Caso Beatriz: após 23 dias, caminhada por justiça se aproxima do Palácio do Campo das Princesas, em Recife

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Após 23 dias de caminha por cidades de Pernambuco, os pais da menina Beatriz Angélica, assassinada há seis anos no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, se aproximam do Palácio Campo das Princesas, em Recife.

Caravanas de diversas cidades aguardam Lucinha Mota, Sandro Romilton e o grupo que os acompanham na praça do DERBY, onde acontece a concentração da manifestação que cobrará ao Governador Paulo Câmara, a federalização das investigações do crime e a colaboração técnica de peritos americanos no inquérito.

Além de familiares e amigos, o ato também conta com a participação dos Deputados Túlio Gadelha e Zó.

A caminhada por justiça também ganhou a adesão de Mirtes Souza, mãe do menino Miguel Otávio, 5 anos, que morreu em junho de 2020, após cair do nono andar de um prédio de luxo, em Recife, e Ingrid Silva da Rocha, viúva do Soldado da Polícia Militar da Bahia, Joanilson da Silva Amorim, de 33 anos, assassinado na tarde do dia 13 de setembro, em Petrolina, por policiais civis de Pernambuco.

Caminhe por Justiça

Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais da menina Beatriz Angélica, iniciaram a Caminhada por Justiça na madrugada do último dia 05 em Petrolina, e chegarão ao destino, Recife, nesta terça-feira (28). Foram mais de 700km.

Ao longo do caminho, a luta foi ganhando mais adeptos dos moradores das cidades pernambucanas, do sertão ao agreste. Os pais de Beatriz Mota receberam diversas manifestações de carinho e apoio durante o trajeto.

Caso Beatriz

Beatriz Mota foi assassinada aos 7 anos, com 42 facadas durante a festa de formatura da irmã, no dia 10 de dezembro de 2015, no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina (PE). Seis anos depois, a polícia pernambucana não conseguiu chegar ao autor ou autores do bárbaro crime, e se desconhece a motivação.

 

Da Redação PNB

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