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Estreando em temas polêmicos, o novo ministro da Educação Abraham Weintraub, não poupou críticas ao PT e logo na largada recomendou a gramática e matemática para derrotar o petismo. Weintraub disparou em seguida que: “uma pessoa que sabe ler e escrever e tem acesso à internet não vota no PT”.
“Uma pessoa que sabe ler e escrever e tem acesso à internet não vota no PT. A matemática é inimiga do obscurantismo. Eu não sou contra o petista. Tenho amigos que são petistas. Pessoas boas que não conseguem se livrar. Eu converso com as pessoas. Não é que eu tenho: ‘ah, demônio!’ Agora, sou contra o obscurantismo”, frisou em entrevista ao Estadão.
Quando questionado sobre a sua opinião sobre o Escola Sem Partido disse não ter opinião formada, mas admitiu ser contra qualquer discussão política até o ensino secundário.
O novo integrante do time de Jair Bolsonaro (PSL) não hesitou em mostrar ainda que sua gestão não será tão branda e que já a inicia com dança das cadeiras.
“Já estou levantando e vou divulgar em breve. Já sei algumas pessoas que vou tirar. Vou colocar técnicos e gestores no lugar. Estamos buscando no curto prazo entregar os números, o resultado. Temos o compromisso não só com o grupo que nos elegeu. Temos de governar para todos. E isso envolve fazer provas, as coisas chegarem na hora certa, e no preço. Não existe ensino público gratuito. Quem custeia é o pagador de imposto. Temos de olhar como relação cliente e fornecedor de serviço. O meu cliente é a população, o cidadão pagador de imposto.”
E repetiu: “Quem paga as universidades federais são os pagadores de impostos. É o agricultor, o motorista de ônibus. Nós todos morando no Brasil. Quando vão na universidade federal fazer festa, arruaça, não ter aula ou fazer seminários absurdos e abjetos que agregam nada à sociedade é dinheiro suado que está sendo desperdiçado num país com 60 mil homicídios por ano e mil carências. Não é criminoso, mas é muito errado”.
Agência Brasil



Percebo até o momento, que estes ministros tem demonstrado um grande despreparo para os cargos aos quais são escolhidos. Discursos vazios e que demonstram um total despreparo para gestão de pastas tão importantes. Lamentável, mas os caras só falam em demitir, perseguir. É ainda falam que seria um governo técnico…