Hospital de Campanha está há 15 dias sem lençóis e toalhas para o uso dos pacientes, denuncia usuário; SESAU responde

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Pacientes que precisam ficar internados no Hospital de Campanha do município de Juazeiro, no Norte da Bahia, estão enfrentando mais um sofrimento, além daquele provocado pelos sintomas que os levaram a buscar o atendimento na unidade. Por falta de lençóis, os usuários do serviço ficam expostos ao frio durante o internamento.

A situação foi flagrada pelo leitor Joaquim Sena, que denunciou a situação vivenciada por um paciente ao PNB neste sábado (23).

“Esse paciente chegou na urgência e emergência do hospital de campanha (UPA) de Juazeiro as 18h00 horas de ontem. Eu precisei passar na urgência e emergência do mesmo órgão, então passei pela triagem e fui encaminhado para a enfermaria. Chegando lá me deparei com essa situação. O paciente encolhido na cama por conta do frio, usando apenas uma fralda geriátrica. Falei com a enfermeira, cobrei lençol para o paciente que estava internado naquelas condições. Então a técnica me falou que o hospital de campanha estava sem lençol há 15 dias, e que não podia fazer nada, pois infelizmente não tinha. O paciente passou a madrugada toda se tremendo de frio, sem nenhum pano para se embrulhar”, reclamou.

Joaquim contou ainda que além de lençol, o Hospital de Campanha também está sem toalhas.

“Eu conversei com um funcionário da instituição, e ele me falou que tava complicado para dá banho nos pacientes, pois após o banho não tinha uma toalha ou lençol para enxugar o paciente”, acrescentou.

O PNB encaminhou a reclamação para a Secretaria de Saúde. Em resposta, o órgão informou que “repõe frequentemente estes materiais na unidade. Porém, devido à alta rotatividade de lavagens em ambiente hospitalar, eles se desgastam rapidamente. A Sesau entrará em contato com o fornecedor para garantir mais lençóis para a unidade”.

 

Redação PNB

1 COMENTÁRIO

  1. Meu Deus!! Esperava que a saúde de Juazeiro estivesse superado a desgraca que foi na gestão passado.
    As vezes quem está lá não tem competência suficiente para abraçaram causa que é saúde

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