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“Capacistimo é crime e acessibilidade não é favor”: Cadeirantes de Juazeiro expõem experiências constrangedoras que enfrentam no dia a dia da cidade

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Circular pelas ruas, entrar em um restaurante e lojas, utilizar o transporte coletivo ou acessar um serviço público, são atividades presentes no cotidiano das pessoas, mas essas simples ações podem representar desafios para pessoas que utilizam cadeira de rodas em Juazeiro, na região norte da Bahia. Calçadas irregulares, ausência de rampas, obstáculos nos passeios, equipamentos de acessibilidade que não funcionam e estabelecimentos sem estrutura adequada são algumas das barreiras relatadas por pessoas com deficiência.

Mas as dificuldades não estão apenas na estrutura física da cidade, o preconceito e atitudes que desconsideram a autonomia das pessoas com deficiência também fazem parte da rotina, é o chamado capacitismo, que pode aparecer tanto em comportamentos explícitos quanto em situações em que direitos deixam de ser garantidos.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estimaram que 8,9% da população brasileira com dois anos são pessoas com deficiência. No Nordeste, a proporção chegou a 10,3%, a maior entre as regiões brasileiras.

Para quem utiliza cadeira de rodas, como Emanuela Mariano, integrante do Conselho da Pessoa com Deficiência, e Josewilson Souza, ativista dos direitos das pessoas com deficiência, ambos moradores de Juazeiro, vivenciam diariamente experiências que mostram como essas barreiras arquitetônicas interferem diretamente no direito de ir e vir e na participação social.

“Circular por Juazeiro, Bahia, sendo usuário de cadeira de rodas ainda representa um grande desafio. Embora reconheça os avanços realizados na infraestrutura urbana nos últimos anos, ainda encontro diversas barreiras que comprometem minha autonomia, minha segurança e o pleno exercício do direito de ir e vir”, relata Josewilson.

Segundo ele, entre os principais problemas estão calçadas estreitas e desniveladas, além da ocupação dos passeios por mercadorias, placas, postes, mesas e veículos.

“Em determinadas situações, esses impedimentos me obrigam a utilizar a própria via pública para conseguir prosseguir, aumentando significativamente os riscos à minha integridade física”, afirma.

Emanuela também relata dificuldades semelhantes e destaca que uma simples diferença de nível pode representar uma barreira intransponível.

“Para uma pessoa que não utiliza cadeira de rodas, um pequeno degrau pode parecer algo simples. Para nós, pode significar não conseguir entrar naquele lugar”, afirma.

As barreiras arquitetônicas também aparecem em restaurantes, lojas, bares e outros estabelecimentos comerciais de Juazeiro. Josewilson conta que já deixou de entrar em locais por causa de degraus e falta de rampas. Em uma dessas situações, segundo ele, a ausência de acessibilidade foi acompanhada de uma atitude que o constrangeu.

“Um gerente de uma loja sugeriu que eu experimentasse, no meio da rua, uma roupa que havia escolhido em um manequim exposto na calçada, sob a justificativa de que a loja não possuía rampa de acesso”, relata.

Em outra ocasião, ele afirma ter recebido uma sugestão semelhante em uma lanchonete.

“Um gerente de uma lanchonete sugeriu que eu consumisse um salgado no sol do meio-dia, pois, segundo ele, não seria possível me colocar dentro do estabelecimento, espaço no qual as demais pessoas estavam normalmente acomodadas”, conta.

Para Josewilson, experiências como essas vão além de um problema de infraestrutura.

“Essas experiências demonstram que a falta de acessibilidade interfere diretamente na autonomia, na liberdade, na dignidade e na participação social das pessoas com deficiência”, afirma.

Emanuela chama atenção também para banheiros que deveriam ser acessíveis, mas acabam sendo utilizados como depósitos.

“Em alguns locais, o banheiro destinado à pessoa com deficiência acaba sendo utilizado como depósito para guardar materiais, equipamentos e outros objetos. Quando isso acontece, um espaço criado para garantir um direito deixa de cumprir sua função”, relata.

