Cultos clandestinos: Igrejas evangélicas continuam aglomerando fieis, em desrespeito as recomendações de proteção à vida

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Os casos do novo coronavírus continuam crescendo no município de Juazeiro, no Norte da Bahia, que já atingiu a marca de 1.342 casos positivos para a covid-19, conforme o boletim deste domingo (12) da Secretaria Municipal de Saúde. Para garantir o distanciamento social, o prefeito Paulo Bomfim (PT) decretou toque de recolher, suspendeu o funcionamento das atividades não essenciais, e determinou ainda a proibição da realização de missas e cultos religiosos.

Mas, na contramão da pandemia, pastores de algumas igrejas evangélicas da cidade estão aglomerando pessoas, e sem a menor cerimônia, ainda transmitem as celebrações, ao vivo, pelas redes sociais. O PNB recebeu alguns vídeos de cultos realizados durante o final de semana, em desrespeito a determinação do município. É feio, mas podemos chamá-los de cultos clandestinos ou irregulares.

Igrejas da Assembleia de Deus, de acordo com informações de nossas fontes, e conforme os vídeos atestam, vem realizando seus cultos normalmente, expondo os fiéis e descumprindo a determinação sanitária. Na congregação da Assembleia situada no bairro de Piranga, dois fiéis foram a óbito pela covid, sendo que a segunda morte, de uma pessoa de 55 anos, aconteceu neste domingo (12), no hospital Promatre.

Nesta outra igreja, que de acordo com a fonte fica no Alto da Aliança, um dos bairros com maior número de casos da covid-19 no município, os cultos também estão acontecendo normalmente. Nos vídeos é possível notar que muitos fiéis não utilizam máscaras.

 

No bairro do Quidé, os cultos também estão acontecendo, em qualquer dia da semana, como flagrou em fotos, uma fonte do PNB.

Da Redação

1 COMENTÁRIO

  1. A fiscalização no município de Juazeiro não está rígida em relação aos cultos religiosos. Destarte, basta passar próximo de qualquer igreja que todos verão que estão funcionando normalmente. No bairro Itaberaba, por exemplo, os cultos permanecem normalmente, isto é um descaso, por parte dos lideres religiosos e da fiscalização.

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