Preto no Branco

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Médico de Curaçá se manifesta sobre comentário em que cita eleitores da Bahia que dependem de ônibus gratuito: “Foi interpretado de maneira equivocada”

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Após repercussão do comentário nas redes sociais publicado pelo médico Tiago Gomes Onias Bahia, que atua no município de Curaçá, no norte da Bahia, associando a pobreza dos baianos à necessidade de transporte público gratuito para votar, o profissional enviou nota ao PNB se pronunciando sobre o vaso.

A declaração foi feita neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições de 2026.

O médico publicou: “O povo da Bahia é tão pobre, que até pra votar, precisa de ônibus gratuito. Nem pra votar eles tem dinheiro pra se locomover”.

Na nota, o médico se justifica e diz sua manifestação “foi interpretado de maneira equivocada”.

“Venho a público esclarecer que meu comentário sobre a situação enfrentada por parte da população baiana, que não teve acesso a transporte para exercer seu direito ao voto nas eleições presidenciais, foi interpretado de maneira equivocada. Reafirmo meu respeito e carinho pelo povo baiano e, de maneira muito especial, pela população de Curaçá, cidade pela qual tenho um enorme amor e com a qual construí uma trajetória marcada pelo compromisso social e pela preocupação com o bem-estar das pessoas, sobretudo das que mais precisam. Ao longo da minha caminhada, sempre busquei estar próximo da população mais carente, contribuindo com ações de cuidado, atenção e apoio a quem mais necessita. Minha história em Curaçá é marcada pelo respeito às pessoas e pelo compromisso com a comunidade. Diante da repercussão do episódio, peço desculpas pela forma como meu comentário foi interpretado e por qualquer desconforto que possa ter causado. Jamais tive a intenção de desrespeitar, diminuir ou ofender o povo baiano ou, principalmente, a população de Curaçá. Meu respeito pelas pessoas permanece inabalável, assim como meu compromisso com a dignidade, o cuidado e a valorização de cada cidadão”.

Na capital baiana, apesar da previsão de circulação de 100% da frota dos dias úteis, com gratuidade para os passageiros, foram registrados problemas na operação dos coletivos. A situação chegou à Justiça Eleitoral, que determinou a recomposição imediata da frota integral.

Quem é o médico Tiago Gomes Onias Bahia?

Segundo o cadastro do Conselho Federal de Medicina, Tiago Bahia possui inscrição no CRM, com situação regular na consulta exibida. Formado em 2014 pela Universidad Maria Auxiliadora, no exterior, teve seu diploma revalidado pela Universidade Federal de Mato Grosso. O registro informa que ele não possui especialidade cadastrada.

 

 

Redação PNB

 

 

 

 

Quem é esse médico que estava falando mal dos baianos na verdade o nome dele é Thiago Gomes Onias Bahia por coincidência o sobrenome dele é Bahia não fez faculdade no Brasil fez faculdade no exterior na Universidade Maria Auxiliadora teve que revalidar o seu título vive do SUS trabalha no SUS e falando mal do povo baiano estão aqui todos os dados dele

TIAGO GOMES ONIAS BAHIA

CRM: 32121/BA
Data de Inscrição: 04/05/2018
Primeira inscrição na UF: 04/05/2018

Inscrição: Principal
Situação: Regular

Inscrições em outro estado: MG/75449 (Transferido), PE/27196 (Transferido), AL/8142 (Transferido), PR/49192 (Transferido), SC/33408 (Cancelado)

Especialidades/Áreas de Atuação: Médico sem especialidade registrada.

Endereço: Exibição não autorizada pelo médico.
Telefone: Exibição não autorizada pelo médico.

Instituição de Graduação: UNIVERSIDAD MARIA AUXILIADORA
Instituição de Revalidação: UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO – SEDE
Ano de Formatura: 2014

Advogado vê sabotagem à democracia em falta de transporte de eleitores

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A falta de transporte público para eleitores durante o segundo turno, neste domingo (25), representa uma sabotagem ao processo democrático. Esta é a avaliação do advogado e professor de direito eleitoral Guilherme Gonçalves, integrante da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Política (ABRADEP).

