Usuários continuam reclamando de dificuldades para conseguir atendimento na sede do Cadastro Único, em Juazeiro

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Beneficiários do Auxílio Brasil que residem no município de Juazeiro, no Norte da Bahia, continuam enfrentando dificuldades para conseguir atendimento na sede do Cadastro Único, antiga Casa do Bolsa Família, localizada na Rua do Paraíso. Em contato com o Portal Preto no Branco nesta terça-feira (23), uma usuária relatou que o número fornecido para agendamento, não está funcionando.

“Gostaria de saber se o número da Casa do Bolsa Família continua o mesmo ou se não está funcionando.  Desde ontem eu ligo e o número só está dando ocupado. Passei a manhã e parte da tarde ligando para 36112763, para agendar um atendimento e hoje está do mesmo jeito. O número só dá ocupado ou as vezes nem chama. Eles pedem para gente ligar em um certo dia para agendar atendimento, mas quando a gente liga, não consegue falar com ninguém”.

O PNB já encaminhou a reclamação para a Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (Sedes), e aguarda resposta.

Reclamação recorrente

No mês passado, a moradora de Juazeiro, Leda, também reclamou da dificuldade que está enfrentando para conseguir o atendimento.

“A gente vai no local e eles mandam entrar em contato pelo telefone para agendar o serviço. Mas no número que eles fornecem, ninguém atende. Já liguei várias vezes e nada. O número não funciona. É uma falta de respeito e compromisso com a população”, contou.

Em abril, o filho da idosa Raimunda De Souza Brito, 67 anos, também entrou em contato com o PNB para reclamar que a mãe estava encontrando dificuldades para atualizar o seu Cadastro único. Na época ele informou que a usuária já havia ido ao local diversas vezes, e não teria conseguido ser atendida.

“Minha mãe está indo sucessivas vezes lá no local para atualização cadastral e recebe um papel com 2 números de telefone fixos, que não atendem em nenhum momento do dia. Então, ou o órgão municipal está tentando prejudicar as famílias cadastradas, ou nos deve uma explicação pra isso”, declarou o filho da idosa na época.

O filho da idosa relatou ainda na época que ela temia ter o benefício cancelado por conta da não atualização.

“Minha mãe tem 67 anos e não tem muita condição física pra idas e vindas. E quando ela chega lá, nem pode adentrar o espaço do dispositivo público, pois na porta entregam o papelzinho que diz: ‘ligue pra agendar’. Não posso ir resolver por ela porque ela precisa ser entrevistada na atualização, só ela. Mas até que ela consiga agendamento, pode ter seu benefício assistencial suspenso pela não atualização do CadÚnico”, acresentou na ocasião.

Na época, a Sedes informou que as linhas telefônicas estavam funcionando e que estudava outras maneiras de realizar o agendamento.

Redação PNB

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