Após familiares da idosa Maria Alves de Sales, de 87 anos, que está internada na UPA de Juazeiro desde o último dia 31 de dezembro com sérios problemas cardíacos, denunciar a falta de transporte para realizar a transferência da paciente com urgência para o Hospital Ana Nery, em Salvador, a Secretaria de Saúde se manifestou.
De acordo com a Sesau “a regulação da paciente citada está prevista para acontecer na manhã desta quarta-feira (04), tento em vista que a vaga da paciente está prevista apenas para esta manhã”.
Porém, segundo o neto e cuidador da idosa, João Batista da Costa Junior, até o momento, a transferência ainda não foi realizada.
Entenda o caso
A idosa Maria Alves de Sales, de 87 anos, está internada na UPA de Juazeiro desde o último dia 31 de dezembro com sérios problemas cardíacos. Ela precisa ser transferida com urgência para o Hospital Ana Nery, em Salvador, e já conseguiu o que é mais difícil: a regulação.
No entanto, para desespero da família e mais sofrimento para a idosa, a luta agora é por uma ambulância para transportar a paciente até a capital.
Segundo o neto e cuidador da idosa, João Batista da Costa Junior, a Secretaria de Saúde de Juazeiro, responsável pelo transporte da paciente, não está disponibilizando o veículo e Dona Maria Alves corre o risco de perder a vaga no hospital.
‘Minha avó de 87 anos está dependendo ser transferida para o hospital Ana Nery, em Salvador, mas não estou conseguindo essa transferência. Ela está esperando uma ambulância, mas eles não me dão nem uma resposta. O pior é que ela pode perder essa vaga por conta da negligência deles. Era pra ela está já hoje em Salvador. Com muita luta, conseguimos a regulação e agora falta transporte. É um massacre”, protestou o neto.
João Batista reclama ainda do atendimento da UPA, que não passa informações corretas para a família e nem dá uma previsão de quando a idosa fará a viagem para Salvador.
“Vou levar o caso para o Ministério Público. Estou indignado com esta UPA. A gente chega não sabem atender, é com ironia, e a gente não sabe a quem recorrer. A assistente social diz uma coisa e na recepção da UPA diz outra. Nós passamos a madrugada nos bancos da UPA, No relento, esperando por uma resposta e nada. O quadro dela só se agrava. Ela deveria ter dado entrada no hospital, em Salvador, às 7 horas desta quarta- feira, e até agora nenhuma resposta sobre o transporte. Corre o risco de perder a vaga e entrar de novo na regulação”, relatou João Batista.
Redação PNB