Em entrevista à Agência Brasil, o professor cobrou punição rigorosa das autoridades responsáveis pela disponibilização da frota e afirmou que a oferta de ônibus em dia de eleição deveria seguir a programação de um dia útil, como determina a legislação eleitoral há décadas.

“Isso não é uma sabotagem a um adversário, mas ao processo democrático. Todo mundo está cansado de saber que, todo ano de eleição, a frota tem que ser colocada em dia útil”, afirmou Gonçalves, ao comentar as denúncias de problemas no transporte de eleitores em diferentes cidades.

Em Salvador, por exemplo, onde o problema alcançou grandes proporções, centenas de ônibus ficaram nas garagens e o secretário municipal de Mobilidade Urbana da capital, Pablo Souza, teve a prisão decretada pela Justiça, mas está fora do país. A cidade é administrada pelo prefeito Bruno Reis (União), aliado do candidato Flávio Bolsonaro.

Transporte

A disponibilização de transporte público durante as eleições é uma obrigação conhecida pelas autoridades responsáveis pela mobilidade urbana. Segundo Gonçalves, a programação da frota em dias de votação deve considerar a necessidade de garantir o acesso dos eleitores às urnas, o que sugere que a sabotagem foi claramente premeditada.

Gonçalves criticou justificativas apresentadas para a redução da oferta de ônibus e classificou como inadmissível que questões operacionais, como a programação do serviço ou a presença de adesivos nos veículos, sejam utilizadas para explicar a falta de transporte.

O advogado considera que os gestores envolvidos na tentativa de favorecer um lado na disputa podem arriscar a legitimidade do processo eleitoral e como consequência podem prejudica até mesmo quem queriam ajudar.

Gonçalves citou especificamente casos de Salvador e São Paulo e defendeu a apuração das responsabilidades pela disponibilização insuficiente de veículos. Em relação a Salvador, afirmou ter recebido um documento de constatação que apontaria a oferta de uma frota equivalente a 35% do volume de veículos previsto.

Para o advogado, a eventual redução deliberada da oferta de transporte pode configurar crime eleitoral grave. Ele defende que prefeitos, autoridades públicas e demais envolvidos sejam investigados e responsabilizados de forma exemplar em nome da democracia.

Omissão do TSE

Guilherme Gonçalves também criticou a demora do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em apresentar uma resposta aos problemas. Segundo ele, a Justiça Eleitoral deveria ter tomado uma decisão ainda durante a tarde, diante das notícias sobre a falta de transporte que circulavam desde a manhã.

O especialista considera que a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de prorrogar o horário de votação até as 19h, chegou tarde demais, quando diversas seções já haviam encerrado os trabalhos.

Na avaliação do advogado, a situação expôs uma falha grave na atuação institucional da Justiça Eleitoral, Corte que tem poder de agir de ofício sem precisar ser provocada, e pode gerar questionamentos sobre a legitimidade do processo, com pedidos de nulidade.

“Talvez tivesse que fazer uma CPI para apurar essa sabotagem”, ressalta o professor.

Gonçalves, que integra a Comissão Nacional de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ainda disse que a entidade cobrou manifestação das autoridades do Judiciário para esclarecer e tranquilizar a população.

Ele também alertou que uma falta de comando e transparência neste momento corre o risco de agravar a polarização política e pediu uma reação contundente das instituições para preservar a tranquilidade e a confiança no processo democrático

Agência Brasil

No DF, urnas fecham antes de informação sobre prorrogação chegar

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Nas seções eleitorais do Distrito Federal, as urnas foram fechadas às 17h em ponto, antes que a informação sobre a prorrogação do horário de votação até as 19h pudesse chegar a mesários e presidentes de seção, informou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF).

De acordo com o tribunal, até as 17h40 não havia sido recebida nenhuma notificação oficial sobre a prorrogação, que foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) perto das 17h.

Ainda segundo o TRE-DF, quando o anúncio da ampliação do horário de votação surgiu na imprensa, poucos minutos após as 17h, as urnas já haviam sido fechadas e algumas seções iniciavam a transmissão dos resultados.

Segundo a assessoria do tribunal, “quando a urna é fechada, ela não pode mais ser reaberta”. O TRE-DF alegou que precisaria de antecedência para mobilizar mesários e presidentes das seções para que mantivessem as urnas abertas além das 17h.

