“Carnavalizando”: A Terra da Alegria escolhe a Corte do Carnaval 2026 em uma noite genuinamente juazeirense

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Onze candidatas a Rainha do Carnaval de Juazeiro e mais 2 pretendentes ao título de Rei Momo nem se esforçaram para mostrar que tinham energia de sobra e a folia no sangue. A entrega foi espontânea, natural e genuinamente juazeirense. Eles e elas brilharam no palco revelando a alma da cidade que está com sede de carnaval.

O Baile Municipal que aconteceu na noite deste sábado (10), nos arredores do antigo Paço Municipal, foi um espetáculo digno da Terra da Alegria e contagiou o público que já está em contagem regressiva para a folia de 2026.

Teve brilho, cores, torcida organizada, diversidade, samba no pé, beleza, garra e muito, muito axé.

Bem que a festa, pela sua grandiosidade cultural, poderia ter as onze rainhas e dois reis no comando. Todos foram dignos da coroa. Um luxo de representatividade para Juazeiro, essa cidade, cujo maior patrimônio é sua gente. Efusiva e diferente.

Em clima mais de aliança, do que de disputa (foi o que deu para perceber), foram escolhidos para compor a corte, merecidamente, a estudante de jornalismo Mariane Reis, Rainha, Flávio Henrique, Rei, e as Princesas Erica Tanuri e Stefane Araújo.

Homenagem

Emoção e história também marcaram a noite com a homenagem feita ao artista Cláudio Damasceno, a Loly, figura marcante da cultura juazeirense, ex-Rei Momo, uma estrela de primeira grandeza que deixou seu legado de carisma, autenticidade e arte viva.

O Baile Municipal não poderia ter uma trilha que não fosse a da Banda Mirage, patrimônio da cidade, a que une as mais diferentes gerações e continua atualíssima.

Destaque para todos os concorrentes que deram o seu melhor e fizeram bonito, como um prenúncio de que o Carnaval de Juazeiro tem tudo para ser o melhor de sua história.

Um salve para Cíntia Caterine, Érica Tanuri, Keila Macedo, Rita de Cássia Domiciana,  Rafaela Aiune, Sandriele Geovana, Anna Terra, Lídia Stefane, Bárbara Masceno, Mariane dos Reis Costa, Rafaela Varjão, Flávio Henrique e Jorge Luiz.

Redação PNB, com informações Ascom/Seculte

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