
(foto: Thiago Santos/PNB)
Desde o último domingo (2) as chuvas chegaram em Juazeiro e na região do Vale do São Francisco. De acordo com o Laboratório de Meteorologia da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf), até ontem, quinta-feira (6), a cidade baiana havia registrado 40,9 milímetros de chuva.
Entretanto, a chegada do período chuvoso representa sinal de alerta para a população. O Ministério da Saúde aponta o período de novembro a maio como endêmico por serem períodos de intensas chuvas em algumas regiões ou de período quente em outras, sendo estas mudanças propicias para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, Zika e Chikungunia.
Apesar disso, nesta sexta-feira (7), a equipe do portal Preto no Branco flagrou um possível foco de proliferação do Aedes aegypit na Praça Imaculada Conceição, também conhecida como Praça da Bandeira, localizada em frente à Catedral de Nossa Senhora das Grotas. Com as recentes chuvas, a fonte luminosa, que está desativada já há algum tempo, está com água parada acumulada, ambiente propício para abrigar, e consequentemente potencializar a multiplicação dos ovos do mosquito, aumentando as chances de contágio por enfermidades.

(foto: Thiago Santos/PNB)
Não é apenas o grau de pureza da água que determina o desenvolvimento das larvas, segundo estudo da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Ao selecionar o local para depositar os ovos, a fêmea avalia fatores que influenciam no crescimento das larvas, como luminosidade, temperatura e presença de matéria orgânica. Como as larvas do Aedes são sensíveis à luz, elas se desenvolvem bem em água que contenha substâncias dissolvidas que causem turbidez. A presença de matéria orgânica como proteínas, carboidratos e lipídios também contribui para o desenvolvimento dos mosquitos.
O Aedes Aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika, chikungunya, febre amarela, entre outros. Dentro de casa, os moradores devem observar a existência de recipientes com água parada como: vasos de plantas, caixas d’água, piscinas ou qualquer outro meio que possa acumular água, por menor quantidade que seja, principalmente nesse períodos de chuva, para evitar a proliferação do mosquito.
Mas, fora de casa, a responsabilidade também é da prefeitura. O PNB está em contato com a gestão para saber sobre as medidas que serão adotadas em relação à fonte luminosa.
Da Redação



