Comerciantes da Prainha da Marinha, orla II de Juazeiro, pedem a presença de salva vidas e segurança no local

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Magno Costa Araújo, presidente da Associação dos Barraqueiros da Marinha, em Juazeiro, em contato com nossa redação, reivindicou a presença de salva vidas no balneário que é bastante frequentado, principalmente nos finais de semana.

No local, conhecido como “Prainha da Marinha”, na Orla 2 de Juazeiro, volta e meia, são registrados afogamentos e a preocupação dos comerciantes do espaço aumenta agora com as temperaturas mais elevadas, quando as pessoas passam a frequentar mais o lugar.

“Vem sempre ocorrendo esses afogamentos na nossa área. Eu já oficializei todos os órgãos, tanto ao Corpo de Bombeiros, como os Salva-vidas que atuam pelo município. O corpo de Bombeiros alega que não tem profissionais suficientes para atender toda a demanda das Ilhas daqui. E os Salva-vidas da Secretaria de Turismo dizem que não têm equipamento. O nosso público só cresce e acontecem esses afogamentos. Então, eu queria fazer um apelo para ver se o município vai resolver essa questão”, pediu o presidente.

Magno Costa também reivindica segurança no local, e pede a presença da Polícia Militar.

“Além disso, também falta segurança. A polícia não desce para lá e tem muita gente agora na beira do rio”. Também já coloquei ofícios nas companhias pedindo policiamento. Como é um lugar de muito movimento, a presença da polícia é necessária e muito importante para nós comerciantes e para os frequentadores também”, reivindicou.

Estamos encaminhado a reivindicação para os órgãos citados.

Último afogamento registrado no local  

No último dia 14, o padre queniano James Wahome Irungu, de 35 anos, morreu afogado nas águas do Rio São Francisco, quando estava em Juazeiro a passeio e foi com amigos para a “Prainha da Marinha”, orla II da cidade.

O corpo foi resgatado por agentes do Corpo de Bombeiros de Juazeiro.

Redação PNB/ foto ilustrativa

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