Moradores da Adolfo Viana, Juazeiro, pedem ação enérgica da prefeitura contra “paredões” durante o carnaval: “Todo ano vivemos um inferno! Cadê o TAC?”

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A proximidade do Carnaval em Juazeiro reacende a apreensão entre os moradores que residem nas imediações da Avenida Adolfo Viana e ruas adjacentes quanto a perturbação do sossego público provocado por “paredões”. Leitores do Portal Preto no Branco têm acionado a redação para alertar à gestão municipal no sentido de adotar medidas contra a presença dos equipamentos sonoros no percurso oficial da festa.

Eles relatam que, durante a festa, vivem dias de transtornos causados pelo volume excessivo do som, que se estende pela madrugada, comprometendo o sossego público e a qualidade de vida dos residentes.

A principal cobrança dos moradores é o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre a prefeitura, o Ministério Público e Polícia Militar, que expressamente proíbe a instalação desses equipamentos sonoros na via durante o período carnavalesco.

“Todos os anos é a mesma história: a gente passa a noite em claro, sem conseguir descansar com o som infernal dos ‘paredões’ que se juntam aqui na avenida. Não é festa, é desrespeito!”, relatou uma moradora, enfatizando que a situação se agrava quando o som ultrapassa os limites da avenida e invade as ruas laterais.

Eles pedem que a gestão municipal se antecipe e emita uma proibição expressa antes do início dos festejos, deixando claro quais serão as penalidades para os infratores.

“Já existe um Termo de Ajustamento de Conduta e queremos que a Prefeitura reforce as sanções previstas neste TAC, que são claras: pagamento de multa e apreensão imediata do equipamento sonoro. Ninguém vai para a UPA por causa do barulho, mas a saúde mental e o direito ao descanso são violados. Sem contar com o sofrimento dos idosos, pessoas acamadas, com autismo afetadas com o som excessivo. Esperamos que, desta vez, a lei seja cumprida por todos”, afirmou outro morador.

Encaminhamos a cobrança para a Prefeitura de Juazeiro.

Redação PNB 

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