Terminou num momento significativo, com as presenças do governador e do presidente, ao desafiar a rígida desesperança dos juazeirenses, pelos anos terríveis da fragilidade de gestões anteriores.
A cidade tinha perdido a vontade de ter coragem de fazer uma boa gestão, por conta de prefeitos amarrados ao vício da fraqueza e servilidade da política miúda.
Andrei, deu um salto triplo, envolveu a cidade em uma corrida de impulso político. Mostrou sofisticada força que não é um prefeito comum, mobilizando outro conjunto de forças políticas emancipadoras.
Em 1553, os jesuítas, queriam convencer os índios ao cristianismo e ao invés de viajarem para as tribos, ao contrário, decidiram trazer as tribos pra morar em Paratininga (São Paulo) a 70 quilômetros da costa.
Andrei, não viajou, vieram secretários, Ministros, o Presidente Lula e o Governador que resolveu morar aqui a 500 quilômetros da capital, pelo visto.
Os indígenas só vieram porque confiavam em José de Anchieta. Jerônimo e Lula confiam em Andrei, por isso, vieram.
É a palavra de campanha sendo cumprida, apagando os males do atraso e fazendo o mais melancólico juazeirense acreditar na cidade.
É um governo Pé na Tábua, acelerado, indo com tudo e está com pressa.
Juazeiro e Petrolina, são dois braços estirados, duas mãos que se pegam, sob uma ponte firme, cujo destino é a união. Só se largavam quando a ponte levantava pra passar o vapor. Todo crescimento parte dessa união, as grandes realizações chegando a Juazeiro e finalmente o triunfo para a região.
Por Henrique Rosa, advogado



