Após um leitor do PNB denunciar ocupações irregulares na Rodovia Salitre, em Juazeiro, a Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Ordem Pública e Habitação se manifestou.
Em nota enviada a nossa redação, a SOPH informou que “a área mencionada é de responsabilidade do Governo do Estado da Bahia, ao qual cabe a fiscalização e o monitoramento do local. Além disso, considerando o período de ocupação e a presença de pessoas no local, a situação requer a tramitação de um processo de reintegração de posse”.
Reclamação
Segundo o relato do leitor, há meses, estão sendo construídas moradias no espaço que fica próximo a área do porto, sem que as autoridades adotem medidas para evitar a desorganização urbana.
““Venho expressar minha indignação com a falta de organização urbana em Juazeiro, especialmente em relação à situação da Avenida Salitre. Infelizmente, o problema se agrava a cada dia. Já se passaram mais de 10 meses desde a invasão das casas na região, e, até o momento, nenhuma medida efetiva foi tomada pelas autoridades competentes. A ocupação irregular tem gerado não apenas desordem urbana, mas também riscos significativos à segurança da população, contribuindo para o aumento da violência e precariedade das condições de moradia”, considerou o leitor.
Ele chama atenção ainda para a falta de estrutura da avenida e pediu providências ao poder público.
“A área invadida carece de infraestrutura básica, como saneamento, iluminação pública e coleta de lixo, agravando ainda mais a vulnerabilidade social e sanitária. É importante ressaltar que Juazeiro não conta com grandes avenidas, e a Avenida Salitre poderia se tornar um vetor estratégico para investimentos e desenvolvimento da cidade. No entanto, a situação atual impede esse avanço. Além da ocupação irregular, a Rodovia Salitre encontra-se em estado precário, necessitando urgentemente de melhorias na iluminação, limpeza e infraestrutura. Diante desse cenário, solicito que a Prefeitura adote medidas concretas para solucionar esses problemas, garantindo a ordem, a segurança da população e o desenvolvimento sustentável da cidade”, concluiu.
Redação PNB