“Irmãos”: Preso na Papuda, Cacique Serere pede perdão ao Presidente Lula e ao Ministro Alexandre Moraes

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Diretamente da penitenciária na Papuda, em Brasília, onde está preso desde o dia 12 de dezembro, o líder indígena José Acácio Serere Xavante emitiu, por meio de seus advogados, uma carta pedindo desculpas ao Presidente Lula e ao Ministro do STF Alexandre de Moraes.

A manifestação foi após os ataques as urnas eletrônicas e defesa do golpe militar, e as recorrentes ofensas ao presidente petista.

No documento, Serere se refere ao presidente Lula e ao ministro como “irmãos” e diz que cometeu “um equívoco ao defender a tese de que haveria fraude, ou mesmo risco de fraude, nas urnas eletrônicas”. O cacique confessou que se baseou em “informações erradas” para fazer as acusações infundadas.

“Na verdade, não há nenhum indício concreto que aponte para o risco de distorção no resultado às urnas, ou na vontade do eleitor brasileiro. Defendi a tese da suposta fraude, com base em informações erradas, que me foram fornecidas por terceiros, que, agora, olhando para trás, vejo que estavam inteiramente desvinculadas da realidade”.

Serere continuou pedindo desculpas, inclusive, a sua tribo Xavante.

Peço, humildemente, desculpas ao povo brasileiro por eventuais declarações exageradas que fiz, ao criticar o sistema eleitoral brasileiro. Da mesma forma, peço desculpas ao Supremo Tribunal Federal; ao Tribunal Superior Eleitoral; ao presidente irmão Lula; ao irmão Alexandre; à minha família; à minha querida tribo Xavante; e, aos meus amados irmãos da nossa Igreja.

Veja o documento completo: 

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