fidel

374 POSTS 0 COMENTÁRIOS

Casal morre em acidente de moto na Rodovia Salitre em Juazeiro

0

Um casal morreu em um acidente de moto registrado na madrugada deste sábado (1) no contorno que liga a Rodovia Salitre ao bairro Dom José Rodrigues,  saída para o Rodeadouro, em Juazeiro (BA).

Segundo informações o casal foi identificado como Silvana Veira de Carvalho e Thiago. Ainda não se sabe as circunstâncias do acidente.

Redação PNB

PRF apreende, em Juazeiro, carga de cigarro chinês avaliada em mais de R$ 1 milhão

0

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Juazeiro, apreendeu uma carga de 336 mil maços de cigarro de origem chinesa avaliada em mais de R$1,1 milhão. O flagrante foi realizado durante a abordagem a um caminhão na última sexta-feira (31).

Segundo informações, os policiais do Grupo de Patrulhamento Tático da PRF de Petrolina receberam a denúncia de que um veículo havia sido roubado, e iniciaram buscas até localizar um caminhão suspeito em Juazeiro. Quando a equipe se aproximou do Bitrem, o motorista tentou fugir, mas o veículo foi alcançado. O motorista ainda tentou fugir a pé, mas foi detido com a ajuda de populares.

No veículo, foram encontradas 672 caixas de cigarro de uma marca da China, uma porção de maconha e quatro cartelas de “rebite”, além disso, o motorista apresentava sinais de uso de entorpecente.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal de Juazeiro. Ele poderá responder por contrabando e porte de droga.

Redação PNB, com informações da Ascom/PRF Petrolina

Confira o cronograma da Unidade Móvel Odontológica da Prefeitura de Juazeiro de 3 a 6 de abril

0

A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Saúde (Sesau), informa o cronograma da unidade móvel de atendimento odontológico para o período de 3 a 5 de abril.

São realizados, por dia, 15 atendimentos na unidade móvel. É preciso que os pacientes levem RG, CPF ou Cartão SUS. Os atendimentos iniciam às 8h. Confira programação:

– Na segunda-feira (3), a unidade móvel realizará atendimento no Lar São Vicente de Paulo, atendendo idosos da instituição;

– Na terça (4) a unidade fará atendimento em Carnaíba do Sertão, em frente à Casa de  Saúde Nossa Senhora das Pedreiras, que fica na Rua Vermelha, s/n, onde está funcionando provisoriamente a UBS da comunidade. O atendimento será por livre demanda.

– Na quarta-feira (5) a unidade odontológica fará atendimento por livre demanda no Residencial São Francisco, em frente à Emei Vanda Guerra;

Ascom/Sesau

Com direito a recorde brasileiro e 17 medalhas, APA Petrolina mostra sua força no Open Internacional Paralímpico de Atletismo

0

Um recorde brasileiro e 17 medalhas. Esse foi o saldo da Associação Petrolinense de Atletismo (APA) no Open Internacional Paralímpico de Atletismo. A competição, realizada entre a última quinta-feira (30) e este sábado (1), reuniu 150 atletas do Brasil, Argentina e Uruguai, que travaram boas disputas em provas de campo e pista no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Das 17 medalhas conquistadas pela equipe sertaneja, seis foram de ouro, seis de prata e cinco de bronze. Para o presidente da APA, Domingos Rodrigues, o bom resultado na competição internacional reafirma o clube como um dos destaques do paradesporto brasileiro.

“Nossos atletas mais uma vez mostraram a força do nosso sertão. A equipe tem se posicionado bem entre as grandes equipes paralímpicas de atletismo, sempre conquistando bons resultados. No Open mostramos mais uma vez a nossa força e alcançamos um bom número de medalhas. A avaliação é positiva, faz com que a gente siga se preparando ainda mais para as próximas competições”, afirmou Domingos.

Dos resultados positivos, o destaque ficou com Samira Brito. Na categoria T36 (pessoas andantes com paralisia cerebral), a paratleta ganhou o ouro na prova dos 100m e ouro nos 200m com direito ao novo recorde brasileiro, com a marca de 30s49.

“Samira vem firme para as competições internacionais. Tem o Campeonato Mundial e os Jogos Parapan-Americanos no final do ano, acredito que ela esteja nessas duas competições. Com essa ascensão dela acredito que também brigue por medalhas”, revelou Domingos.

