Impasse. Deputados Zó, Roberto Carlos, Túlio Gadelha e outros parlamentares pernambucanos, que acompanham Lucinha Mota, em Recife (PE), foram recebidos pelo governador e tentam intermediar um impasse: Lucinha e Sandro não abrem mão da presença de toda comitiva que fez o percurso da Caminhada por Justiça. São oito pessoas.
O deputado Túlio Gadelha falou ao repórter Raphael Leal, que está cobrindo pelo PNB, de Recife, a culminância da caminhada que foi iniciada no dia 5 de dezembro.
“A gente entrou para pedir ao governador para que receba a comitiva completa de Lucinha Mota. São 8 pessoas que caminharam mais de 700 km, do sertão ao litoral, literalmente. O que a gente espera é a sensibilidade do governador para que essas pessoas sejam atendidas, sejam escutadas e a gente tenha as providências adotadas em relação ao caso Beatriz Mota. Como o governador demorou a responder, decidimos voltar e aguardar a resposta dele aqui em frente ao palácio”, disse o parlamentar.
Caminhe por Justiça
Lucinha Mota e Sandro Romilton, pais da menina Beatriz Angélica, iniciaram a Caminhada por Justiça na madrugada do último dia 05 em Petrolina, e chegarão ao destino, Recife, nesta terça-feira (28). Foram mais de 700km, para reivindicar a federalização das investigações e participação dos peritos americanos no inquérito.
Ao longo do caminho, a luta foi ganhando mais adeptos dos moradores das cidades pernambucanas, do sertão ao agreste. Os pais de Beatriz Mota receberam diversas manifestações de carinho e apoio durante o trajeto.
Caso Beatriz
Beatriz Mota foi assassinada aos 7 anos, com 42 facadas durante a festa de formatura da irmã, no dia 10 de dezembro de 2015, no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina (PE). Seis anos depois, a polícia pernambucana não conseguiu chegar ao autor ou autores do bárbaro crime, e se desconhece a motivação.
Da Redação PNB




Q, a justiça seja feita