Após reinvindicação de estudantes de colégio estadual em Maniçoba, Juazeiro, Seduc afirma que ajuste no transporte escolar depende de dados das escola

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Após pais e estudantes do Colégio Estadual do Campo Olavo Ferreira Neto, no distrito de Maniçoba, em Juazeiro, relataram que os alunos estão sem o transporte escolar e assim impedidos de frequentarem as aulas iniciadas no último dia 9 de fevereiro, a Secretaria de Educação se manifestou.

Em nota, a SEDUC alegou que a adequação das rotas depende do envio correto do quantitativo e da localização dos estudantes por parte das unidades escolares e do órgão gestor da Educação estadual. O órgão informou ainda que após as reclamações, entrou em contato com a gestão da instituição em busca de informações sobre o número de alunos atendidos.

Veja a nota na íntegra:

“A Secretaria de Educação de Juazeiro/Seduc informa que a adequação das rotas de transporte escolar da rede estadual de ensino depende da informação do quantitativo e localização dos estudantes enviada pela unidade escolar e pelo órgão gestor da Educação na rede estadual. Ao receber a denúncia, a Seduc entrou em contato com a gestão do Colégio Estadual do Campo Olavo Ferreira Neto, que informou o quantitativo de estudantes, e vai adequar as rotas do transporte escolar”.

Reclamação

“Fomos pegos de surpresa com a suspensão do serviço, sem aviso prévio ou qualquer comunicado oficial. A situação tem prejudicado diretamente a frequência dos alunos e o andamento das atividades escolares. Desde o início das aulas da rede estadual, no último dia 9 de fevereiro, os alunos do distrito de Maniçoba seguem sem transporte escolar, que é de responsabilidade da Prefeitura de Juazeiro”, relatou um aluno.

Segundo o estudante, as localidades mais afetadas com a suspensão das rotas são: Maniçoba Velha, Cachoeirinha, Jatobá e Conchas.

“Muitos estudantes impossibilitados de chegar à escola. Reforçamos que o transporte escolar é um direito dos alunos e um dever do poder público. A comunidade escolar aguarda uma solução urgente para que nossos estudantes não sejam ainda mais prejudicados”, cobrou.

Redação PNB

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