“Não estamos pedindo nada além do mínimo”: usuários relatam atrasos, ônibus quebrados e superlotação nas linhas que atendem Piranga e Doutor Humberto, em Juazeiro, e clamam por melhorias

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Usuários do transporte público do município Juazeiro, na região Norte da Bahia,  entraram em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar de atrasos frequentes, veículos quebrados e superlotação nas linhas que atende os bairros Piranga e Residencial Doutor Humberto. Segundo eles, os problemas têm prejudicado trabalhadores que dependem diariamente do serviço.

De acordo com um morador do bairro Piranga, nesta quinta-feira (12) o ônibus da linha via Coelba não cumpriu o horário das 6h30 mais uma vez.

“Acordamos cedo para não perder o ônibus e ele simplesmente não vem. E se a gente não tiver dinheiro para pagar outro transporte? Não dá para confiar na Atlântico”, declarou.

No Residencial Doutor Humberto, a situação também é motivo de insatisfação. Moradores afirmam que apenas um ônibus vem realizando o serviço, o que tem causado transtornos, principalmente nos horários de pico.

“Só tem um ônibus. Quando não quebra de manhã, quebra à tarde. Quem trabalha 8h no comércio precisa sair às 6h40 e acaba chegando muito cedo, ficando esperando até as 8h para começar o expediente. Quando o ônibus das 6h40 quebra, a situação piora ainda mais. É um único ônibus para as três etapas do residencial. Muitas vezes ele já chega lotado, com muita gente em pé. É muita gente para um coletivo só”, relatou uma trabalhadora.

Segundo os usuários, à tarde o problema se repete.

“Tem o ônibus das 17h10 que vive quebrando. Estamos chegando atrasados ao trabalho e também chegando tarde em casa por causa dessas constantes falhas”, afirmou a moradora.

Os moradores lembram que, anteriormente, duas viagens eram disponibilizadas no início da manhã, o que facilitava a rotina de quem começa a trabalhar às 8h.

“Antes eram dois ônibus, um às 6h40 e outro às 7h. O das 7h era ideal para quem entra às 8h. Hoje não temos essa opção”, pontuou uma usuária.

Eles pedem que a empresa responsável pelo transporte público reforce a frota e que haja maior regularidade no cumprimento dos horários, a fim de evitar prejuízos profissionais e transtornos à população.

“Não estamos pedindo nada além do mínimo, que o ônibus passe no horário e que tenha mais veículos para atender a comunidade. A gente só quer trabalhar e voltar para casa sem viver todos os dias essa incerteza e esses prejuízos.”

Encaminhamos as reclamações para a Atlântico Transportes e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

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