
Um dos prejudicados com o fim do seguro obrigatório DPVAT, uma medida do governo Bolsonaro, será o deputado federal Luciano Bivar, líder nacional do PSL, e agora um desafeto do presidente.
Luciano Bivar é proprietário da empresa Excelsior Seguros, que detém 1% da Seguradora Líder, consórcio responsável por administrar o seguro.
Do total arrecadado pelo DPVAT, metade vai para os cofres da União e os outros 50% são destinados a pagar despesas como indenização de vítimas de acidentes automotivos, recursos que são administrados pela Seguradora Líder.
O DPVAT foi extinto, mas até o dia 31 de dezembro deste ano, a cobertura dos acidentes está garantida, segundo o governo. A Líder segue como responsável pela cobertura dos acidentes ocorridos em 2019, até dezembro de 2025. Depois disso, a União passará a assumir as obrigações referentes ao seguro.
Bivar se pronunciou sobre a medida de Bolsonaro, seu ex-aliado, e disse não acreditar que tenha havido a intenção de prejudicá-lo.
“Acho que não, isso foi uma coisa da estrutura do governo, não foi nada direcionado a mim”, disse Bivar.
Da Redação


