta-feira (31). As providências já estão sendo adotadas para os serviços de reparo, devendo ser finalizados amanhã (03), quando será iniciado o processo de regularização do fornecimento de água, de forma gradual.”

Redação PNB