Barreiras no transporte público

Se locomover de transporte público também representa uma barreira para pessoas cadeirantes. Emanuela afirma que ainda encontra dificuldades mesmo após a troca de empresas de ônibus em Juazeiro.

“Um dos problemas é encontrar ônibus cujo elevador destinado à pessoa com deficiência não funciona adequadamente. Não basta o veículo possuir o equipamento. É necessária manutenção preventiva e contínua para garantir que ele esteja funcionando quando uma pessoa precisar utilizá-lo”, explica.

Josewilson também destaca que a acessibilidade precisa ser garantida durante todo o deslocamento, durante todo o percurso, desde a saída da residência até o destino.

“A acessibilidade deve ser assegurada ao longo de todo o percurso, desde o momento em que a pessoa sai de casa, utiliza a calçada e chega ao ponto de ônibus, passando pelo embarque, deslocamento e desembarque até a chegada ao destino”, ressalta.

Além da estrutura, Josewilson defende capacitação dos profissionais do transporte.

“A capacitação desses profissionais deve abordar acessibilidade, direitos humanos, atendimento humanizado, combate ao capacitismo e utilização correta dos equipamentos de embarque e desembarque”, afirma.

Barreiras no transporte por aplicativo e capacitismo

A dificuldade de acesso ao transporte também aparece nos aplicativos. Emanuela conta que já teve uma corrida cancelada depois que o motorista percebeu que ela utilizava cadeira de rodas.

“É uma situação constrangedora, porque estamos solicitando e pagando por um serviço como qualquer outra pessoa. Precisamos compreender que transportar uma pessoa com deficiência não é favor. É prestação de serviço, respeito e inclusão”, afirma.

Josewilson também relata uma situação semelhante. Segundo ele, o motorista alegou que não havia espaço suficiente no veículo para acomodar a cadeira de rodas.

“Diante da possibilidade de reorganização do espaço interno do veículo, o motorista optou por não realizar a corrida. Em seguida, efetuou o cancelamento, atribuindo a responsabilidade a mim, como se eu tivesse desistido da viagem”, relata.

Para ele, a situação demonstra como uma barreira atitudinal pode interferir diretamente na mobilidade.

“Minha condição de pessoa usuária de cadeira de rodas acabou sendo utilizada como obstáculo para a prestação de um serviço regularmente solicitado”, afirma.

Capacitismo também está nas atitudes

De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência  (Lei nº 13.146/2015), a discriminação contra a pessoa com deficiência inclui distinção, restrição ou exclusão que tenha o propósito ou efeito de prejudicar ou impedir o reconhecimento ou exercício de direitos e liberdades fundamentais. A legislação também reconhece as chamadas barreiras atitudinais, relacionadas a atitudes ou comportamentos que prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência em igualdade de condições.

Para Josewilson, porém, o capacitismo nem sempre aparece de maneira explícita.

“Muitas atitudes capacitistas estão tão naturalizadas na sociedade que, frequentemente, aqueles que as praticam sequer reconhecem que estão reproduzindo uma forma de discriminação”, afirma.

Segundo ele, tratar a pessoa com deficiência como incapaz ou dependente também pode reproduzir esse tipo de preconceito.

“O capacitismo não se manifesta apenas por meio de ofensas explícitas. Ele também ocorre quando a pessoa com deficiência é tratada como incapaz, inferior, dependente ou como alguém que deve aceitar qualquer condição que lhe seja oferecida”, explica.

Emanuela concorda e afirma que ainda existe desconhecimento sobre o tema.

“Algumas pessoas sequer reconhecem determinadas atitudes como capacitistas. O capacitismo precisa ser vencido todos os dias, através de informação, educação, conscientização e também do cumprimento das leis e dos direitos das pessoas com deficiência”, afirma.

“Acessibilidade não é favor”

Emanuela defende que a acessibilidade seja tratada como um direito e não como uma concessão.

