O cantor Gusttavo Lima atribui a inveja como motivo para as polêmicas que envolvem sua carreira.
Durante uma live transmitida pela redes sociais do artista, nesta segunda-feira (30), o “embaixador” fez uma declaração, se colocando como vítima de “uma perseguição”.
“Eu nunca imaginei que ser bem-sucedido no Brasil traria tanta inveja, tanto coisa ruim. As vezes, dá vontade de sumir para ver se essa perseguição em cima de mim acaba”, disse o sertanejo”.
Gustavo Lima disse ainda que “está ao ponto de jogar a tolha”, e pediu para pararem de persegui-lo.
“Vocês não sabem como isso tem me prejudicado física e emocionalmente na última semana (…) Eu tô cansado a ponto de jogar a toalha”(…) Parem de me perseguir, pelo amor de Deus”, finalizou o cantor.
O sertanejo ainda justificou: “Tenho meu valor, conta para pagar. Se tenho uma casa boa para morar, saiu da minha garganta. Não compactuo com uso de dinheiro público de maneira irregular (…) Aqui tem um pai de família que trabalha, que ajuda a colocar comida na mesa de mais de 500 funcionários. Eu nunca me beneficiei de dinheiro público, empréstimo ou algo do tipo. A minha vida foi sempre trabalhar. Tenho meus impostos em dia. Não compactuo com nada do que vem sendo dito”.
Ligação com Bolsonaro
Lima também tentou esclarecer algumas críticas sobre seus posicionamentos políticos. Uma delas foi sobre o helicóptero do Frigorífico Goiás, que foi plotado em homenagem ao atual presidente da República, Jair Bolsonaro. “Gente, o helicóptero não é meu, é do meu sócio. Ele tem a opinião política dele e ele faz da vida dele o que ele quiser. Uma coisa sou eu fazer e outra coisa é ele. Isso não diz respeito a minha opinião política”, afirmou o sertanejo.
Ele também comentou sobre um vídeo, onde é possível ouvir a voz de um homem tecendo alguns comentários de cunho político, na festa Boteco, que ocorreu em Brasília: “Não foi eu. Foi o locutor que fez a abertura dos shows e ele disse coisas que eu repudio totalmente”.
Investigação
O Ministério Público do Rio de Janeiro abriu investigação para averiguar possíveis irregularidades em contratos do artista em Roraima e Minas Gerais, por conta da cobrança abusiva no cachê do sertanejo. O órgão também resolveu investigar a contratação do artista para uma apresentação em Magé, Rio de Janeiro.
Em nota enviada ao jornal Folha de São Paulo, o MP informou que a abertura de inquérito se deu devido a denúncias. O artista teria recebido cerca de R$ 1 milhão para se apresentar na cidade e o caso segue em apuração da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Magé.
Redação PNB



