“Estamos vivendo um caos”: moradores do Expedito Nascimento relatam prejuízos devido interdição na Av. Miguel Souza Silva

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A redação do portal Preto no Branco recebeu, nesta quinta-feira (14), reclamações de moradores do bairro Expedido Nascimento, em Juazeiro, em função da obra de requalificação da Avenida Miguel Souza Silva, que dá acesso ao bairro Pedra do Lorde. Com a interdição da via, os motoristas estão tendo que transitar por outras ruas, o que segundo os moradores, está gerando um verdadeiro caos.

Com a obra, um desvio foi realizado, por dentro do Expedido Nascimento, para possibilitar o tráfego de condutores. Entretanto, segundo os moradores, o grande fluxo de veículos vem alterando a rotina de quem reside nessa localidade.

“Não se pode sequer varrer a porta de casa, porque só faltam passar por cima, não temos mais o direito de ficar sentado numa porta, pois o carro pode vir por cima da calçada, não podemos mais estacionar carro em nossa porta, pois é capaz de baterem, como já aconteceu. É acidente a todo momento. Nas esquinas, os motoristas não param e passam em alta velocidade, sem falar em animais e crianças que temos que manter trancados. Vários gatos já foram atropelados”, disse uma moradora da rua J ao PNB.

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(fotos: reprodução/Whatsapp)

Ainda segundo ela, o intenso fluxo está trazendo prejuízos para os moradores. “As calçadas estão danificadas, todas, principalmente as das casas de esquinas. Teve carro que já bateu em uma parede de uma casa de esquina. Enfim, está uma situação que a gente pede socorro. Estamos vivendo um caos”, disse. Além de carros e motos, ônibus e caminhões transitam na rua.

Os moradores ressaltaram ainda que estão mais preocupados com a situação para este final de semana. Com a realização da Feijoada do Dadau, evento que movimenta a cidade, a movimentação de carro será ainda maior, tendo em vista que a pista em reforma era o principal acesso ao local da festa. Com a interdição, ruas como a J, no Santo Expedito, serão usadas como rotas principais. “Quero nem imaginar o que vai acontecer. Pedimos socorro”, disse outra moradora.

A denúncia está sendo encaminhada para a Secretaria de Obras e Desenvolvimento Urbano (SEDUR) e para a Companhia de Segurança, Trânsito e Transportes (CSTT).

Da Redação

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