“Não queremos ser vistas apenas pela deficiência. Somos cidadãs, profissionais, consumidoras, lideranças, mães, estudantes e pessoas que participam da sociedade. Temos os mesmos direitos de circular, trabalhar, estudar, consumir, participar e ocupar os espaços da cidade”, afirma.

Para Josewilson, a cadeira de rodas não deve ser vista como um limitador da capacidade de uma pessoa.

“A cadeira de rodas não diminui a capacidade, a dignidade ou o valor de ninguém. Não queremos ser tratados com pena nem receber privilégios. Queremos respeito, autonomia, acessibilidade e igualdade de oportunidades. Acessibilidade não é favor”, destaca.

Emanuela também chama atenção para justificativas dadas por estabelecimentos que alegam não poder realizar adaptações porque o imóvel é antigo ou alugado.

“Acessibilidade também é buscar soluções. Quando existe preocupação de verdade com o outro, é possível encontrar alternativas, como uma rampa móvel ou outras adaptações que permitam à pessoa com deficiência entrar e sair do local com segurança e dignidade”, afirma.

Para ela, mesmo quando uma mudança estrutural não pode ser feita imediatamente, atitudes podem começar a mudar.

“Muitas vezes existe uma barreira arquitetônica que não pode ser resolvida imediatamente, mas a barreira de atitude pode começar a ser derrubada hoje”, ressalta Emanuela.

O desafio de construir uma cidade inclusiva

A Lei Brasileira de Inclusão estabelece que a pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades e à participação social, incluindo direitos relacionados à acessibilidade, transporte, trabalho, cultura, lazer e serviços públicos.

Para garantir esses direitos exige mais do que intervenções pontuais, é necessário planejamento, fiscalização, manutenção dos equipamentos e participação da sociedade na construção das políticas públicas.

“Não basta não sermos capacitistas. A sociedade precisa assumir uma postura anticapacitista, promovendo mudanças concretas nas estruturas, nas práticas institucionais e nas relações sociais”, defende Josewilson.

Ele também reforça a importância da participação das pessoas com deficiência nas decisões que dizem respeito a elas.

“É necessário transformar em prática o princípio: ‘Nada sobre nós sem nós’. A participação direta das pessoas com deficiência na construção, implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas é indispensável”, afirma.

Emanuela resume a reivindicação em uma perspectiva de autonomia.

“Uma cidade verdadeiramente inclusiva é aquela em que a pessoa com deficiência não precisa perguntar antes de sair de casa se conseguirá entrar, circular ou utilizar determinado serviço. Ela simplesmente vai, porque sabe que a cidade também foi planejada para ela”, afirma.

Para Josewilson, a luta pela acessibilidade não é apenas individual.

“Minha trajetória de vida e profissional demonstra que a deficiência não determina a capacidade de uma pessoa, mas evidencia a necessidade de eliminar as barreiras que impedem sua plena participação social”, afirma.

“Queremos simplesmente exercer o direito de viver Juazeiro plenamente, com liberdade, segurança, autonomia, respeito e dignidade”, conclui Josewilson.

Redação PNB, por Rayza Rocha

Estudantes da Univasf reclamam de horários de recarga de crédito do Restaurante Universitário: “tem que faltar aula para recarregar?”

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Após a retomada do funcionamento do Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), que reabriu na última segunda-feira (17), estudantes passaram a questionar os horários definidos para a recarga dos créditos utilizados para o acesso às refeições. Segundo os relatos encaminhados ao Portal Preto no Branco, os períodos disponibilizados não consideram a rotina acadêmica, especialmente de quem trabalha e estuda no período noturno.

“As recargas de créditos para as refeições no RU só podem ser realizadas pela manhã, das 10h15 às 11h, e à tarde, das 15h às 17h20. A empresa não realiza recargas durante os horários de distribuição das refeições nos restaurantes universitários”, informaram.

Para os estudantes, os horários estabelecidos podem dificultar o acesso ao RU, principalmente para quem precisa conciliar trabalho e aulas.

