Após assembleia realizada nesta quinta-feira (20) no auditório da APLB Sindicato, os trabalhadores em educação de Juazeiro decidiram por uma paralisação de advertência por 24h na próxima segunda-feira (24) com assembleia a ser realizada no pátio da Câmara de Vereadores às 9h. O objetivo é provocar a aprovação imediata do projeto de lei que define o reajuste do piso nacional do magistério.
O momento para a direção da APLB é de reflexao sobre várias coisas que perpassam na área da educação do município. “Nosso caminhar é de educador e luta por uma educação de qualidade e estamos todos os dias no chão da escola fazendo valer o papel do professor. Lutamos tanto pelas melhorias e qualidade do ensino quanto pela valorização dos professore que precisa ser fortalecida com as mãos unidas em um só pensamento de luta e conquistas. Não adianta pensar que sozinhos estaremos fortalecidos. Essa luta tem que ser de todos juntos. E essa agremiação chamada APLB que vai completar 71 anos de luta no dia 24 tem a responsabilidade de representá-los em todas as instâncias”, afirma o diretor da APLB Sindicato, Gilmar Nery.
A intenção da entidade é de que o governo reconheça o direito em conceder o reajuste do salário do trabalhador em educação como previsto em lei e disposto na contraproposta fechada desde o dia 30. A APLB conquistou a volta da regência, além de ter sido solicitado que fosse cumprido acordo de avanço na carreira. Gilmarr Nery lembra que só a educação conquistou isso e depois passou para discussão do piso anunciado pela prefeita Suzana Ramos na Jornada Pedagógica após várias reuniões e assembleias.
“Queremos conquistar direitos através da lei. A prefeita se comprometeu com todos os trabalhadores em educação e essa demora só mostra sua falta de respeito para com os profissionais. A proposta que foi aprovada por unamidade já havia sido aceita pelo governo e a sequência lógica era ser encaminhada à Câmara e aprovada. É muita incompetência e falta de respeito com os trabalhadores em educação”, explica Gilmar.
O consultor técnico da APLB Sindicato, Antônio Carlos Santos aproveitou o momento para informar que dos 417 municípios baianos, 90% não pagam o piso. Então é preciso reconhecer o peso do sindicato na luta por direitos.
Na opinião do professor Antônio Marcos a prefeita não tem um projeto que valoriza os professores e é preciso cobrar isso. “Temos que entender que precisamos eleger prefeitos amigos da educação e vereadores professores para defender a categoria”, ressaltou.
Para a professora Maria Auxiliadora Fernandes é viver um momento “em que estamos sendo tratados com desrespeito. Precisamos do diálogo e a luta que o sindicato está é de todos e não podemos esquecer as vitórias já conquistadas”.
A direção da APLB ressalta mais uma vez o lema da entidade que representa os trabalhadores em educação na busca de todos os seus direitos: “Somos APLB com orgulho de quem luta e conquista!”.
Ascom/APLB



