A Juazeirense fez sua melhor partida este ano, na opinião do treinador Carlos Rabelo e do torcedor presente no Adauto Moraes, mas a noite que poderia ser de festa completa, foi estragada pelo trio de arbitragem, mais precisamente pelo árbitro do jogo, Eziquiel Sousa Costa, que marcou uma penalidade a favor da Juazeirense, no apagar das luzes, mas voltou atrás na decisão, após sofrer forte pressão da comissão técnica e dos jogadores do Bahia.
A cena revoltou os torcedores, jogadores e a diretoria da Juazeirense, uma vez que o time já fazia por merecer o placar e não havia VAR, o que levantou suspeitas de interferência de fora do campo de jogo, o que não é possível pela regra vigente no futebol.
A primeira etapa foi parelha, com chances para as duas equipes, mas o placar não saiu do zero.
No segundo tempo, a Juazeirense, que já terminara a primeira etapa dando certa pressão no tricolor baiano, voltou com mais volume de jogo, teve as melhores chances, mas foi surpreendida com uma penalidade a favor do Bahia, convertida em gol por Everaldo, aos 8 minutos.
A Juazeirense não se abateu e continuou tendo o domínio, buscando o empate que saiu aos 21, em mais uma penalidade, convertida por Bravo.
O Cancão de Fogo precisava, queria uma vitória e ficou muito próxima de alcançar a meta, quando aos 44, no apagar das luzes, teve uma penalidade a seu favor, mas de forma inédita, já que o Juiz e o bandeirinha não haviam manifestado nenhuma dúvida quanto à decisão, a Juazeirense já se preparava para bater o pênalti, quando a arbitragem, pressionada, cedeu às reclamações e anulou a decisão tomada dentro de campo.
Fim de jogo, muita reclamação, revolta geral na equipe da casa, mas o placar não mudou: Juazeirense 1 x 1 Bahia.
Com o empate deste domingo contra o forte Bahia, a Juazeirense foi a 9 pontos e tem que buscar resultados positivos nas duas partidas que tem fora de casa, contra Barcelona e Porto, adversários diretos, para garantir vaga nas semifinais do Campeonato Baiano.
Ascom
Ascom Juazeirense/ Fotos George Lopes



