Bari Automóveis, em Petrolina, se manifesta sobre os fatos que deram ensejo à “Operação Vassalos” da Polícia Federal

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Em nota enviada ao Portal Preto No Branco, a Concessionária Bari Automóveis se manifestou sobre a investigação da “Operação Vassalos”, deflagrada ontem (25), pela Polícia Federal, também em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Segundo a investigação, um dos alvos da operação, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho e seu filho, o deputado federal Fernando Coelho Filho (União PE), atuavam como sócios ocultos da Bari,  concessionária de veículos, em Petrolina, e de outra empresa do ramo em Caruaru.

Na nota, a Bari ressaltou que “é uma empresa íntegra e próspera com destaque nacional, por mérito de um trabalho digno de 35 anos. Sua gestão de gerações iniciou com Senhor José de Souza Coelho, posteriormente passou para Lauro Coelho e atualmente para seus filhos, não havendo qualquer ligação com os investigados”..

Confira a nota na íntegra:

A Bari Automóveis Ltda. vem se manifestar sobre os fatos que deram ensejo à denominada “Operação Vassalos”, e afirmar, de modo categórico, que não são verdadeiras as ilações que estão sendo divulgadas contra si, uma vez que:

  • O ex-senador Fernando Bezerra, bom como seus filhos, nunca foram sócios, formais ou ocultos, da Bari Automóveis Ltda., nem tampouco detêm qualquer poder ou ingerência sobre a referida empresa;
  • A Bari Automóveis Ltda., bem como seus sócios, não mantém qualquer relação comercial ou societária com as empresas mencionadas na referida operação;
  • Eventuais referências a vínculos pessoais pretéritos entre o ex-senador Fernando Bezerra e os atuais sócios da Bari Automóveis Ltda. já foram objeto de apuração no pelo STF (INQ4513), e definitivamente arquivados. Não há, portanto, qualquer elemento que permita inferir qualquer conduta ilícita da empresa e de seus sócios (Sebástian Borges de Albuquerque Mello/OAB/BA 14.471)

Investigação

Segundo a investigação da Polícia Federal, a empresa teria sido usada para movimentações financeiras suspeitas, incluindo grandes quantias em dinheiro vivo e recebimento de valores de terceiros. Sobre a concessionária Bari Automóveis, representante da Jeep, o Ministro Flávio Dino destacou indícios de operações financeiras fracionadas em espécie e repasses a pessoas físicas sem renda compatível, o que pode indicar tentativa de ocultar a origem e o destino dos recursos. De acordo com a PF, mensagens apreendidas mostram que pai e filho frequentavam o estabelecimento, participavam diretamente das vendas e tinham acesso aos balancetes da empresa.

Redação PNB

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