“Poucas pessoas estão conseguindo utilizar, porque a empresa colocou horários de recarga que não compreendem nossa vida acadêmica. Tem que faltar aula para recarregar? E a gente não estuda, não?”, questionaram.

Segundo os relatos, os horários comprometem o acesso à alimentação, principalmente para os estudantes do período noturno.

“Os horários sempre estão fora da realidade; muitos estudantes trabalham durante o dia e não conseguem chegar ao restaurante dentro do horário limite para realizar a recarga. Como a gente chega até 17h20 para comer no RU?”, questionou outro.

Além dos horários, os estudantes também criticam a falta de alternativas para realizar a recarga em outros períodos. Para eles, a organização atual acaba criando uma barreira para o acesso à alimentação dentro da própria universidade.

“Se era para a gente ficar impossibilitado de comer, melhor deixar fechado. Essa é mais uma forma de desumanizar a gente”, afirmou o estudante.

Encaminhamos o caso para a Univasf e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Moradores do bairro Jardim Primavera, em Juazeiro, reclamam de esgoto a céu aberto: “Não podemos abrir a porta porque o fedor é horrível”; SAAE responde

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Moradores do bairro Jardim Primavera, em Juazeiro, no norte da Bahia, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para relatar problemas de obstrução na rede de esgoto. Segundo os relatos, o esgoto a céu aberto tem provocado mau cheiro e afetado residentes das quadras 37, 33 e 34.

“Estamos enfrentando um problema sério com esgoto nas portas, de uma maneira constante. Não temos um dia de paz. Diariamente, temos que conviver com o esgoto a céu aberto nas nossas portas. Não podemos abrir a porta porque o fedor é horrível”, relatou uma moradora.

Os moradores solicitam uma ação do poder público para solucionar o problema e evitar que a situação continue causando transtornos à comunidade.

“É muito cansativo lidar com essa situação. Clamamos por uma solução do poder público. Isso já está insustentável”, afirmou outro morador.

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Encaminhamos o caso para o Serviço de Água e Saneamento Ambiental. Em nota, o SAAE orientou que “os usuários, sempre que tiverem alguma demanda de serviços, entrem em contato com o setor de atendimento, liguem ou enviem mensagem via WhatsApp no número 36149800 para a emissão da ordem de serviço. Esse procedimento permite a elaboração da rota e o cronograma de realização dos trabalhos. As equipes estão mobilizadas diariamente para atender todas as demandas, desde que estejam cadastradas no sistema e colocadas na programação.”

Redação PNB

“Estamos com uma grande procura”: Após nova lei, loja que comercializa spray de pimenta, em Juazeiro, registra aumento de vendas entre mulheres; confira orientações

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A entrada em vigor de uma nova legislação que autoriza a comercialização, aquisição e posse de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres maiores de 18 anos já começa a refletir no comércio de produtos de segurança em Juazeiro, no norte da Bahia. Na loja Universo Militar, a procura pelo dispositivo aumentou desde a publicação da Lei nº 15.474/2026, em 24 de julho.

Segundo a loja, a comercialização para o público feminino começou imediatamente após a legislação entrar em vigor e desde então cerca de três mulheres por dia buscam por informações de como funciona a compra e quais são os procedimentos necessários.

“Estamos com uma grande procura pelo spray. A faixa de preço que a gente tem aqui na loja é em torno de R$ 70, R$ 75 e R$ 85”, informou o representante.

Segundo a loja, a maior procura tem sido registrada entre mulheres de 20 a 35 anos.

“A idade geralmente das mulheres que vêm aqui fica entre 20 e 35 anos, que é onde tem a maior procura. Porém, nós também temos procura de pessoas de 35 a 50, 55 anos”, afirmou.

A busca pelo produto está relacionada, principalmente, à intenção de ter uma alternativa de defesa diante de situações de risco.

“As mulheres têm procurado bastante já porque é um mecanismo de defesa. Elas conseguem aplicar um elemento de surpresa e, assim, ter tempo de correr”, explicou.

