
Em nota, a Polícia Militar de Pernambuco se manifestou sobre a acusação de abuso de autoridade e violência cometidos por Policiais Militares do 2º Batalhão Integrado Especializado (BIEsp) de Petrolina-PE. O caso foi denunciado hoje (19) pelo jornalista Jacó Viana e teria ocorrido por volta das 23h30 dessa terça-feira (18), no bairro Jardim Maravilha.
Ele disse ter sido surpreendido com a “abordagem truculenta e totalmente autoritária” de uma equipe do grupamento da BIEsp e que foi chamado de “vagabundo” por um dos policiais, além de ter tido uma arma apontada para a cabeça. Ainda de acordo com Jacó, os policiais tomaram o seu aparelho celular, após o mesmo começar a filmar a abordagem policial.
O jornalista foi autuado por desobediência. “Ordenaram-me sentar no chão, enquanto chamavam o reforço: 4 viaturas, 4 motos e 14 policiais para conter minha desordem. Já eu continuava sentado no asfalto, cercado por eles e observado pelos vizinhos. Senti-me intimidado. Eu fiz tudo que eles mandaram, botei a mão na cabeça, sentei no chão, fiz o bafómetro e não sei onde fui desobediente”, contou Jacó Viana.
O jornalista fez o teste de bafômetro, mas não foi constatada a ingestão de álcool, segundo informou Jacó. Ele foi levado à delegacia do bairro Jardim Maravilha e só foi liberado por volta das 3h da manhã.. Clique aqui e veja a denúncia completa
Em resposta, a PM-PE afirmou não concordar com abuso de autoridade em sua tropa e que precisa de mais informações para identificar os agentes e realizar o procedimento disciplinar cabível.
Veja a nota na íntegra
NOTA PM-PE
A Polícia Militar de Pernambuco informa que não concorda com abuso de autoridade em sua tropa, contudo necessita de dados que possam proporcionar o reconhecimento da viatura que supostamente passou pelo local da ocorrência. Dessa forma é possível identificar os agentes e instaurar o procedimento disciplinar cabível, mediante a queixa registrada no Batalhão ou na Corregedoria”.
Da Redação




A Polícia Militar de Pernambuco informa que não concorda com abuso de autoridade em sua tropa, contudo necessita de dados que possam proporcionar o reconhecimento da viatura que supostamente passou pelo local da ocorrência.”
Não concorda com o abuso de autoridade. No entanto não se observamos ações para desencorajar esse abusos. É recorrente As denúncias de abuso por parte desse batalhão, e como se pode dar mais elementos pra a identificação da ‘VT, se o celular da vítima foi retirado dela.