
Oxente, é um jegue? Um jumento? Esta foi a indagação de quem esteve na Orla II na manhã desta segunda-feira (1) e se deparou com a escultura de um equino em uma das rampas de acesso ao Parque Fluvial.
A escultura chamou atenção, não pela beleza, mas pela estranheza que causou, já que tal peça decorativa nada tem a ver com a cultura de Juazeiro.

“Não entendi esse monumento. Um jumento de pé ou sapato vermelho, subindo de costas numa rampa, ou descendo … eu achei engraçado”, manifestou-se a empresária Denilíria Cavalvanti.
“Juazeiro tem tantas lendas, tantos personagens históricos e folclóricos. Eu não acredito que este jumento faz parte do projeto da orla”, disse outra frequentadora do espaço.
“Este jumento de pés vermelhos representa o que? quem? é brincadeira”, ironizou outro morador da cidade.
O PNB constatou mais três esculturas ao longo da orla, uma delas também é trabalhada com o tema equinos.
Bem no “Dia da Mentira” é mesmo inacreditável que tais peças façam parte do projeto urbanístico do Parque Fluvial, que será cartão postal da cidade.

Se a intenção é incorpora- las ao cenário, já vamos logo nos adiantando: Não cabe, não combina, é um acinte a cultura e a gente de Juazeiro.
Já não basta um “Eme” que os juazeirenses tiveram que engolir de “guela a baixo”?
Lembrando que temos uma cultura rica e não nos faltam elementos que possam ilustrar e representar Juazeiro, a Terra da Bossa Nova. Além das carrancas, pescadores, lavadeiras, boiadeiros, violões, isso sem contar com os personagens lendários.
Tem até minhocão, mas cavalo não, por favor!
Como estas peças foram parar na orla? A quem pertencem? É o que o PNB está apurando, junto a prefeitura.
Da Redação por Sibelle Fonscea




O jeguinho menos mal pelo menos faz parte da cultura nordestina mas o “eme kkkkkk
Belas obras,acho somente que o artista dono delas queria chamar atenção, e conseguiu, todos querem saber quem é o dono. Belo esquema de marketing. Parabéns ao dono dessas peças, o prefeito poderia pedir ao mesmo para fazer obras das lendas e expor na orla, valorizando os artista da região.
” Não tem nada a ver com a cultura de Juazeiro”, afinal, o que teria a ver com a cultura da cidade?
Quantas culturas coexistem na cidade?
Reflitamos; não dói, é gratuito e não precisa de autorização.
A arte (re)existe!