
A estudante de mestrado da Universidade do Estado da Bahia, Ebbe Lima, entrou em contato com nossa redação para fazer uma reclamação sobre o funcionamento do Restaurante Popular de Petrolina (PE), que segundo ela, usuária do serviço, o horário de funcionamento não “vem sendo cumprido e nem a venda correta das marmitas”.
“Afirmam que a grande demanda tem causado o encerramento do fornecimento das marmitas antes do horário previsto. Hoje aconteceu de encerrar uma hora antes do normal. O horário que deveria ser de 11:00 às 13:30 tem sido de 11:00 às 12:30. Um absurdo, pois isso tem comprometido o acesso ao alimento a muitas pessoas que hoje, devido a crise, dependem dessas marmitas”.
Para Ebbe Lima “esse aumento na demanda tem uma causa, a pandemia. Devido o desemprego, a alta dos preços, muitas pessoas têm procurado o serviço do Restaurante Popular, e é obrigação da prefeitura atender essa nova realidade. Se a demanda aumentou, devem se organizar pra aumentar a quantidade dos alimentos e dos funcionários, e não deixar de produzir e as pessoas serem prejudicadas”, ressaltou.
Ela declarou ainda que é usuária do Restaurante Popular, há pelo menos três anos, e reivindicou que o serviço volte a funcionar a contento e atenda a demanda neste período difícil de pandemia.
“Sempre gostei da refeição e pelo fato do preço ser baixo, sempre foi uma forma de economia pra mim. E nessa situação atual, com a cesta básica em alta, é fundamental que esse serviço aumente e não diminua. Já é a terceira vez, em uma semana, que vou ao restaurante tentar comprar minha marmita e não consigo, porque já não tem mais e isso ainda em torno de 12:30 e 12:40, muita antes do horário de encerramento. Estamos em crise, a população passa necessidade e falta de emprego. É fundamental que a prefeitura garanta o funcionamento adequado desse serviço, pois ele é fundamental pra alimentação de muita gente. Pessoas do comércio, pessoas que moram próximo, pessoas que estão tendo que fazer milagre com o dinheiro que conseguem adquirir no dia-a-dia e precisam se alimentar e alimentar a família. A prefeitura precisa resolver isso urgentemente”, finalizou a estudante.
Estamos encaminhando a reclamação para a Prefeitura de Petrolina.
Da Redação