A mesária Kátia Regina Carmona, que trabalhou em uma escola na Asa Sul, bairro na área central de Brasília, relatou que às 17h em ponto fechou a urna de sua seção. Pouco depois, a notícia sobre o adiamento do horário de votação aparece em uma TV na própria escola. Ela conta que aguardou mais um pouco, mas foi orientada a ir para casa.

“Cinco horas [da tarde] fechamos sem saber de nada. Lá tinha televisão e estava dando que ia aumentar o prazo, ai ficamos esperando e avisaram que a gente podia ir embora”, disse em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Entenda

A prorrogação do horário de votação até as 19h foi pedida pela coligação Brasil Pronto Pra Mais, de apoio ao presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. A justificativa foram as dificuldades de transporte relatadas por eleitores em três cidades da Bahia – Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

O TRE baiano mandou prender o secretário de Mobilidade, Pablo Souza. Segundo a decisão, a secretaria reteve dezenas de ônibus nos pátios neste domingo. Em nota, a prefeitura alegou que a retenção se deve em virtude de adesivos com o número de Lula que haviam sido colados nos vidros dos veículos e precisaram ser retirados.

Em seguida, a coligação de apoio a Lula constatou o mesmo problema em São Paulo e em outras cidades do país, ampliando o pedido de prorrogação da votação até as 19h. O pedido foi feito de início ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, em seguida, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Agência Brasil

Lula vence Flávio Bolsonaro em 42 países no exterior durante segundo turno das eleições

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Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam que quase 1 milhão de eleitores (918.876) estão aptos para participar da votação fora do Brasil. O número corresponde a cerca de 0,5% do eleitorado do brasileiro, que corresponde a 158,7 milhões de pessoas.

Entre os países onde Lula conquistou a maioria dos votos estão Portugal, França, Espanha, Austrália, China e Nova Zelândia. Na França, o petista recebeu 83,96% dos votos válidos, contra 16,04% de Flávio Bolsonaro. Já em Portugal, o presidente alcançou 59,42%, enquanto o adversário registrou 40,58%.

Na Austrália, Lula obteve 63,46% dos votos válidos, contra 36,54% do senador do Rio de Janeiro. O petista também venceu na Nova Zelândia, com 80,54%, e na China, onde recebeu 65,28% dos votos.

Dentre os 54 países e territórios com resultados divulgados até o momento, Lula (PT) recebeu 141.263 votos (59,66%), enquanto Flávio Bolsonaro (PL) conquistou 95.499 votos (40,34%). Ao todo, foram contabilizados 236.762 votos válidos, com uma vantagem de 45.764 votos para o atual presidente da República.

O candidato do PL, por sua vez, ficou à frente em outros 12 países e territórios, como Japão, Israel, Emirados Árabes Unidos e Filipinas. No caso do Japão, por exemplo, o senador recebeu 80,08% dos votos válidos, enquanto Lula ficou com 19,92%. Em Israel, o candidato do PL também teve uma votação expressiva, alcançando 80,81%, contra 19,19% do presidente. Já na Palestina, Lula obteve 95,6% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 4,4%.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Lula havia vencido em 64 países, enquanto Flávio Bolsonaro ficou à frente em 36. Os números do segundo turno ainda podem sofrer alterações conforme a atualização dos boletins de urna.

Resultados no segundo turno

OCEANIA

AUSTRÁLIA

  • Lula (PT): 6.017 votos (63,46%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 3.465 votos (36,54%)

NOVA ZELÂNDIA

  • Lula (PT): 418 votos (80,54%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 101 votos (19,46%)

COREIA DO SUL

  • Lula (PT): 148 votos (64,35%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 82 votos (35,65%)

CHINA

  • Lula (PT): 502 votos (65,28%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 267 votos (34,72%)

TAIWAN

  • Flávio Bolsonaro (PL): 130 votos (58,04%)
  • Lula (PT): 94 votos (41,96%)

FILIPINAS

  • Flávio Bolsonaro (PL): 39 votos (59,09%)
  • Lula (PT): 27 votos (40,91%)

JAPÃO

  • Flávio Bolsonaro (PL): 28.538 votos (80,08%)
  • Lula (PT): 7.098 votos (19,92%)

MALÁSIA

  • Flávio Bolsonaro (PL): 44 votos (51,76%)
  • Lula (PT): 41 votos (48,24%)

