“Era uma prostituta e tinha um passado de extorsão” diz defesa de João de Deus sobre ex-paciente do médium

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(Imagem Ilustrativa-Internet)
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Após o depoimento de João de Deus, que se entregou a polícia no último domingo (16), o advogado de defesa do acusado, Alberto Toron, declarou que algumas das mulheres que se dizem vítimas do médium não têm credibilidade e que por isso, as denúncias precisam passar por um “escrutínio calmo”. A informação foi divulgada hoje (17), pelo site Folha de S. Paulo.

Ainda de acordo com a reportagem do jornalista Fábio Fabrini, o advogado afirmou que à holandesa Zehira Lieneke, uma das denunciantes, “era uma prostituta e tinha um passado de extorsão.” Ele teria dito ainda que estava recebendo informações, com um dossiê, de que ela “tem um passado nada recomendável, o que pode descredibilizar sua palavra”, declarou Toron.

Ainda sobre Zehira Lieneke, a Folha diz que a defesa do médium disse que a polícia terá que analisar com serenidade se as pessoas querem se aproveitar da situação para pedir dinheiro a João de Deus. “O fato de ter sido prostituta, por si só, não a descredibiliza, mas é preciso ver o contexto da vida dessa mulher para ver se ela tem crédito ou não. Isso não fizemos ainda”, acrescentou.

A reportagem diz ainda que ao ser questionado se seria jogo sujo desqualificar as vítimas, Toron respondeu que “acusar falsamente alguém de crime grave” é que seria.

O advogado informou ainda que em seu depoimento, o médium atribuiu a existência de centenas de denúncias a uma perseguição. “Ele acha que tem gente que o quer destruir.” Já sobre a filha do médium, que também o acusou de violentá-la, Toron  afirmou que ela já fez mais de um vídeo retirando as próprias acusações. “Fica difícil dizer o que acontece com ela. Tem histórico de internações.”

A defesa de João de Deus irá pedir que a prisão de seu cliente seja revogada ou, caso não tenha sucesso, que ela seja substituída pela detenção em regime domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de voltar ao trabalho.

Da Redação com informações do site Folha de São Paulo

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