O responsável pelo estabelecimento comercial informou ainda que as clientes recebem orientações sobre o manuseio do produto antes da compra.

“A gente ensina todo o procedimento no quesito de teste, no quesito de como portar, a forma de analisar também o quesito do vento. Porque, se a pessoa jogar contra o vento, obviamente o spray vai retornar para a pessoa”, orientou.

Como comprar

A legislação federal estabelece que a aquisição é permitida automaticamente para mulheres com 18 anos ou mais. Para realizar a compra, é necessário apresentar documento oficial de identificação com foto, comprovante de residência e fazer uma autodeclaração de inexistência de condenação criminal por crime doloso cometido com violência ou grave ameaça.

A lei também determina que os estabelecimentos mantenham um registro simplificado da venda e da identificação da adquirente pelo prazo de cinco anos, seguindo as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A Universo Militar informou que já mantém esse procedimento de arquivamento das vendas.

A legislação estabelece que o dispositivo deve ser utilizado para repelir uma agressão injusta, atual ou iminente, à integridade física ou sexual da mulher, com uso proporcional e moderado. O objetivo é a contenção temporária do agressor, e o uso deve cessar após a neutralização da ameaça.

Redação PNB

Oportunidade: confira as vagas de emprego disponíveis em Juazeiro para a sexta-feira (21)

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A Rede SineBahia divulgou as vagas de emprego que estão disponíveis no município de Juazeiro, no Norte da Bahia, nesta sexta-feira (21).

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Carteira de Trabalho física ou Digital, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade, além de certificados de cursos, se assim desejar.

Para realizar agendamento na Rede SINEBAHIA acesse o endereço www.sacdigital.ba.gov.br.

Confira as vagas para Juazeiro no dia 21/08/2026

AJUDANTE DE CARGA E DESCARGA DE MERCADORIAS
Ensino fundamental completo
Experiência na função
Salário: a combinar
03 VAGAS

AUX DE SERVIÇOS GERAIS
Ensino fundamental completo
Trabalhar com produtos pesados
Salário: a combinar
03 VAGAS

AUXILIAR FINANCEIRO
Ensino superior completo em Ciências Contábeis ou áreas afins
Experiência comprovada na função
Conhecimento intermediário em excel
Desejável habilidade com o sistema totvs
Conhecimento em tributação e retenção de impostos
Vivencia com conferencia e notas fiscais
Residir em Petrolina
Salário: a combinar
01 VAGA

VENDEDOR INTERNO
Ensino médio completo
Experiência na função
Experiência em mídia digital
Residir próximo ao Centro de Juazeiro
Salário: a combinar
01 VAGA

TRABALHADOR RURAL
Ensino fundamental completo
Experiência na função (tratos culturais de uva e manga)
Salário: a combinar
20 VAGAS

Redação PNB

Polícia Federal deflagra operação contra cultivo de maconha e cumpre mandados na Bahia, Alagoas e Pernambuco expedidos pela Justiça de Juazeiro

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (20), uma nova fase da Operação Colheita Proibida, com o objetivo de combater o cultivo ilegal de maconha. A ação foi realizada em Cachoeira do Pajeú, em Minas Gerais, e contou com o apoio da CIPE-Caatinga, da Bahia, e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

Durante a operação, aproximadamente 40 mil plantas de maconha foram localizadas. As equipes também cumpriram 13 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão nos estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas.

As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Criminal de Juazeiro, no norte da Bahia. A Justiça também autorizou o sequestro de cinco imóveis e o bloqueio de até R$ 50 milhões em contas vinculadas a 36 pessoas físicas e jurídicas.

De acordo com as investigações, os envolvidos são suspeitos de integrar uma organização criminosa e de participar do financiamento do cultivo ilegal de maconha, além de tráfico e associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Redação PNB

Eleições: TRE-BA orienta eleitores com cartilha sobre propaganda e uso de IA

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Em virtude do início oficial do período de campanha, que começou neste domingo (16) e vai até o dia 3 de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) divulgou uma cartilha com orientações sobre a veiculação de propaganda eleitoral.