SINGAPURA

  • Lula (PT): 213 votos (63,77%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 121 votos (36,23%)

INDONÉSIA

  • Flávio Bolsonaro (PL): 23 votos (60,53%)
  • Lula (PT): 15 votos (39,47%)

TAILÂNDIA

  • Flávio Bolsonaro (PL): 60 votos (51,72%)
  • Lula (PT): 56 votos (48,28%)

EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

  • Flávio Bolsonaro (PL): 772 votos (54,56%)
  • Lula (PT): 643 votos (45,44%)

ARÁBIA SAUDITA

  • Flávio Bolsonaro (PL): 31 votos (38,75%)

KUWAIT

  • Lula (PT): 62 votos (78,48%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 17 votos (21,52%)

JORDÂNIA

  • Lula (PT): 725 votos (90,51%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 76 votos (9,49%)

QATAR

  • Flávio Bolsonaro (PL): 195 votos (55,08%)
  • Lula (PT): 159 votos (44,92%)

SÍRIA

  • Lula (PT): 106 votos (90,60%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 11 votos (9,40%)

LÍBANO

  • Lula (PT): 2.736 votos (68,21%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 1.276 votos (31,79%)

PALESTINA

  • Lula (PT): 1.000 votos (95,60%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 46 votos (4,40%)

ISRAEL

  • Flávio Bolsonaro (PL): 699 votos (80,81%)
  • Lula (PT): 166 votos (19,19%)

ÁFRICA

QUÊNIA

  • Lula (PT): 29 votos (64,44%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 16 votos (35,56%)

MOÇAMBIQUE

  • Flávio Bolsonaro (PL): 117 votos (52%)
  • Lula (PT): 108 votos (48%)

ÁFRICA DO SUL

  • Flávio Bolsonaro (PL): 256 votos (57,92%)
  • Lula (PT): 186 votos (42,08%)

ANGOLA

  • Lula (PT): 167 votos (58,60%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 118 votos (41,40%)

MARROCOS

  • Lula (PT): 31 votos (83,78%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 6 votos (16,22%)

CABO VERDE

  • Lula (PT): 48 votos (62,34%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 29 votos (37,66%)

EGITO

  • Lula (PT): 60 votos (78,95%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 16 votos (21,05%)

SENEGAL

  • Lula (PT): 59 votos (72,84%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 22 votos (27,16%)

EUROPA

CHIPRE

  • Lula (PT): 29 votos (53,70%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 25 votos (46,30%)

GRÉCIA

  • Flávio Bolsonaro (PL): 311 votos (54,95%)
  • Lula (PT): 255 votos (45,05%)

FINLÂNDIA

  • Lula (PT): 550 votos (74,83%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 185 votos (25,17%)

ESTÔNIA

  • Lula (PT): 160 votos (82,90%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 33 votos (17,10%)

CROÁCIA

  • Lula (PT): 31 votos (54,39%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 26 votos (45,61%)

ESLOVÊNIA

  • ula (PT): 67 votos (70,53%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 28 votos (29,47%)

REPÚBLICA TCHECA

  • Lula (PT): 304 votos (77,95%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 86 votos (22,05%)

POLÔNIA

  • Lula (PT): 268 votos (75,07%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 89 votos (24,93%)

SÉRVIA

  • Lula (PT): 35 votos (72,92%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 13 votos (27,08%)

ESLOVÁQUIA

  • Lula (PT): 47 votos (77,05%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 14 votos (22,95%)

BÉLGICA

  • Lula (PT): 3.064 votos (58,72%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 2.154 votos (41,28%)

HUNGRIA

  • ula (PT): 355 votos (75,21%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 117 votos (24,79%)

DINAMARCA

  • Lula (PT): 1.383 votos (85,06%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 243 votos (14,94%)

SUÉCIA

  • Lula (PT): 2.127 votos (78,26%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 591 votos (21,74%)

NORUEGA

  • Lula (PT): 820 votos (76,78%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 248 votos (23,22%)

ÁUSTRIA

  • Lula (PT): 1.178 votos (74,98%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 393 votos (25,02%)

ALEMANHA

  • Lula (PT): 16.549 votos (79,09%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 4.374 votos (20,91%)

