Chips de celular com pacotes de dados serão doados para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica nas atividades remotas da Univasf

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(foto: arquivo)

A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) receberá do Ministério de Educação (MEC) 1.317 chips pré-pagos com pacotes de dados de internet para celular. Os chips serão destinados aos discentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica com o objetivo de possibilitar sua participação nas atividades remotas do período letivo suplementar 2020.3, previsto para começar em 14 de setembro [veja mais detalhes abaixo].

O comunicado oficial sobre a concessão dos chips para a Univasf ocorreu na terça-feira (18) por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC. A Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Proae) da Univasf está elaborando um edital de seleção para regulamentar a distribuição dos chips entre os estudantes. O edital será discutido no âmbito da Câmara de Assistência Estudantil (CAE), o que deve acontecer até o início da próxima semana, antes de ser lançado para a comunidade, segundo a Univasf.

De acordo com informações divulgadas pelo MEC, as operadoras Claro e Oi venceram a segunda chamada da licitação para o fornecimento do serviço, que estará sob a coordenação da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Ainda segundo o MEC, as operadoras Claro e Oi fornecerão um chip pré-pago, com uma franquia de dados móveis a ser utilizada pelos estudantes das universidades e dos institutos federais. A Claro será a principal fornecedora. Mas a Oi poderá oferecer a cobertura em locais onde houver variação do sinal da Claro.

Ainda segundo a reitoria, o número de chips que a instituição irá receber está de acordo com dados sobre os estudantes em vulnerabilidade socioeconômica informados ao MEC pela Proae no último mês de maio.

Semestre remoto

A Univasf irá ofertar um período letivo suplementar com a realização de atividades curriculares e extracurriculares de forma remota pelos cursos de graduação, em decorrência das medidas de enfrentamento à pandemia da covid-19. O período 2020.3 terá início em 14 de setembro e duração de 15 semanas, com conclusão prevista para 23 de dezembro de 2020. A participação nas atividades de ensino, que serão realizadas de forma remota no período letivo extraordinário, será obrigatória para docentes e facultativa para os discentes.

Segundo a Univasf, os Colegiados Acadêmicos definirão os componentes curriculares a serem ofertados, que poderão ser realizados de forma síncrona, assíncrona ou a combinação de ambas, de acordo com o planejamento do docente. Poderão ser criados programas, cursos, minicursos, palestras, fóruns, oficinas, webinários, disciplinas eletivas e/ou optativas, além das cadastradas no SIG@ da Univasf, desde que sejam avaliadas e aprovadas pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE).

Os docentes deverão utilizar principalmente a plataforma Moodle, disponibilizada pela Univasf, para realizar as atividades acadêmicas, mas também poderão recorrer a outras plataformas, a exemplo de Google Classroom, Zoom, Google Meet, mídias sociais, WhatsApp, Facebook, Instagram, dentre outros, observando também as condições dos estudantes. Docentes e discentes deverão passar por capacitação antes e durante o período letivo suplementar, segundo a resolução.

Da Redação

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