Ascom APA Petrolina

Covid-19: pessoas com comorbidades podem tomar vacina bivalente

0
Brasília (DF) 28/02/2023 Brasil começa a aplicar vacina bivalente contra a Covid

Pessoas com comorbidades foram incluídas nos grupos considerados prioritários para receber a vacina bivalente contra a covid-19. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (31) pelo Ministério da Saúde. De acordo com a nota técnica, a inclusão foi feita por conta da disponibilidade de doses do imunizante e tem como base orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A lista de comorbidades inclui:

– diabetes mellitus
– pneumopatias crônicas graves
– hipertensão arterial resistente
– hipertensão arterial estágio 3
– hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo
– insuficiência cardíaca
– cor-pulmonal e hipertensão pulmonar
– cardiopatia hipertensiva
– síndromes coronarianas
– valvopatias
– miocardiopatias e pericardiopatias
– doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas
– arritmias cardíacas
– cardiopatia congênita no adulto
– próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
– doenças neurológicas crônicas e distrofias musculares
– doença renal crônica
– hemoglobinopatias e disfunções esplênicas graves
– obesidade mórbida
– síndrome de Down e outras síndromes genéticas
– doença hepática crônica

Qualquer pessoa com idade entre 12 e 59 anos que tenha alguma das condições listadas e que já tenha tomado os dois reforços contra a covid-19 pode receber a bivalente. Não é necessário comprovar a comorbidade.

“Ressalta-se que, para este grupo, não haverá exigência quanto à comprovação da situação de comorbidade, sendo suficiente para a vacinação a comorbidade autodeclarada”, informa nota do Ministério da Saúde.

Agência Brasil

STF derruba prisão especial para quem tem curso superior

0

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a lei que previa prisão especial para quem tem curso superior. O julgamento virtual foi encerrado na noite desta sexta-feira (31).

Os ministros acompanharam o entendimento do ministro Alexandre de Moraes, relator da ação protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que questionava o benefício previsto no Código de Processo Penal (CPP).  Conforme o Artigo 295, inciso VII, do CPP, pessoas com diploma de curso superior de qualquer faculdade brasileira têm direito à pressão especial, não podendo ficar em uma cela comum com os demais detentos.

Para Moraes, não há justificativa para tratamento diferenciado com base no grau de instrução.

“Trata-se, na realidade, de uma medida discriminatória, que promove a categorização de presos e que, com isso, ainda fortalece desigualdades, especialmente em uma nação em que apenas 11,30% da população geral tem ensino superior completo e em que somente 5,65% dos pretos ou pardos conseguiram graduar-se em uma universidade. Ou seja, a legislação beneficia justamente aqueles que já são mais favorecidos socialmente, os quais já obtiveram um privilégio inequívoco de acesso a uma universidade”, afirmou o relator.

Além disso, o dispositivo não foi recepcionado pela Constituição. O texto original é de 1941.

Moraes argumentou ainda que a Constituição Federal, o CPP e a Lei de Execuções Penais (LEP) trazem tratamentos distintos para presos em situações específicas, como natureza do delito, idade e sexo.  A medida, segundo o ministro, é evitar a convivência de homens e mulheres na mesma prisão, influência de presos condenados aos demais detentos e proteção de crianças e adolescentes.

“Em todas essas hipóteses, busca-se conferir maior proteção à integridade física e moral de presos que, por suas características excepcionais, estão em situação mais vulnerável”, ressaltou.

Agência Brasil

Mais Médicos cria incentivos para fixar profissionais

0
Médicos chegam ao local de prova para a segunda etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020, em Brasília.

Com 6 mil vagas anunciadas esta semana para o primeiro edital, o programa Mais Médicos aposta em novos incentivos para atrair profissionais brasileiros e ampliar o acesso ao atendimento em saúde no país, principalmente nas regiões de extrema pobreza e vazios assistenciais.

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o programa é uma alternativa importante para que populações pobres e de áreas remotas tenham acesso garantido à saúde. Entidades médicas, entretanto, criticam a possível contratação de profissionais brasileiros formados no exterior e de estrangeiros sem a revalidação de diplomas.

Ao todo, 16 mil vagas serão abertas até o final deste ano para profissionais que serão responsáveis pela atenção primária em milhares de cidades brasileiras. As outras 10 mil oportunidades serão custeadas pelos municípios, mas garantirão às prefeituras menor custo, viabilização das contratações, maior agilidade na reposição do profissional e permanência nessas localidades.

Para tentar garantir a permanência do profissional em pequenos municípios, o governo pagará um incentivo de fixação que pode chegar a R$ 120 mil para o médico que ficar por quatro anos em áreas vulneráveis.

Na avaliação do médico Deivisson Vianna, um dos vice-presidentes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), sistemas de saúde de todo o mundo têm políticas para garantir a presença de médicos em áreas remotas.

“Se existem rincões que não contam com atendimento médico, todos os sistemas nacionais de saúde do mundo que se prezem têm políticas de garantir o provimento de vagas nessas regiões. Países como Canadá e Inglaterra também têm política de incentivo para médicos estrangeiros para garantir atenção à saúde, caso o médico local não queira ir. Porque é isso [garantir atenção à saúde] que importa”, disse.