PAÍSES BAIXOS

  • Lula (PT): 5.578 votos (80,13%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 1.383 votos (19,87%)

REINO UNIDO

  • Lula (PT): 10.968 votos (63,33%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 6.349 votos (36,67%)

IRLANDA

  • Lula (PT): 7.194 votos (80,20%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 1.776 votos (19,80%)

FRANÇA

  • Lula (PT): 10.676 votos (83,96%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 2.039 votos (16,04%)

ESPANHA

  • Lula (PT): 9.293 votos (68,42%)
  • ávio Bolsonaro (PL): 4.289 votos (31,58%)

PORTUGAL

  • Lula (PT): 34.319 votos (59,42%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 23.433 votos (40,58%)

ITÁLIA

  • Lula (PT): 7.921 votos (59,99%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 5.283 votos (40,01%)

SUÍÇA

  • Lula (PT): 7.089 votos (56,68%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 5.419 votos (43,32%)

ROMÊNIA

  • //ula (PT): 40 votos (61,54%)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 25 votos (38,46%)

“A escala já mostrava que não haveria 100% dos ônibus, diz presidente do sindicato de rodoviários sobre ausência de ônibus em Salvador

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O presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Coletivo Urbano de Passageiros (Sinttrurb), Fábio Primo, rebateu as acusações feitas contra o sindicato de rodoviários pela falta de ônibus em Salvador. De acordo com ele, o sindicato tinha recebido uma escala para o trabalho deste domingo (25).

Conforme afirmou, a escala já mostrava que não haveria 100% dos ônibus rodando em Salvador, e chamou de “irresponsabilidade” atribuir ao sindicato a retenção de ônibus.

“A frota de Salvador hoje [possui] 1.700 ônibus, pelo número de trabalhadores que estavam escalados, entre 40% a 50% dos trabalhadores, então 850 ônibus ficaram sem sair […] Não tenho esse número exato, mas depois da pressão popular e da imprensa, pode ser que alguns ônibus tenham conseguido sair”, disse.

Fábio ressaltou que o sindicato não tem nada haver com com o atraso, ressaltando que os trabalhadores estavam de folga e que a escala deste domingo era uma normal de um domingo para a capital baiana.

“Eu percebi na sexta-feira que a frota não seria 100%, e que essa decisão de colocar ônibus nas ruas é das empresas”.

O número de ônibus encontrados em garagens de Salvador subiu para 908 durante a fiscalização realizada pelo Procon-BA neste domingo (25), dia do segundo turno das eleições de 2026. Ao todo, nove garagens foram vistoriadas pelo órgão, que iniciou a operação às 12h03.

Os dados contabilizados são referentes às inspeções realizadas até as 16h16.

O caso ocorre após o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinar o restabelecimento imediato de 100% da frota de ônibus de Salvador, com gratuidade e frequência equivalente à dos dias úteis.

 

Eleições 2026: Posse do presidente eleito neste domingo será no dia 5 de janeiro

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A cerimônia de posse do novo chefe do Executivo federal está prevista para 5 de janeiro de 2027 e não mais em 1º de janeiro, como ocorreu nas eleições anteriores.

A mudança foi estabelecida pela Emenda Constitucional nº 111, promulgada em setembro de 2021. A norma alterou as datas previstas na Constituição Federal para o início dos mandatos e determinou que o presidente e o vice-presidente da República tomem posse em 5 de janeiro do ano seguinte à eleição. Os governadores e vice-governadores eleitos nos estados e no Distrito Federal tomarão posse no dia 6 de janeiro.

Redação PNB

Exemplo da resistência feminina: Aos 94 anos, Dona Sebastiana vai as urnas em Juazeiro; ela nasceu em 1932, ano em que a mulher passou a ter direito ao voto no Brasil 

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A história de Dona Sebastiana Mota do Carmo, de 94 anos, é daquelas que emocionam, inspiram e nos fazem lembrar o verdadeiro valor da democracia. Nascida em Petrolina, em  1932, e residente em Juazeiro há mais de sete décadas, ela carrega na própria trajetória parte da história do Brasil e das conquistas das mulheres.

