
O senador eleito e ex-deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) empregou em seu gabinete, até novembro do ano passado, a mãe e a mulher do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de ser “o homem-forte” do escritório do Crime e de ser suspeito do assassinato da vereadora Marielle Franco.
A mãe de Adriano, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, tinham salários de R$ 6.490,35.
Nesta terça-feira (22), foi expedido um mandado de prisão contra o policial, acusado há mais de uma década por envolvimento em homicídios.
Segundo o Jornal “O Globo”, Adriano Magalhães e outro integrante da quadrilha foram homenageados por Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Da Redação


