“Os comerciantes usam os espaços públicos, e retribuem com lixo”: leitores do PNB responsabilizam proprietários de bares pela sujeira na cidade e pedem maior rigor da prefeitura na fiscalização e punição

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O acúmulo de lixo em diversos pontos do município de Juazeiro, no Norte da Bahia tem sido uma das reclamações mais constantes recebidas pelo Portal Preto no Branco.

Porém, se de um lado alguns leitores criticam a falta de ações do poder público, do outro, alguns chamam a atenção para a falta de consciência e responsabilidade de donos de estabelecimentos que desrespeitam os espaços públicos.

Em Juazeiro é comum comerciantes abrirem seus estabelecimentos próximos ou até mesmo em praças e canteiros do município. Após os expedientes, o que fica é o retrato da falta de cidadania, como relatam diversos moradores.

Em contato com o PNB leitores responsabilizam os comerciantes destes pontos pela sujeira que deixam nas ruas, e pedem maior rigor da prefeitura na fiscalização e punição dos proprietários.

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Veja alguns os depoimentos:

“A cidade está suja sim, mas também não podemos culpar só o poder público. O carro da Coleta passa, mas falta educação de muitos moradores, principalmente de donos de bares e restaurantes, que utilizam os espaços públicos, e devolvem com lixo”, reclamou uma moradora do centro da cidade.

“Donos de estabelecimentos de comida e bebida que localizados nos espaços públicos também são responsáveis pelo acúmulo de lixo nas ruas. Essa é praça foi entregue recentemente pela prefeitura e fica situada onde antes ficava o vaporzinho. Andando pela cidade eu percebo que os bares, lanchonetes, restaurantes, próximos, usam o espaço da mesma para colocar seus lixos. Se a produção do preto no branco der um giro na cidade, nas praças que tenham bares, restaurantes e lanchonetes encontrará o mesmo cenário. São elas: Praça de Piranga, Praça da Flaviano Guimarães, Praça da Misericórdia, Praça da Bandeira, Praça do Boi e etc”, relatou um morador.

“A culpa da sujeira da cidade também é dos moradores e donos dos estabelecimentos. Existe muitos cachorros de rua, eles acabam rasgando as sacolas jogadas nos espaços em dias e horário que o carro da Coleta não passa. A população sabe que não é todo dia que a coleta passa e mesmo assim coloca o lixo na rua”, acrescentou outra moradora.

“No bairro Piranga, em frente ao Colégio CODEFAS tem dois trailer de lanches. Sempre que passo por lá está imundo. Boa parte do lixo que fica acumulado lá vem das lanchonetes, que colocaram pegadas ao muro do colégio, o que, inclusive, está irregular”, disse um morador de Piranga.

“Após os finais de semana, o Parque Fluvial da orla 2 fica tomado pelo lixo. Lá na prainha, por exemplo, apesar dos comerciantes terem recebido quiosques na parte de cima, o espaço na margem do rio continua sendo utilizado. E como falta educação em muitos banhistas e comerciantes, o local fica cheio de lixo”, lamentou outra moradora.

Redação PNB

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