O programa Cata-Treco, da Prefeitura de Juazeiro, segue se consolidando como uma das principais ferramentas de limpeza urbana e cuidado ambiental do município. Somente no mês de agosto, entre os dias 1 e 31, foram registradas 245 solicitações, das quais 199 foram atendidas dentro do período. As equipes percorreram 52 bairros e recolheram ao todo 428 itens que estavam sem utilidade para os moradores.
Os bairros que mais solicitaram o serviço foram Centro, Monte Castelo e Santo Antônio, com 13 pedidos cada, além do Piranga, com 12 solicitações. Entre os materiais mais recolhidos destacam-se 72 sofás, 69 camas, 30 colchões e 28 armários, além de outros móveis e objetos volumosos.
O Cata-Treco faz parte do Programa Juazeiro Limpa, uma iniciativa da gestão municipal que tem ampliado as ações de varrição, coleta, manutenção e conscientização ambiental. O serviço também busca orientar a população para que não descarte móveis e eletrodomésticos sem uso de forma irregular, em ruas, terrenos baldios ou canais, garantindo mais organização, saúde pública e qualidade de vida para a cidade.
O secretário de Serviços Públicos, Romário Varjão, destacou a importância do balanço mensal como reflexo da adesão da população ao serviço. “A cada mês percebemos um crescimento na procura pelo Cata-Treco. Isso mostra que os moradores estão entendendo a importância do descarte correto e que a Prefeitura está conseguindo oferecer uma solução prática e eficiente. Esse trabalho não é apenas sobre limpeza, mas também sobre saúde pública, organização urbana e respeito ao cidadão.”
Atendimento
O agendamento do serviço continua sendo gratuito e pode ser feito pelos números (74) 97400-1194 ou (74) 99902-8593, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.
Ascom




Um absurdo na saúde regional!
Fui ao Núcleo de Saúde Regional Norte (antiga DIRES) para resolver uma situação urgente e me deparei com algo inacreditável: o diretor geral, Pedro Alcântara, e o diretor administrativo, Moacir, estão de férias ao mesmo tempo.
Essa falta de planejamento compromete decisões estratégicas e coloca em risco o atendimento à população. Se cargos-chave ficam sem cobertura, como garantir a continuidade de serviços essenciais à saúde?
Enquanto isso, o governador até pode estar “bem acompanhado”, mas a população não pode esperar que a gestão funcione apenas na sorte. É hora de priorizar responsabilidade e planejamento, e não coincidências que atrapalham o serviço público.