APLB Sindicato em Juazeiro informa que já começou o ano na luta pelos direitos dos trabalhadores em educação de Juazeiro

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A direção da APLB Sindicato em Juazeiro começa o ano de 2026 com o pé direto enumerando conquistas a exemplo da assinatura do acordo firmado no final do mês de dezembro que eleva o salário dos professores ativos, aposentados e pensionistas que recebiam abaixo do piso fazendo com que todos recebam o piso.

De acordo com o diretor da APLB Sindicato em Juazeiro, esse resultado foi fruto de um acordo entre a APLB Sindicato e o Governo do Estado através do governador Jerônimo Rodrigues. “A partir de agora todos que recebiam abaixo do piso passam a receber o piso mínimo do magistério que agora será de R$ 5.130,63. Ninguém na Bahia deverá receber abaixo desse valor. O acordo já foi firmado e assinado e agora entra na fase de implementação e assinatura para adesão. Cada um que esteja com seu salário abaixo do piso nacional do magistério deve assinar a adesão”, ressalta Gilmar.

Ele esclarece que os profissionais que se enquadrarem nesse quesito, devem procurar a sede da APLB Sindicato, ou no Núcleo Territorial de Educação (NT10) ou no Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) no Shopping para assinar o termo de adesão. As informações referentes a esse assunto estão disponíveis no site da APLB Sindicato no link https://aplbjuazeiro.com.br/ e também podem ser repassadas presencialmente na sede da APLB Sindicato, na Rua Cícero Feitosa, Alagadiço ou pelo telefone (74) 3611 5355.

Outro ponto já tratado sendo pelo sindicato neste início de ano é em relação à Data Base que já começa em janeiro de 2026 com índice de 5,4%. “Esse índice vem através de uma Medida Provisória do governo do presidente Lula que será reajustado pelo piso mínimo nacional do magistério que saiu de R$ 4.867,00 para R$ 5.130,63, o que representa uma grande conquista. Se não fosse a intervenção do governo federal e do ministro Camilo Sobreira de Santana, o índice ainda seria o referente à Lei nº 11.738/2009 que instituiu o Piso Nacional do Magistério seria de 0,37%. O governo decidiu que era injusto os profissionais da educação receberem abaixo da inflação e o acordo chegou ao índice de 5,4%”,

Gilmar Nery enfatiza a importância dessa Medida Provisória que ainda precisa seguir para a Câmara dos Deputados e é aí que, segundo ele, a categoria vai ver quem vai votar a favor ou contra os trabalhadores em educação.

“Já começamos as tratativas com o governo municipal no sentido de buscar o melhor índice para os trabalhadores em educação de Juazeiro. Encaminhamos um ofício à Secretaria de Educação para que a secretária Maéve Melo nos dê uma resposta e a reunião seja agendada para começarmos a discutir nosso piso que deverá ser refletido no Plano de Cargos e Carreira. Lembramos também que o município no ano passado deu o maior índice do Norte/Nordeste de 8% quando o piso foi de 6,27%”. Em 2023 a categoria teve perdas, mas agora é hora de recomposição, de valorização dos trabalhadores em educação e a APLB Sindicato está imbuída na luta para que todos tenham o piso acima da média”, conclui Gilmar.

Ascom/APLB

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