
(foto: redes sociais)
Segundo reportagem publicada pelo jornal Época, a produtora de vídeo Mosqueteiros Filmes Ltda, de Petrolina (PE), recebeu R$ 240 mil, cerca de 20% do total de gastos da campanha até agora, segundo a prestação de contas parcial que a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Entretanto, no endereço onde deveria funcionar o QG da produção de vídeos para a TV e redes sociais da candidatura presidencial do candidato, funciona um outro estabelecimento.
Segundo informações apuradas pelo portal Preto no Branco, a produtora de vídeo Mosqueteiros deixou de funcionar no endereço há cerca de dois anos. Atualmente o local funciona como ateliê de um grupo cultural típico da cidade.
Ainda segundo a reportagem do jornal Época, o serviço é realizado por funcionários de outra empresa, cujo sócio é parente dos donos da Mosqueteiros. Para a advogada Karina Kufa, responsável pela prestação de contas da campanha, trata-se de um problema trabalhista da produtora. De acordo com advogados eleitorais, informar na prestação de contas o CNPJ de uma empresa laranja, que não é a que de fato está prestando o serviço, pode ser considerado crime de falsidade ideológica eleitoral se constatada a intenção de fraude.
Da Redação