“Se houver lugares que os brasileiros não queiram ir, qual o problema de a gente estimular a ida de médicos com diploma feito fora do país, mas com a supervisão dos profissionais supervisores do Mais Médicos? Tem isso que pouca gente sabe: o programa tem toda uma rede de apoio das universidades. O profissional não fica solto.”

De acordo com o edital, podem participar profissionais brasileiros e intercambistas, brasileiros formados no exterior ou estrangeiros, que continuarão atuando com Registro do Ministério da Saúde (RMS). Os médicos brasileiros formados no Brasil têm preferência na seleção.

“[Nessa edição do programa] não foi necessário fazer acordo com Cuba, por exemplo. O número de médicos estrangeiros vai ser menor. Neste relançamento, ficamos contentes porque se ampliou o tempo do programa e dá bastante benefícios para o médico se fixar em locais de difícil provimento”, avaliou Vianna.

No atual formato, o tempo de participação no programa passa a ser de quatro anos, prorrogável por igual período, quando o médico poderá fazer especialização e mestrado. A bolsa é de R$ 12,8 mil, mais auxílio-moradia. Os brasileiros e estrangeiros formados no exterior que participarem do programa terão desconto de 50% na prova de revalidação do diploma, o Revalida, realizada pelo Ministério da Educação. Na última edição do Revalida, o valor da taxa de inscrição foi de R$ 410.

Levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que 41% dos participantes do programa desistem de atuar nos locais mais remotos para irem em busca de capacitação e qualificação. Como incentivo, eles receberão adicional de 10% a 20% da soma total das bolsas de todo o período de permanência no programa, a depender da vulnerabilidade do município.

Diplomas

Entidades médicas consideram fundamental que profissionais com diplomas emitidos no exterior tenham seus conhecimentos revalidados no país – o que não é exigido atualmente pelo Ministério da Saúde no âmbito do programa.

Em entrevista àAgência Brasil, o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes, admite que há áreas no país conhecidas como vazios assistenciais, onde o provimento de médicos é insuficiente. Ele acredita, entretanto, que o problema não se resolve por meio do envio de profissionais a esses locais, mas com atenção também à segurança e ao ambiente de trabalho.

“Faltam condições mínimas para a qualidade de vida do profissional e de sua família. Ele não se vê atraído [por aquela localidade]. Não se trata de questões salariais meramente. Claro que isso importa. Mas importam também as condições de trabalho oferecidas. Não adianta só mandar o médico com um estetoscópio no pescoço. Ele tem que estar acompanhado de uma equipe. Médico não exerce medicina sozinho.”

Fernandes afirma que não é possível aceitar médicos sem que competências e habilidades estejam comprovadas. “Trazer médicos ao Brasil, sejam eles brasileiros formados no exterior ou de outras nacionalidades, sem comprovar suas competências não dá. Eles precisam revalidar seus diplomas. Sem isso, me parece uma temeridade. Ainda que fiquem sob a guarda de um programa educacional. Não podemos fugir desse debate.”

Por meio de nota, o Conselho Federal de Medicina (CFM) também criticou o novo formato do Mais Médicos. “Programas de alocação de profissionais em áreas de difícil provimento devem observar essa exigência legal [da revalidação do diploma] para reduzir os riscos de exposição da população a pessoas com formação inconsistente”. A entidade defende que uma melhor distribuição de profissionais pelo país depende de remuneração adequada e programas de educação continuada.

“O conselho entende que há necessidade de estímulos à adesão dos médicos graduados no Brasil para atuação em locais remotos. No entanto, não é admissível o fato de essa medida permitir que portadores de diplomas de medicina obtidos no exterior sem a devida revalidação atuem no país”, destacou a nota. “Entendemos que essa atenção deve ser de qualidade para que o paciente não seja exposto aos riscos da insegurança ineficácia.”

Registro do Ministério da Saúde

Professor do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Aith ressalta que os médicos do programa com diploma de outros países recebem uma certificação para atuar no Mais Médicos.

“Esses profissionais estão com o registro válido no Brasil, só não é o registro do Conselho Federal de Medicina [CFM]. Será um registro do Ministério da Saúde, que atesta uma qualidade de proficiência mínima desses profissionais. Vale dizer que não há risco à população na atual modalidade. O Revalida tem sua importância para validar diplomas obtidos fora do país, mas ele é muito criticado pelo excesso no exame”, afirma.

Em entrevista à Agência Brasil, Aith afirmou que há uma contradição na exigência, por parte do CFM, de uma avaliação para revalidação de diplomas de outros países sem a obrigatoriedade de exames para médicos formados no Brasil.

“O médico que se forma no país não precisa de nenhum tipo de prova para começar a exercer sua profissão e a gente sabe que existem muitas universidades com qualidades duvidosas no país”, acrescenta.

