Após quase 2 meses do início das aulas presenciais, em Juazeiro, responsáveis por alunos continuam reclamando da falta de transporte escolar

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Em contato com o Portal Preto no Branco, a leitora Daiane Shirlei de Souza, moradora do Distrito de Angico, zona rural de Juazeiro, no Norte da Bahia, voltou a reclamar da falta de transporte escolar na comunidade. Segundo Daiane, seu filho e outros alunos da comunidade estão sem frequentar as aulas no horário noturno, pois não tem transporte nem para os professores.

“Estamos no sufoco! Os estudantes daqui da comunidade do Angico estão sem frequentar as aulas no horário da noite, pois está sem transporte, tanto para os professores quanto para os alunos”, relatou.

As aulas presenciais tiveram início de forma escalonada no dia 18 de março, nas instituições de ensino infantil, e no dia 28, nas escolas de Ensino Fundamental no município de Juazeiro.

O PNB está encaminhando novamente a reclamação a Seduc e aguarda resposta.

Recorrente

No dia 21 de abril, a leitora Daiane Shirlei, moradora do Distrito de Angico, zona rural de Juazeiro, no Norte da Bahia, entrou em contato com a nossa redação para reclamar da falta de transporte escolar na comunidade. Segundo Daiane, que estava revoltada com a situação, seus dois filhos e outras crianças da comunidade estavam sem frequentar as aulas na Escola Antonila da França Cardoso e isso estava prejudicando os alunos e os pais.

“Estamos pedindo uma solução porque está tendo transporte apenas pela manhã, mas a tarde e a noite não, e mais da metade dos estudantes estão sendo prejudicados e nós, pais, estamos revoltados com isso. É uma falta de respeito com os pais e os alunos, estão fazendo a gente de palhaço, não é justo!”, declara Shirlei.

Inconformada com a falta de solução para o problema, Daiane cobra uma resposta da gestão municipal.

“Queremos uma resposta, uma solução da prefeita Suzana Ramos, da Secretaria de Educação e, principalmente da Secretaria de Transporte. Pois, tem dois alunos na Fazenda Moura que estão matriculados pela manhã e já tem duas semanas que o transporte não vai buscá-los por conta que a equipe da prefeitura não foi medir a quilometragem do trajeto, mas o motorista já foi na Secretaria, está aguardando a liberação e até agora nada”, relatou.

A leitora ainda questiona se os pais vão ter que sair dos seus empregos e ter que mudar de comunidade para ter seus filhos estudando.

“É justo o pai de família perder seu emprego para poder ir para outro lugar para poder ter as crianças estudando? E com certeza vão ficar com fome por causa que não tem emprego, é justo isso?”

O PNB encaminhou a denúncia para a Seduc, que por meio de nota, ressaltou que “o transporte escolar na localidade de Angico estava regularizado nos turnos da manhã e da tarde para os alunos da rede municipal.”

Redação PNB

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