As últimas chuvas vem expondo a situação precária na estrutura de alguns equipamentos públicos de Juazeiro.
Diversos leitores estão enviando vídeos para nossa redação denunciando a situação de alguns órgãos do município, sem contar os outros tantos vídeos denunciando a falta de estrutura nas ruas e avenidas dos bairros da cidade, completamente alagadas.
Uma mãe de aluno do Colégio Municipal Paulo VI enviou um vídeo em que aparecem goteiras em uma das salas. De acordo com a mãe, as aulas foram interrompidas e ela chamou atenção da Secretaria de Educação para o risco que correm os alunos e professores.
“Que a secretaria faça os devidos reparos por uma questão de segurança de nossos filhos”, disse a mãe.
Outra leitora enviou uma gravação da UBS que funciona no CSU: “Chove mais dentro do que fora”, contou.
Outra usuária relatou que o atendimento da UBS do bairro Argemiro foi prejudicado por conta da chuva. Ela procurou a unidade para se vacinar contra a covid-19.
“Gostaria de fazer uma denúncia sobre a situação precária da UBS do Bairro Argemiro.
É inadmissível que a atual gestão não esteja vendo o que está acontecendo com a Saúde em Juazeiro. Fui tomar a dose de reforço da vacina contra Covid e logo começou a chover. O cenário em pouco tempo de chuva mudou completamente e a Unidade de Saúde sem manutenção nenhuma. A água começou a invadir as salas por todo lugar, principalmente pelo teto. Fiquei pasma o quanto uma unidade de saúde, que contempla tantos bairros como o Piranga I e II, Codevasf, Argemiro e Nova Esperança, possa ter chegado a essa situação.
A usuária alertou para a segurança de usuários e profissionais de saúde e criticou a gestão municipal pela falta de cuidado com os equipamentos de saúde.
“Manutenção é o básico quando se fala em um sistema de saúde. Ninguém escolhe quando vai precisar, pode estar chovendo ou não. E a unidade tem que estar sempre pronta para atender a população que tanto sofre com a falta de políticas públicas básicas. O posto de saúde precisa ser seguro, as pessoas não podem ir ao posto, chover e ficar com medo do teto de madeira cair na cabeça. Mães com bebês recém nascidos, grávidas, sem falar nos funcionários que correm riscos”, alertou a usuária.
Redação PNB



