Arrombamentos, furtos e vandalismo no centro de Juazeiro chamam atenção para a necessidade de mais policiamento e assistência à população em vulnerabilidade social 

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A insegurança no centro comercial de Juazeiro, Norte da Bahia, tem gerado indignação  entre empresários e moradores, que reivindicam a intensificação do policiamento e das rondas ostensivas, especialmente durante a madrugada. Após uma série de furtos, arrombamentos e atos de vandalismo, cresce a sensação de insegurança e expõe a vulnerabilidade de lojas, equipamentos públicos e até de instituições bancárias da cidade.

Na madrugada desta terça-feira (13), as agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, localizadas no centro financeiro, foram atacadas por vândalos que quebraram as portas de vidro, causando prejuízos e preocupação entre os trabalhadores e clientes.

Não parou por aí. Também nesta terça-feira, o bar Max César, situado na orla da cidade, teve fios de decoração furtados. O crime foi registrado pelas câmeras de segurança do local.

Esses episódios, segundo registros, teriam sido cometidos por pessoas em situação de rua, o que chama atenção para a necessidade de ações integradas.

“Estamos nos sentindo expostos e vulneráveis. Furtos e arrombamentos acontecem diariamente, e a falta de policiamento na madrugada deixa o centro à mercê de qualquer um”, desabafou um comerciante do centro, que preferiu não se identificar por medo de represálias.

“Não é só polícia, é preciso ação social. Esses casos vêm de pessoas em situação de rua, e a Prefeitura de Juazeiro precisa intervir com o setor social para acolher e reintegrar essas pessoas, evitando que o desespero leve a mais vandalismo e danos ao patrimônio público e privado”, reforçou uma moradora do centro.

O Portal Preto no Branco está encaminhando a reivindicação para a Polícia Militar e também para a gestão municipal.

Redação PNB

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