Viúva e mãe de seis filhos, 19 netos e 11 bisnetos, dona Sebastiana vota em Lula desde 1989. E, mesmo enfrentando dificuldades motoras, pediu à família para ir às urnas nos dois turnos das eleições de 2026. Porque, para ela, a idade não apagou a vontade de participar, de fazer escolhas e de exercer um direito que representa tanto para a história do país.

Nascida no mesmo ano em que o voto feminino foi instituído no Brasil, dona Sebastiana atravessou gerações, testemunhou mudanças e chega aos 94 anos mostrando que cidadania não tem prazo de validade. Sua atitude é exemplar e lembra que cada voto carrega uma história, uma esperança e o direito de cada pessoa decidir os rumos da nação.

Em eleições tão marcantes, sua presença representa muito mais do que o ato de votar. É a demonstração de que a democracia se fortalece quando as pessoas se mobilizam, ocupam seus espaços e participam da vida política com consciência e liberdade.

Enquanto muitos enxergam dificuldades, dona Sebastiana encontrou motivos para ir neste domingo (25) exercer um direito que já nem seria mais um dever.

Aos 94 anos, ela nos ensina que a democracia não se constrói apenas nos discursos, mas também nos gestos simples e corajosos de quem acredita na força da própria voz.

Dona Sebastiana é memória viva, é prova da resistência feminina, exemplo de cidadania e uma história admirável de defesa à democracia.

Redação PNB

Após representação, Justiça Eleitoral, em Juazeiro, determina que listas com nomes e números de candidatos sejam retiradas das cabinas

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TSE - Tribunal Superior Eleitoral Urna eletrônica

 

A Justiça Eleitoral determinou a retirada das listas oficiais com nomes e números dos candidatos que estavam afixadas no interior das cabines de votação em Juazeiro, norte da Bahia. A decisão foi proferida neste domingo (25), data do segundo turno das Eleições Gerais de 2026, pelo juiz eleitoral José Góes Silva Filho, da 48ª Zona Eleitoral.

A medida foi tomada após representação apresentada pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) de Juazeiro, que solicitou providências urgentes para retirar os documentos do interior das cabines e transferi-los para locais visíveis nas seções eleitorais.

Na representação, o partido alegou que a permanência das listas dentro das cabines poderia dificultar a fiscalização e abrir margem para possíveis rasuras, marcações, inclusão de material de propaganda ou substituição dos documentos por versões adulteradas, com risco de confundir os eleitores.

Ao analisar o caso, o magistrado considerou que a Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.751/2026 estabelece que as listas de candidatos devem estar em local visível e com informações legíveis, mas não proíbe expressamente sua afixação no interior das cabines de votação.

A decisão também destacou que a fotografia apresentada no processo mostrava uma lista oficial, sem sinais aparentes de adulteração, inscrições ou propaganda irregular. Segundo o entendimento registrado na sentença, os riscos apontados pelo partido não foram acompanhados de provas de que essas irregularidades tivessem efetivamente ocorrido.

Apesar dessas considerações, o juiz modificou a parte dispositiva da sentença, com fundamento no artigo 494 do Código de Processo Civil, e julgou procedente a representação para determinar a retirada das listas do interior das cabines.

O magistrado também ressaltou a importância da fiscalização pelas mesas receptoras e pelos fiscais partidários, especialmente para identificar e corrigir eventuais adulterações ou a presença de materiais estranhos nas cabines, sempre preservando o sigilo do voto.

A determinação foi expedida pela 48ª Zona Eleitoral de Juazeiro e prevê a retirada das listas das cabines nas circunstâncias analisadas no processo.

Redação PNB, Fonte: decisão da 48ª Zona Eleitoral de Juazeiro

Mega-Sena: Sem ganhadores, prêmio acumula em R$ 300 milhões

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22/06/2023 - Brasília - Volantes da Mega Sena sendo preenchidos para apostas em casas lotéricas da Caixa. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Ninguém acertou acertou as seis dezenas da Mega-Sena, sorteado nesse sábado (24). O prêmio acumulou novamente e está estimado em R$ 300 milhões para a nova rodada.Os números sorteados são: 02 – 03 – 20 – 25 – 39 – 57.

O próximo concurso  ocorre na segunda-feira (26), às 21h. As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) do mesmo dia, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

A Caixa Loterias antecipou para sábado os sorteios previstos para este domingo (25), dia do segundo turno das eleições.

Redação PNB