Brasil tem 23.753 casos confirmados de coronavírus e 1.355 mortes

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Coronavirus

Até as 22h40 desta segunda-feira (13), 23.753 casos foram confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil. Já são 1.355 mortos em todo país. Os números foram divulgados pelo Bem Estar, em parceria com as Secretaria Estaduais de Saúde.

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado nesta segunda-feira (13), aponta 23.430 casos confirmados e 1.328 mortes.

Segundo boletim do ministério publicado no sábado (11), 25% dos mortos estavam fora do grupo de risco, ou seja, não tinham mais de 60 anos (grupo que representa 75%) nem tinham fatores de risco (74% de quem morreu os tinham).

Mortes – São Paulo e Rio de Janeiro continuam com o maior número de casos e mortes. SP tem 8.895 casos e 608 mortes e RJ tem 3.231 e 188. O Ceará contabiliza 1.935 casos confirmados e 101 mortes.

Mundo – A Espanha voltou a registrar uma ligeira alta no número diário de mortes. Foram 576 nas últimas 24 horas, contra 510 do dia anterior. Porém, com esse números, o país se mantém em uma média descendente na estatística de óbitos, comparando com as últimas semanas – o total de mortos já passa de 18 mil.

A Itália registra até a manhã esta terça-feira 159.516 casos confirmados, sendo o terceiro país mais afetado pelo coronavírus, e 20.465 mortes.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Diagnóstico – O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). Na suspeita de coronavírus, é necessária a coleta de uma amostra que será encaminhada para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-BA). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o genoma viral. O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito.

O paciente com diagnóstico positivo para o novo coronavírus pode cursar com grau leve, moderado ou grave. A depender da situação clínica, pode ser atendido em unidades primárias de atenção básica, unidades secundárias ou precisar de internação. Mesmo definindo unidades de referência, não significa que ele só pode ser atendido em hospital.

CUIDADOS

Com as mãos
1. Lave as mãos até o pulso com água e sabão antes de sair de casa, por pelo menos 20 segundos – uma dica para controlar esse tempo é cantar ‘Parabéns’ duas vezes. Se não tiver água, use álcool gel 70% – que, aliás, está sumindo das prateleiras.
2. A lavagem das mãos deve contemplar a palma, o dorso, os punhos, entre os dedos, o polegar e as unhas.
3. Repita o processo diversas vezes no decorrer do dia, principalmente antes de pegar em alimentos.
4. Evite tocar nos próprios olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam lavadas.
5. Lave as mãos depois de tocar em maçanetas e outras superfícies de uso compartilhado.

Transporte
6. No ônibus, o melhor é manter a janela aberta para evitar a concentração do vírus. Limpe as mãos depois de segurar nas barras e corrimãos.
7. No carro, desligue o ar-condicionado e abra as janelas para evitar a concentração do vírus.

Relações pessoais
8. Na escola e no trabalho, fale sem tocar. Cumprimentos de mãos, abraços ou beijos no rosto devem ser substituídos por acenos.
9. Mantenha distância de 1 metro entre as pessoas, principalmente das que estiverem doentes.
10. Fique sempre atento a quem está ao seu lado, e evite tocar nos mesmos locais de quem está com sintomas de doenças respiratórias.
11. Ao chegar em casa, não cumprimente idosos e pessoas com problemas respiratórios até que você esteja higienizado.
12. Evite shows e eventos com aglomerações de pessoas.

Higiene
13. Quando chegar em casa, tome logo banho e troque de roupa.
14. Em casa, limpe e desinfete objetos e superfícies tocadas com frequência, como celular, móveis etc.
15. Se ficar doente, fique em casa. Se não for possível, lembre-se de usar máscaras. Elas devem ser utilizadas prioritariamente por quem está doente.
16. Sempre que for tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com lenço descartável ou com o braço.
17. Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão de contato e de gotículas, como máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção.

Suspeita e tratamento
18. Caso tenha viajado para áreas de risco, tido contato com alguém que esteve nesses locais ou com alguém já contaminado, procure um médico e monitore os sintomas.
19. Observe. Os sintomas levam até 14 dias para se manifestar e os mais comuns são febre, tosse, e dificuldade para respirar.
20. Os casos graves são encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento.
21. Nos casos menos graves são adotadas medidas de precaução domiciliar, como repouso e consumo de bastante água, além de medicamento para dor e febre, e banho quente.
22. Pessoas em isolamento domiciliar não devem ter contato com outras, não podem sair de casa nem compartilhar objetos pessoais. O tempo de recuperação varia.
23. Fique hidratado e bem alimentado para ajudar a reforçar o sistema imunológico.

* com informações Bem Estar

Da Redação

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