O uso de alto-falantes e amplificadores de som passa a ser permitido entre 8h e 22h, até 3 de outubro, véspera do primeiro turno. A orientação é de que os equipamentos fiquem a, no mínimo, 200 metros de sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, tribunais, quartéis, hospitais, escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros em funcionamento. O mesmo intervalo de tempo é concedido para a condução de caminhadas, passeatas e carreatas referentes ao primeiro turno da eleição.

Já os comícios e o uso de aparelhagem de sonorização fixa poderão ocorrer entre 8h e 24h, também a partir de hoje até 1º de outubro, com exceção do comício de encerramento de campanha, que pode ser prorrogado por mais duas horas. Quanto à prática de distribuição de materiais gráficos com propaganda política como folhetos, volantes e os chamados “santinhos”, é liberada até as 22h da véspera da votação. No dia da Eleição, 4 de outubro, contudo, é permitido aos eleitores e às eleitoras que levem os santinhos de candidatos e candidatas.

Regras para Internet

Para as lives está valendo uma regra específica: transmissões feitas por pessoas candidatas com finalidade de promoção pessoal ou relacionadas ao exercício de mandato, mesmo sem qualquer menção direta à disputa eleitoral, passam a ser consideradas ato de campanha de natureza pública.  O calendário eleitoral também proíbe, desde domingo (16), a realização de enquetes ligadas ao processo eleitoral. Para esse caso, esse tipo de pesquisa está sujeito à atuação do poder de polícia da Justiça Eleitoral em caso de divulgação irregular.

No meio virtual, a propaganda eleitoral pode ser realizada em sites de partidos políticos, federações, coligações e de pessoas candidatas, além de redes sociais, blogs e ferramentas de mensagens instantâneas. Além das orientações anteriores, um dos pontos de atenção reforçados pela cartilha do TRE-BA é o uso de inteligência artificial nas campanhas. A partir do fim da votação do primeiro turno até 24 horas depois, ficam vedadas a publicação, a republicação e o impulsionamento pago de conteúdos sintéticos gerados ou alterados por IA que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou de pessoas públicas, mesmo que devidamente identificados como conteúdo artificial.

Outras proibições

Conforme a cartilha, a propaganda antecipada, feita fora do período oficial e com pedido explícito de voto, continua vedada e pode gerar aplicação de multa. O documento também reforça restrições já conhecidas da legislação eleitoral, como a proibição do uso de língua estrangeira na propaganda, considerada crime eleitoral, os limites de conteúdo que não podem ser veiculados, entre eles material que incite discriminação, prometa vantagens em troca de voto, ou seja, usado para caluniar, difamar ou injuriar candidatos e instituições.

Bahia Notícias

Homem de 36 anos é preso suspeito de estupro de vulnerável contra criança em Casa Nova

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Um homem de 36 anos foi preso na terça-feira (18), em Casa Nova, no norte da Bahia, suspeito de estupro de vulnerável contra uma criança. De acordo com as investigações da Polícia Civil, o suspeito mantinha convivência com a vítima e frequentava a mesma residência.

Ainda segunda a PC, a denúncia foi formalizada em 6 de junho, após familiares perceberem mudanças no comportamento da vítima e tomarem conhecimento dos fatos. Durante a investigação, foram realizadas escuta especializada e oitivas de testemunhas.

O mandado de prisão foi expedido pelo Poder Judiciário em 24 de julho e cumprido pela equipe da Delegacia Territorial (DT) de Casa Nova, vinculada à 17ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (17ª Coorpin/Juazeiro).

Após a prisão, o homem foi encaminhado à unidade policial, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. Ele permanece à disposição da Justiça.

Redação PNB

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 50 milhões nesta quinta-feira (20)

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A Mega-Sena pode pagar prêmio acumulado em R$ 50 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 3047 que será realizado nesta quinta-feira (20).

O sorteio será a partir das 21h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Redação PNB