A supervisão do programa é, segundo o especialista, uma das condições que permitem o exercício de médicos sem o Revalida ou de profissionais estrangeiros em vazios assistenciais.

“O programa foi estruturado de uma maneira que permite, por meio de supervisores, a identificação de um eventual médico que não é bem formado, seja para qualificá-lo melhor, seja para excluí-lo do programa em tempo hábil antes de causar maiores danos a população”, diz.

Para o professor, o programa terá um papel fundamental de mapear as condições de trabalho dos profissionais. Por outro lado, este não pode ser apontado como motivo para que médicos não atuem em regiões periféricas. “Esses médicos vão ter condições mais precárias do que a dos grandes centros, mas não é que faltem condições mínimas. Primeiro, existe todo um apoio financeiro para esses médicos se instalarem na cidade para onde estão indo, com estrutura para se assentarem com suas famílias, se for o caso”, aponta.

“Agora, dizer que uma cidade de interior não tem condições mínimas é dar uma banana para população brasileira que vive nesses lugares. Se não tem condição nenhuma para um médico viver, não tem condição mínima para um cidadão viver. Claro que não terão todas as tecnologias, o conforto e o apoio logístico-administrativo que ele teria em um grande centro. Mas são essas carências que o programa nos ajudará a identificar melhor e ir suprindo ao longo do tempo”, conclui.

Ministério

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que o programa “segue priorizando a participação de profissionais com CRM Brasil” conforme determina a legislação.

“Prova disso são os novos benefícios de medida provisória focados nesse perfil profissional. Para as localidades onde nenhum médico com registro profissional manifestar interesse em assumir a vaga, será feita a convocação de brasileiros formados no exterior e, se persistir a desocupação, serão convocados estrangeiros. A prioridade máxima é garantir acesso e assistência à população brasileira”, diz a nota.

Segundo a pasta, a previsão é de que até o fim de 2023, 28 mil profissionais estejam atuando em todo o país, principalmente nas áreas de extrema pobreza e vazios assistenciais. “Com isso, mais de 96 milhões de brasileiros terão a garantia de atendimento médico nos serviços da atenção primária, porta de entrada do SUS”, assegura a pasta.

O ministério também destacou que entre as principais razões para a rotatividade de profissionais está desistência de médicos que procuram formação. “Neste sentido, a estratégia vai ampliar o número de vagas de residência nas áreas prioritárias para o SUS e oferecer incentivos para quem fizer mestrado e pós-graduação em Atenção Primária à Saúde e Medicina da Família e Comunidade”.

Agência Brasil

Funcionamento dos Correios nos feriados da Paixão de Cristo e de Tiradentes

0

Nos feriados nacionais deste mês de abril, Paixão de Cristo (7) e Tiradentes (21), não haverá atendimento nas agências dos Correios. Nos dias 8 e 22/4, haverá o funcionamento das agências que atendem normalmente aos sábados. Nestes dias, também serão realizadas atividades de entrega.  

Endereços e horários de funcionamento das agências podem ser consultados no site https://mais.correios.com.br/app/index.php 

A Central de Atendimento dos Correios (CAC), nos dias 7 e 21 estará disponível por meio dos seguintes canais automatizados: 

– Site dos Correios, na página do Fale Conosco; 

– Telefones: 0800 725 7282, 0800 725 0100 e 3003 0100; e 

– Chat: https://www.correios.com.br/

Esses canais funcionam normalmente, 24 horas por dia, 7 dias por semana. O atendimento com os operadores será retomado no próximo dia útil após os feriados, a partir das 8h. 

Ascom Correios

Sindsemp representa condutores do Samu em reunião com o Secretário de Saúde de Petrolina

0

Nesta sexta-feira (31) o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Petrolina (Sindsemp) esteve presente em uma reunião com o secretário de saúde de Petrolina, João Luís Nogueira, para discutir demandas solicitadas pelos condutores do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). O encontro contou com a presença da diretora de políticas sindicais, Ruth Viviane, da diretora de assuntos extraordinários, Katiane Santos e dos próprios condutores, além do vereador Diogo Hoffmann e da diretora executiva de saúde, Ana Caroline Santos.

Dentre as demandas solicitadas na reunião, os servidores pedem a inclusão da classe de motoristas socorristas do Samu na gratificação da Parcela Suplementar dos cargos de Motoristas do município de Petrolina (PSS), de acordo com a Lei Nº 3.107, de 27 de setembro de 2018.

Os servidores também reivindicam a regulamentação da profissão na classe de profissionais de saúde, além do cálculo correto de adicional noturno de 25% em cima do salário base da jornada noturna, em referência a Lei Nº 3.121 de 22 de novembro de 2018, Art. 8º, Parágrafo IV e, por último, eles cobram a correção do cálculo de horas extras de acordo com o que rege o estatuto.

Ascom Sindsemp